Primeira agência de marketing digital por assinatura chega ao Brasil

Agência My Publi quer levar a empresários de micro e pequenas empresas mais qualidade com praticidade e a valores acessíveis

São Paulo, 2018 – Com o passar do tempo e avanços tecnológicos apresentados constantemente, investir em marketing digital é garantir maior visibilidade da marca para o público desejado, gerando ainda mais resultados consistentes para o negócio das empresas. No entanto, boa parte dos micro e pequenos empreendedores entendem que sinônimo de agência de marketing é o alto investimento e burocracia em excesso. E foi pensando neste público que surgiu a primeira agência de marketing digital por assinatura do Brasil, o My Publi, que tem por objetivo oferecer aos empresários de pequeno porte um serviço completo de agência, totalmente online e a um valor acessível.

O My Publi surgiu do desejo de três empresários, donos de agências conceituadas no mercado e com grandes contas, de atenderem as necessidades de um público que não conta com nenhuma opção segura para gerar visibilidade e resultados concretos para a sua marca. Carla Nórcia, Marcelo Carvalho e Leo Guimma juntaram as suas energias e vontade de levar uma agência profissional a micro e pequenas empresas para dar vida ao My Publi.

O desenvolvimento personalizado e sem burocracia do My Publi são para profissionais liberais, comércios, micro e pequenas empresas, franquias e empresas em crescimento e, inicialmente, dos seguintes segmentos: saúde, beleza e estética, automotivo, alimentação, educação, startups e tecnologia. A agência trabalha em três pilares principais: a comunicação digital, onde a empresa é inserida nas mídias e redes sociais, para gerar maior engajamento de seu target e relacionamento com o consumidor, com conteúdos relevantes e forte presença na web; identidade visual, onde a agência desenvolve os elementos que traduzem o propósito da empresa; e a impressão, onde o empresário poderá escolher a gráfica  na qual deseja realizar suas impressões ou a agência se encarrega desta função com parceiros homologados e garantia de qualidade.

Os planos oferecidos pelo My Publi podem ser contratados em uma plataforma digital a partir de R$700,00 mensais, onde, após a solicitação de serviço, uma equipe multidisciplinar e especializada analisará cada perfil para poder oferecer soluções personalizadas e que garantirão resultados efetivos. Os pacotes disponíveis para contratação são os seguintes: plano Starter, para profissionais liberais ou negócios que buscam organizar sua presença online e identidade da marca; plano Business, para franquias e empresas com marca estruturada que têm necessidade de se diferenciar da concorrência; plano Escale, para empresas em processo de crescimento que possuem a necessidade de geração de conteúdo para o seu target.

O My Publi já possui uma cartela de clientes no estado de São Paulo e se lançará oficialmente no mercado para atingir todo o território nacional com sua praticidade e rapidez em um serviço de agência totalmente online e sem burocracia. Para conhecer mais sobre o My Publi e ter mais detalhes dos pacotes, acesse: www.mypubli.digital.

DOMINANDO A CIVILIDADE – Um manifesto para o ambiente de trabalho

Vivemos uma epidemia de incivilidade que silenciosamente toma conta das pessoas, organizações e da sociedade. Desrespeito, falta de sensibilidade e comportamentos rudes fazem com que, mesmo quem quer performar bem, não consiga. Além da questão moral, a incivilidade reduz lucros! Esse é o recado da autora do livro Mastering Civility, Christine Porath, professora da Georgetown University. Christine pesquisa não apenas os efeitos do mau comportamento, mas como as organizações podem criar um ambiente mais positivo e receptivo para a civilidade, beneficiando a todos.

 

O escritor Luciano Pires escreveu um sumário comentado o livro, que pode ser acessado aqui: PODSUMARIO_020_DOMINANDO_A_CIVILIDADE

Relatório Ford de tendências 2019 mostra como a tecnologia está transformando o mundo

A Ford divulgou hoje o seu Relatório de Tendências de 2019, que revela como o avanço da tecnologia está influenciando a mudança de comportamento das pessoas em áreas-chaves da vida e como isso afeta o relacionamento entre as empresas e os consumidores. A pesquisa global realizada em 14 países – incluindo o Brasil – aponta os sete principais pontos dessa transformação (veja o arquivo anexo).

“Essas mudanças podem nos levar do sentimento de desamparo à sensação de poder, esperança e progresso”, diz Sheryl Connelly, gerente de Tendências Globais de Consumo e Futuro da Ford. “Na Ford, estamos focados no design centrado no ser humano e comprometidos em encontrar soluções de mobilidade que melhorem a vida dos consumidores e da comunidade. Nesse contexto de mudança, temos de preservar o que consideramos mais valioso – a relação de confiança com os nossos consumidores.”

Entre outros pontos interessantes, relatório da Ford mostra que para 89% dos brasileiros é possível treinar o cérebro para pensar diferente. Com relação ao progresso ambiental, 53% dos brasileiros acreditam que ele vai depender da tecnologia, enquanto 91% apontam a mudança no comportamento humano como o caminho. Quanto aos carros autônomos, 55% dos brasileiros apostam que eles serão mais seguros que os motoristas humanos.

Futuro

O relatório da Ford ajuda a entender como os padrões de comportamento devem influenciar os consumidores e as empresas em todo mundo nos próximos anos. Veja sete tendências:

  1. 1A divisão da tecnologia: mais do que nunca, a tecnologia tem um profundo impacto em como nos conectamos e vemos o mundo. Mas existe uma divisão entre as pessoas que têm acesso à tecnologia e acreditam que ela é uma força do bem e as que não têm acesso. Na Ford, a tecnologia é usada para tornar a mobilidade mais inteligente, segura e conveniente para as pessoas em todo o mundo.
  2. Desintoxicação digital: embora não abram mão de seus aparelhos digitais, cada vez mais pessoas estão conscientes e alarmadas com a dependência desses aparelhos e buscam meios de controlar o tempo que gastam on-line. A Ford descobriu que momentos de empolgação – como dirigir um carro de corrida – geram efeitos no cérebro que contribuem para o bem-estar geral e está usando isso para aprimorar a experiência de direção.
  3. Recuperando o controle: em um mundo que, para muitos, parece estar fora de controle, os consumidores estão buscando maneiras de recuperar o poder sobre suas vidas. Como parte do seu processo de design centrado no ser humano, a Ford usa as pesquisas para entender melhor as necessidades e os hábitos das pessoas e desenvolve tecnologias como o Ford Co-Piloto 360, que assume tarefas estressantes para o motorista e torna a direção mais confiante.
  4. As muitas faces do eu: as mídias sociais desempenham um papel importante na vida dos consumidores e muitos assumem várias personas – desde quem são na vida real a como se retratam on-line – o que acaba impactando no que compram, usam e dirigem, bem como suas escolhas de tecnologia. A Ford entende que o carro é um reflexo da identidade do motorista, por isso trabalha para desenvolver modelos que ajudem a projetar quem eles realmente são.
  5. O trabalho da vida: o modo como encaramos o trabalho mudou e muitas pessoas no mundo agora trabalham para viver, em vez de viver para trabalhar. Por isso, muitas empresas estão inovando na oferta de benefícios, como licenças e oportunidades de enriquecimento intelectual. A Ford acredita que o talento é fortalecido quando as pessoas são encorajadas a experimentar o mundo e a dar uma retribuição para a comunidade.
  6. Eco-momentum: mudar hábitos arraigados é difícil, mas a maioria dos consumidores concorda que o progresso ambiental depende de mudanças no comportamento humano. A sustentabilidade é essencial para a saúde do meio ambiente e para os negócios da Ford. A empresa também busca a redução de emissões de CO2, consistente com o Acordo de Paris – investindo para lançar 40 veículos elétricos e híbridos até 2022.
  7. Caminho fácil: mobilidade, hoje, não é simplesmente ir do ponto A ao B, mas o que fazemos com o nosso tempo no meio do caminho. Os americanos gastam mais tempo dentro do carro do que em férias, por isso a capacidade de realizar tarefas durante o caminho pode mudar a experiência de viagem. A Ford acredita que os carros autônomos vão facilitar e ampliar o acesso ao transporte de pessoas e mercadorias. E está trabalhando em programas piloto de testes com empresas como Walmart e Postmates.

Confira o estudo na íntegra: RelatórioTendênciasFord-2019-Novo

Ford mostra como o “big data” pode ajudar a melhorar o trânsito no futuro

A Ford apresentou um estudo que mostra como o “big data” (análise de grande volume de dados) pode ajudar as cidades a identificar os locais mais sujeitos a futuros acidentes de trânsito e adotar medidas para preveni-los. A pesquisa realizada pela Ford Smart Mobility registrou o comportamento de veículos e motoristas durante um ano em Londres e arredores, totalizando 1 milhão de quilômetros – veja o vídeo.

A empresa rastreou os veículos na cidade e coletou dados detalhados de direção, incluindo a frequência e intensidade das frenagens e acionamento das luzes de emergência para identificar os “quase acidentes”. Essa informação então foi cruzada com os registros de acidentes, o que permitiu a criação de um algoritmo para determinar a probabilidade de ocorrência de acidentes futuros.

“Acreditamos que esse estudo pode beneficiar milhões de pessoas. Mesmo pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença – como podar uma árvore que atrapalha a visão de um sinal de trânsito – para melhorar o fluxo e a segurança viária”, diz Jon Scott, líder de projeto da City Data Solutions, da Ford Smart Mobility.

O relatório “Ford City Data Report” usou dados de 160 vans conectadas que rodaram mais de 15.000 dias na cidade, com o consentimento dos participantes. A frota percorreu mais de 1 milhão de quilômetros, o equivalente a 20 voltas ao redor da Terra, e gerou 500 milhões de apontamentos.

Cada veículo foi equipado com um dispositivo que registrava os dados da viagem e depois os enviava à nuvem para análise de especialistas. O relatório também investigou outras oportunidades, como se a programação das vans no início do dia, antes dos horários de pico, poderia beneficiar os usuários e os melhores pontos para recarga de veículos elétricos.

“Esse relatório é uma demonstração de como a Ford pode utilizar os dados de veículos conectados, da infraestrutura inteligente e recursos analíticos para resolver problemas coletivamente e tornar as cidades lugares melhores para se viver e trabalhar”, diz Sarah-Jayne Williams, diretora da Ford Smart Mobility na Ford Europa.

A Ford entende que qualquer solução baseada em dados depende da disposição dos motoristas em compartilhá-los, mas os consumidores se tornam mais abertos a apoiar essas iniciativas quando há um benefício claro. O relatório completo com animações, vídeos e entrevistas em inglês está disponível em citydatareport.fordmedia.eu.

ARTIGO – O pulo do gato que falta à reparação automotiva

A certificação de oficinas no País ainda é muito pequena se comparada aos cenários dos demais segmentos de produção e comercialização do setor automotivo, cujas certificações são amplamente exigidas e aplicadas, uma vez que são compulsórias. No caso das empresas de reparação automotiva, a condição de voluntariedade da certificação transforma esse investimento em qualidade em mais uma abominável despesa extra, temida e postergada pela maioria dos empresários do setor.

Mesmo não sendo obrigatória, a certificação da oficina representa um importante instrumento de segurança para o consumidor porque atesta de forma escrita e rastreada a qualidade dos serviços prestados pela empresa. Toda oficina certificada passa por uma avaliação de todos os pontos de gestão e organização, o que possibilita ao empresário ter o controle absoluto dos processos. Vale destacar que essa avaliação é realizada por órgão imparcial e de terceira parte, acreditado pelo INMETRO.

Quando bem aplicada, a certificação gera múltiplas vantagens ao empresário, como aumento da satisfação dos clientes, diminuição dos desperdícios em materiais, mão de obra e fluxo de trabalho, ampliação das possibilidades de permanência e continuidade da empresa no mercado, e maior interação e comprometimento das equipes de colaboradores com os processos produtivos.

É importante que o empresário tenha consciência da necessidade de processos padronizados porque a certificação dependerá muito dele “querer e acreditar” para efetivamente acontecer, uma vez que é voluntária. O empresário também precisa pensar como administrador para enxergar todos os benefícios e as oportunidades que a certificação proporciona.

Os empresários do setor têm demonstrado cada vez mais interesse em acreditar nos benefícios da certificação voluntária. Baseados nisso, o Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) e o Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios (Sindirepa Nacional) firmaram uma parceria para a criação do Programa de Incentivo à Qualidade (PIQ), cujo propósito é, justamente, a implementação de um sistema da qualidade na empresa, além de intensificar a difusão do processo de certificação de oficinas independentes no País.

A meta do programa é alcançar pelo menos 5 mil empresas certificadas até 2023 a partir da formação de grupos regionais de oficinas interessadas, o que permitirá reduzir os custos individuais do processo de certificação. Outra estratégia é a ampla divulgação das respectivas oficinas certificadas em órgãos governamentais, frotistas, entidades de classe, empresas de seguro, montadoras e indústrias de autopeças, cujo foco é potencializar a demanda de serviços de reparação para as empresas que possuem a certificação da qualidade auferida pelo INMETRO, por meio do IQA.

*Douglas Palma é diretor do Instituto da Qualidade Automotiva (IQA), diretor do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios (Sindirepa) e diretor da Artpres Reparadora de Veículos

Veículos autônomos têm pelo menos 50 pontos de ciberataque, afirma Indra

Companhia trabalha no desenvolvimento de soluções para proteger novos veículos contra o crime virtual e proporcionar uma experiência satisfatória a empresas e usuários

A discussão sobre o avanço dos veículos autônomos ganha cada vez mais espaço no cenário mundial. Recentemente, a Alphabet informou que pretende iniciar até janeiro um serviço de transporte comercial com carros sem motorista nos EUA, a Ford e Walmart firmaram parceria para testar esse tipo de veículo e a Audi apresentou no Salão do Automóvel alguns modelos de carros autônomos.

Diante de um campo tão vasto a ser explorado, uma nova questão surge: dado que esses veículos funcionarão de maneira cada vez mais conectada, como protegê-los contra ciberataques? De acordo com a Indra, empresa global de consultoria e tecnologia, a conectividade, o hardware e o software que capacitam os veículos conectados têm consequências diretas na estrutura interna dos veículos e na infraestrutura, com mais de 50 possíveis pontos de ataque.

Com o objetivo de ajudar companhias a protegerem seus veículos nesse novo ambiente, a companhia já está desenvolvendo novas soluções, que abrangem o escopo de carros, ônibus e trens conectados. As soluções são baseadas em cloud computing e processamento inteligente distribuído, levando em conta as melhores práticas de segurança globais.

Um projeto que já está em andamento é a plataforma na nuvem que permitirá enviar de forma segura aos veículos informação em tempo real sobre limites de velocidade ou outros sinais, recomendações e alertas, incluindo informação de outros meios de transporte, como trens e ônibus.

“Esta interoperabilidade é especialmente importante nas cidades onde existe uma grande quantidade de meios de transporte diferentes com a capacidade de proporcionar informação útil. Um dos principais desafios é integrar os veículos convencionais, veículos conectados, carros autônomos e os demais meios de transporte para melhorar a mobilidade urbana e a segurança dos deslocamentos”, afirma a companhia.

Os novos projetos estão sendo desenvolvidos dentro das iniciativas europeias SECREDAS e SCOTT, que contam com apoio da União Europeia para desenvolver o mercado de carros autônomos. Com os avanços que está desenvolvendo em ambos os projetos, a Indra reforça sua posição de liderança em smart mobility e no mercado de serviços para o veículo autônomo e/ou conectado.

Além dessas iniciativas, a Indra também colabora na iniciativa AUTOCITS, que testa a direção autônoma em estradas de Madri, Lisboa e Paris. Atualmente, já circula em testes pela pista um carro autônomo do projeto, em velocidades superiores aos 80 km/h. Isso foi possível graças a uma rede de equipamentos com diferentes tecnologias, que facilitam a comunicação entre o carro autônomo e o centro de controle de tráfego.

Sobre a Indra

A Indra é uma das principais companhias globais de tecnologia e consultoria e o sócio tecnológico para as operações-chave dos negócios de seus clientes em todo o mundo. É um fornecedor líder mundial de soluções próprias em segmentos específicos dos mercados de transporte e defesa, e a empresa líder em consultoria de transformação digital e tecnologias da informação na Espanha e América Latina por meio da sua filial Minsait. Seu modelo de negócio está baseado em uma oferta integral de produtos próprios, com um foco end-to-end, de alto valor e com um elevado componente de inovação. No Exercício de 2017, a Indra teve entradas de 3,11 bilhões de euros, 40.000 funcionários, presença local em 46 países e operações comerciais em mais de 140 países.