Mercado de usados cresce 4,5% em janeiro

A cada automóvel ou comercial leve novo vendido em janeiro, outros 5 usados foram negociados no País.

De acordo com os dados da FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, as transações comerciais de veículos usados, considerando todos os segmentos automotivos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros), apresentaram alta de 4,5% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2019, somando 1.210.465 unidades, contra 1.157.776.

Na comparação com o mês de dezembro de 2019, quando foram transferidas 1.285.007 unidades, houve retração de 5,8%.

Para os Segmentos de Automóveis e Comerciais Leves, as transações apresentaram aumento de 4,8%, em janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, totalizando 916.361 unidades neste ano, ante os 874.466 veículos transferidos em janeiro de 2019. Em relação a dezembro do ano passado, quando foram comercializadas 985.380 unidades, houve queda de 7%.

Do total de automóveis e comerciais leves transacionados, os usados (de 1 a 3 anos de fabricação) representaram 5,4% das negociações realizadas em janeiro de 2020. Nesse mês, a relação entre novos e usados ficou em 5 automóveis e comerciais leves usados para cada novo, comercializado no país.

Acompanhe, na tabela a seguir, os dados de emplacamentos de veículos USADOS para cada segmento automotivo.

Mercedes-Benz é a marca de automóveis mais valiosa do mundo

  • Este ano, a Mercedes-Benz aumentou ainda mais seu valor de marca no ranking “Global 500 2020” da empresa americana de avaliação de marcas Brand Finance e, mais uma vez, é destaque como a marca de automóveis mais valiosa do mundo. Quinhentas empresas foram examinadas na preparação deste estudo. Com um valor de marca de 65 bilhões de dólares (7,8% maior que em 2019), a Mercedes-Benz ocupa o 11º lugar no novo ranking geral e melhorou o resultado do ano anterior em duas posições. As características marcantes dos produtos Mercedes-Benz, como qualidade premium e sua força inovadora, foram fatores decisivos para o desempenho positivo no ranking geral neste ano.
  •  “Depois de subir mais alto no ranking Interbrand de Melhores Marcas Globais, estamos orgulhosos de que a Mercedes-Benz também continue avançando no Global 500 2020. Um ótimo desempenho de toda a equipe e um incentivo para estarmos na frente novamente no próximo ano”, diz Bettina Fetzer, Head of Marketing Mercedes-Benz Cars.
  • O ranking Global Brand Finance500 deste ano pode ser acessado em: https://brandfinance.com/knowledge-centre/reports/brand-finance-global-500-2020/

O futuro dos mecânicos para os próximos 5 anos

Está muito difícil prever o futuro hoje em dia, pois as transformações e desrupturas acontecem de forma cada vez mais inesperada, mas os sinais que o mercado emite já apontam no mundo automobilístico que o mecânico nos próximos 5 anos deverá ter competências nas áreas de leituras de catálogos eletrônicos de autopeças, entendimentos de processos para fazer mais serviços em menos tempo e determinação na construção de uma agenda firme de capacitação profissional para enfrentar a transição de um universo de motores a combustão interno, para um mix complexo de tipos de energias de propulsão que vai desde o conhecido flex, passando pelo híbrido e chegando a eletrificação.

Suas competências deverão ir além do conserto, permitindo a construção de indicadores de ocorrências através de registros telemétricos obtidos em tempo real com base em marcas e modelos de veículos, identificando os sistemas com mais demandas de problemas, até conhecer bem qual componente substituir, significando muita leitura e acompanhamento através de celulares. A conclusão que chegamos é que estaremos mais conectados e vivenciando o reparo realizado, o que demandará mais responsabilidades e soluções rápidas.

Luiz Sergio Alvarenga
Diretor da Alvarenga Projetos Automotivos

Mercado se prepara para oferecer sistema de pagamento instantâneo

Transferir dinheiro de forma instantânea para qualquer tipo de conta corrente ou de pagamento, seja de pessoas físicas ou de um estabelecimento comercial, a qualquer hora, em qualquer dia da semana, sem nem precisar saber todos os dados do destinatário e em poucos cliques. É isso que o Banco Central prevê para o novo sistema de pagamentos, que começa a passar por testes de conectividade neste mês e deverá ser implementado a partir de novembro. 

Após o lançamento, instituições financeiras de grande porte (como os bancos de varejo) e instituições de pagamento (como fintechs que trabalham com contas e carteiras digitais) serão obrigadas pelo BC a oferecerem esse serviço para os clientes. 

“O sistema de pagamento instantâneo tem a característica de operar 24 horas por dia, sete dias por semana. Ele vai incluir todos as instituições financeiras e de pagamento. Hoje em dia, você tem o TED e o DOC, que englobam todo o sistema financeiro, mas eles não funcionam nesse esquema 24 por 7”, diz Angelo Duarte, chefe do departamento de competição e de estrutura do mercado financeiro do BC.

Payly fará transação para lojista não credenciado Foto: Divulgação/Payly

Duarte explica que, no sistema atual, mesmo uma operação com cartão de débito não gera crédito em conta no mesmo momento da operação em uma loja. No novo sistema, esse problema promete ser resolvido, creditando o valor pago instantaneamente na conta do recebedor. Segundo a Febraban, o sistema permitirá enviar e receber dinheiro em dez segundos.

A mudança busca ainda reduzir os custos do sistema. “As transações do dia a dia com cartão de débito e crédito têm custos maiores do que no sistema de pagamentos instantâneos. Esses custos não são visíveis para quem usa o cartão”, diz Duarte. Com custos reduzidos e um sistema aberto a qualquer instituição, a intenção é incentivar a competitividade. “Como o sistema financeiro no Brasil é concentrado, o custo de transferências, por exemplo, é relativamente alto. Com mais competitividade, em um sistema aberto, os custos das transações para os clientes também devem diminuir”, diz Tulio Oliveira, vice-presidente do Mercado Pago, instituição de pagamento do Mercado Livre

Diferente. É justamente a característica de incentivo à competição que deve diferenciar o sistema de pagamentos brasileiro do que se observa, por exemplo, na China. No país asiático, duas carteiras digitais dominam o setor e praticamente substituíram o dinheiro. “O mercado daqui não vai ser igual ao chinês. Daqui a três ou cinco anos, creio que teremos cinco ou seis grandes ecossistemas de pagamento convivendo e competindo”, diz Gueitiro Genso, presidente da carteira digital PicPay. É consenso também que os cartões e o próprio dinheiro não vão deixar de existir de uma hora para outra. “As formas de pagamento podem coexistir. Vale levar em consideração o diferente momento da economia do Brasil em relação a outros países”, diz Carlos Nomura, diretor de pagamentos da PayPal.

Na visão do coordenador do curso de administração do Ibmec de Minas Gerais, Eduardo Coutinho, porém, a redução de custos do sistema e o ambiente aberto não são garantia da redução de custos para o cliente final. “Toda a cadeia de pagamentos vai ter redução de custos, mas temos de observar para saber como isso vai se refletir no consumidor.” Ele acrescenta que a competição dependerá das condições de acesso ao mercado para as novas empresas. 

 Outros caminhos. Enquanto as mudanças não chegam, as carteiras digitais se movimentam para ganhar inserção no mercado. As chamadas e-wallets já permitem pagamentos instantâneos entre seus usuários e em estabelecimentos credenciados às suas redes. No entanto, trata-se de sistemas fechados que, no geral, não se comunicam com os concorrentes. Uma das características mais interessantes desse modelo é que não é preciso nem mesmo possuir uma conta bancária tradicional para utilizar as carteiras. É possível depositar dinheiro em cada uma delas por meio de boletos e, assim, fazer as demais transações normalmente dentro da rede credenciada. Para aumentar sua inserção, porém, essas fintechs têm buscado parcerias. 

É o caso da Payly, fintech do grupo Cosan, que anuncia nesta semana parceria com a Cielo. “Somos muito otimistas com o ecossistema do Banco Central, mas não vamos esperar a concretização desse processo para avançar”, diz o presidente da Payly, Juliano Prado. Com esse tipo de parceria, é possível realizar transações com lojistas não credenciados, mas que tenham a máquina de cartões parceira. Para o executivo da área de produtos da Cielo, Norberto Sanches, mesmo sabendo que o BC desenvolve um sistema em que as transações possam acontecer da carteira digital do cliente diretamente para a conta do estabelecimento comercial – sem intermediários –, essas parcerias fazem sentido. “A solução do BC está em desenvolvimento e é complexa. A gente não sabe como o cliente vai utilizá-la. Apoiamos a proposta do BC, mas ainda tem muito a ser esclarecido. Com essas parcerias, a gente estende a nossa estrutura. Futuramente as formas de pagamento podem conviver. E para nós, é importante chegar na frente”, diz Sanches.

Bolsonaro propõe mudar ICMS de diesel e gasolina

O presidente Jair Bolsonaro indicou neste domingo, 2, por meio de sua conta no Twitter, que deve encaminhar uma proposta ao Legislativo para alterar a forma de cobrança do ICMS que incide sobre a gasolina e o diesel. A ideia é acelerar a chegada dos cortes feitos nas refinarias, pela Petrobrás, ao consumidor.

No post, o presidente propõe a incidência de um valor fixo de ICMS por litro e não mais sobre a média de preço cobrado nos postos. “Os governadores cobram, em média, 30% de ICMS sobre o valor médio cobrado nas bombas dos postos e atualizam apenas de 15 em 15 dias, prejudicando o consumidor”, escreveu Bolsonaro.

Ele criticou o modelo dizendo que os governadores “não admitem perder receita, mesmo que o preço do litro nas refinarias caia”. Bolsonaro lembrou ainda que o governo reduziu três vezes os preços da gasolina e do diesel nas refinarias e questionou o motivo do ajuste não ter chegado aos postos.

“O presidente da República encaminhará proposta ao Legislativo e lutará pela sua aprovação”, escreveu.

O ICMS representa um terço do preço final dos combustíveis. Cada Estado tem liberdade para definir sua alíquota de ICMS, e o imposto é ad valorem, ou seja, a alíquota é definida em um porcentual do preço. 

“O presidente da República encaminhará proposta ao Legislativo e lutará pela sua aprovação”, escreveu Bolsonaro Foto: Gabriela Biló/Estadão

É um modelo diferente do aplicado em impostos federais, em que há um valor fixo por litro de combustível. Por isso, cada vez que a cotação do petróleo sobe ou que o câmbio perde valor ante o dólar, a arrecadação dos Estados sobe também.

De acordo com o sinalizado por Bolsonaro, o ICMS seria cobrado sobre o litro do combustível. Assim, a arrecadação dos Estados não aumentaria nem cairia, independente da variação dos preços de gasolina e diesel. O presidente já havia sugerido mudança no ICMS que incide sobre combustível em janeiro, quando a cotação do petróleo subiu após o ataque americano ao aeroporto de Bagdá, que resultou na morte do general iraniano Qassim Suleimani. À época, porém, governadores de Estados indicaram que se opunham à ideia. O ICMS sobre combustíveis responde por entre 18% e 20% da arrecadação dos Estados.

Troca de lideranças na Daimler Trucks & Buses

  • Ulrich Bastert, chefe mundial de Marketing, Vendas e Serviços ao Cliente da Daimler Buses, se aposentará em meados desse ano
  • Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil & CEO América Latina, assumirá seu lugar em 1º de junho
  • Karl Deppen será o novo presidente da Mercedes-Benz do Brasil a partir de maio

Após 35 anos na Daimler AG, Ulrich Bastert, chefe mundial de Marketing, Vendas e Serviços ao Cliente da Daimler Buses, se aposentará em 1º de julho de 2020. Philipp Schiemer, atual presidente da Mercedes-Benz do Brasil & CEO América Latina, será o seu sucessor, enquanto Karl Deppen, que era chefe de Controlling na Mercedes-Benz AG, ficará à frente da Mercedes-Benz no Brasil.

“Agradeço profundamente a Ulrich Bastert por mais de três décadas de sucesso em diversas posições-chave na Daimler Trucks & Buses”, afirma Martin Daum, CEO da Daimler Truck AG. “Dono de um amplo conhecimento e uma de nossas lideranças mais fortes, Ulrich Bastert desfrutará de sua merecida aposentadoria. Sua postura empresarial e incansável dedicação ao cliente são exemplares. Desejamos ao executivo tudo de bom nessa nova etapa de sua vida. ”

“Com Philipp Schiemer, o departamento mundial de Marketing, Vendas e Serviços ao Cliente da Daimler Buses terá um executivo de veículos comerciais altamente competente e experiente. Em seus mais de 15 anos no Brasil, Philipp Schiemer devolveu para marca Mercedes-Benz à sua posição de liderança e reestruturou completamente a nossa empresa neste mercado estratégico. Estamos muito felizes por receber Philipp agora como membro do Board da Daimler Buses”, declara Till Oberwörder, chefe mundial da Daimler Buses.

“Karl Deppen é uma liderança internacionalmente reconhecida por sua ampla formação e enorme experiência no setor de veículos comerciais. Com ele, nossos negócios no Brasil estarão em excelentes mãos”, antecipa Stefan Buchner, membro do Board da Daimler Trucks AG responsável pela marca Mercedes-Benz e também pela empresa no Brasil.

“As nomeações mostram que a Daimler Trucks & Buses dispõe de um quadro de lideranças amplo e flexível”, afirma Martin Daum.

Ulrich Bastert ingressou no Grupo Daimler em 1985 e desempenhou diversas funções em veículos comerciais, entre outras, a de presidente da então chamada DaimlerChrysler AG na República Tcheca e a de chefe de Marketing e Vendas de veículos comerciais na França. De 2007 a 2015, como chefe de Marketing, Vendas e Serviços na Mercedes-Benz Trucks, Bastert foi responsável pela gestão de distribuição de caminhões e por todos os assuntos relacionados com a comunicação e marketing da marca Mercedes-Benz nesse segmento. Desde 2015, ele está à frente da área de negócios da Daimler Buses.

Philipp Schiemer começou sua carreira na Daimler em 1984 e ocupou diversas funções de liderança nas áreas de vendas e gestão de produtos na Alemanha e no Brasil até 1997. Também foi líder de Marketing e Vendas da marca smart. Em 2004, ele retornou ao Brasil e assumiu a chefia de vendas no país. Em 2009, foi promovido a Head de Marketing de Automóveis da Mercedes-Benz em Stuttgart, na Alemanha. Em seguida, assumiu seu cargo atual, respondendo desde 2013 como presidente da Mercedes-Benz do Brasil & CEO América Latina.

O alemão Karl Deppen chegou ao Grupo Daimler em 1990 e ocupou diversos cargos de liderança nas áreas de Recursos Humanos, Compras e Logística até 2007, em geral com foco em veículos comerciais. Em virtude dos cargos que ocupou, morou por muitos anos nos EUA, na Turquia e no Japão. Em 2007, assumiu a gestão estratégica de projeto para os caminhões Atego e Atego BlueTec Hybrid. De 2011 a 2014, Karl Deppen foi responsável pela capacitação de lideranças em todo o mundo na Daimler, antes de assumir o cargo de CFO na Daimler China. Em seguida, assumiu sua posição atual, respondendo desde 2017 pelo controle de custos na Mercedes-Benz AG.

Setor da reparação automotiva ganha incentivo para competitividade

Um programa setorial de longo prazo começa a ser desenhado com o propósito de fomentar a competitividade do mercado da reparação automotiva, inicialmente, no Estado de São Paulo. Trata-se do Rota 45, cuja finalidade é preparar, capacitar, qualificar e certificar as oficinas de reparação mecânica de veículos e lojas de autopeças – empresas cadastradas com a CNAE 45, em preparação para as profundas mudanças do setor automotivo que já estão em curso, sinalizadas pelo programa federal Rota 2030 e por legislações federais como Lei da Liberdade Econômica, nova legislação trabalhista, nova previdência social, desburocratização da máquina pública e, principalmente, o novo perfil de cliente com a conexão por meios digitais. São mudanças significativas que certamente terão impacto direto no aftermarket automotivo.

O Rota 45 foi idealizado pelo Sindirepa-SP (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios) e pelo Sincopeças-SP (Sindicato do Comércio Varejista de Veículos, Peças e Acessórios para Veículos), em parceria com o IQA (Instituto da Qualidade Automotiva) e o Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), além de contar, no momento, com o apoio da Automec Feiras e as consultorias do Cesvi Brasil e do IAA (Instituto da Administração Automotiva).

Nesta parceria, o IQA, organismo acreditado pelo INMETRO, oferece serviços de qualificação e certificação que fomentam a melhoria contínua da qualidade de cada empresa na medida em que ampliam o conhecimento em relação aos novos processos de gestão e proporcionam condições de competitividade e maior visibilidade junto ao mercado. O IQA, atento às mudanças do mercado e na vanguarda dos processos da gestão da qualidade com foco na eficiência do negócio, entendeu o quão importante é esta iniciativa para o setor. Todo o trabalho se inicia com o diagnóstico sobre a situação da empresa, a partir do qual o gestor da oficina mecânica de veículos ou loja de autopeças recebe orientação sobre ações necessárias para melhoria dos processos, indicadas para a qualificação ou a certificação da qualidade.

Assim, o Rota 45 representa a ampliação do trabalho de incentivo à qualidade realizado no aftermarket por meio do PIQ (Programa de Incentivo da Qualidade), dedicado à certificação de oficinas, uma vez que agrega também lojas de autopeças, que terão mais possibilidades de serem certificadas com diversos benefícios, promovendo a qualidade de dois atores – oficinas e autopeças – fundamentais da cadeia, que precisam trabalhar em sinergia e estar preparados para as novas tecnologias automotivas e os avanços nos processos de gestão, a fim de proverem serviços de qualidade e com agilidade para um mercado cada vez mais exigente e qualificado.

Uma empresa certificada tem todas as condições de desenvolver negócios sustentáveis. Da mesma forma que a oficina de reparação mecânica de veículos precisa ter eficiência desde a recepção do cliente até a entrega do veículo, o varejista de autopeças precisa investir na melhoria contínua dos processos internos, do registro de produtos ao atendimento no balcão, de modo que possa entregar as autopeças corretas com a devida agilidade às oficinas para redução de erros nos processos de reparação automotiva.

Esta é uma oportunidade para o empresário revisitar o negócio com base nos pilares que sustentam um sistema de gestão orientado para a qualidade. Com a empresa certificada, o gestor passa a ter o controle dos processos com métodos de trabalho mais eficientes e colhe uma série de resultados, como aumento da produtividade, redução de custos e desperdícios, ampliação do faturamento e participação em licitações e tomadas de preço de organizações públicas e privadas.

Do Estado de São Paulo para o Brasil. Esta é a expectativa para o Rota 45, cujo movimento de inclusão será progressivo, de modo que microempresas de reparação de veículos e varejistas de autopeças de todo País serão inseridas e preparadas para a competitividade do setor automotivo, com reflexos positivos em toda cadeia de valor e sociedade, a partir da adequada manutenção dos veículos em circulação.

O IQA – Instituto da Qualidade Automotiva é um organismo de certificação sem fins lucrativos especializado em mobilidade. Criado em 1995 por entidades do setor e do governo, o IQA oferece soluções que fomentam a qualidade e a produtividade nos canais de produção e pós-vendas, como certificação de produtos, serviços e sistemas de gestão; treinamentos; manuais e ensaios de laboratório. É parceiro de organismos internacionais e acreditado pela CGCRE (Coordenação Geral de Acreditação) do Inmetro. Acesse o site www.iqa.org.br.