transporte coletivo público será fundamental na retomada das atividades

Com a prevista retomada das atividades nos principais centros do País nos próximos dias, o transporte coletivo será fundamental para que a disseminação da Covid-19 não seja acelerada e a saúde de todos, mantida. Ouça como empresas estão desenvolvendo soluções de Biossegurança Onboard para promover a desinfecção em ônibus, impedir a disseminação dos vírus e garantir proteção por até três dias.

Acesse o podcast: http://soundcloud.com/user-645576547/transporte-coletivo-publico-sera-fundamental-na-retomada-das-atividades

Pandemia faz com que marcas invistam em outros segmentos para conseguir manter faturamento e ajudar a população

Conhecida por ser uma empresa consagrada no ramo de cosméticos sensuais, a INTT decidiu investir no álcool em gel

 

O mundo está unido nesse momento para combater o coronavírus, e, com a intenção de garantir a segurança e o bem-estar da população, diversas medidas foram tomadas, como o isolamento social e o fechamento de comércios e serviços não essenciais. Tais ações fizeram com que muitas empresas passassem a investir nas vendas online ou mesmo mudassem seus segmentos como forma de manterem seus faturamentos. “Embora todos os nossos produtos sejam vendidos on-line, também tínhamos diversos pontos de vendas físicos espalhados pelo Brasil que precisamos fechar, desse modo, tivemos de buscar algumas alternativas para nos adaptarmos ao atual momento do país”, explica Stephanie Seitz, diretora da INTT Cosméticos.

 

A marca de cosméticos sensuais e de sex toys surgiu em 2007, após a família Seitz desembarcar no aeroporto de Munique, na Alemanha, e se surpreenderem com a qualidade dos produtos que eram vendidos no sex-shop local. Há quase 15 anos no mercado de produtos eróticos de alta qualidade, a INTT decidiu, nesse momento delicado, investir em um produto que até então nunca esteve no catálogo da marca: o álcool em gel, comercializado em embalagens de 100ml.

“Decidimos criar esse produto após perceber que muitas pessoas estavam com dificuldades de encontrar o álcool em gel nos estabelecimentos ou, quando encontravam, deparavam-se com um preço abusivo, além disso, com essa ação, conseguimos manter nosso faturamento”, explica a empresária.

 

Sensibilizada com a situação que os brasileiros estão enfrentando, principalmente os mais vulneráveis como os idosos, a INTT irá doar 10% da produção de álcool em gel para o Recanto do Idoso Nosso Lar Núcleo Batuíra Serviço de Promoção da Família, que fica localizado na Rua Serra Azul, 469 – Vila Carmela I – Guarulhos. O núcleo atualmente possui 50 idosos acolhidos e 37 colaboradores. “Nesse momento, a prioridade é a saúde da população, então nosso foco é contribuir para que, tomando os devidos cuidados, todos consigam passar por esse período com segurança. Além disso, estamos investindo nas lojas online para garantir o prazer de todos aqueles que estão em isolamento, estejam eles sozinhos ou acompanhados.”  – diz Stephanie.

 

Sobre a INTT Cosméticos

Marca inovadora, a INTT Cosméticos é conceituada no mercado erótico e sensual, tanto pela qualidade de seus produtos quanto pela beleza de suas embalagens. A empresa é especializada em bem-estar e cosméticos sensuais. Trabalha incansavelmente na busca de levar produtos de qualidade aos consumidores no Brasil e no mundo. Saiba mais em: www.lojaintt.com.br.

Daimler e Volvo se unem para produzir células de combustível em larga escala

  • Companhias líderes da indústria de veículos comerciais compartilham a visão de soluções de transporte sustentável
  • Sucesso comercial da tecnologia de células de combustível é essencial para o transporte livre de emissões de CO2
  • Joint venture 50/50 visa o desenvolvimento e produção de células de combustível para veículos pesados e outras aplicações

 

Por compartilharem a visão “Green Deal” (Acordo Verde) de soluções de transporte sustentável e de uma Europa livre de emissões de carbono até 2050, duas companhias líderes da indústria de veículos comerciais – o Grupo Daimler e o Grupo Volvo – assinaram um acordo preliminar não vinculativo para a criação de uma nova joint venture. A intenção é desenvolver, produzir e comercializar sistemas de células de combustível para veículos pesados e outras aplicações. A Daimler consolidará todas as suas atividades atuais dessa tecnologia na joint venture. E o Grupo Volvo irá adquirir 50% desta joint venture por aproximadamente 0,6 bilhões de Euros à vista e livre de dívidas.

 

“O transporte e a logística mantêm o mundo em movimento e essa necessidade continuará crescendo. Transporte verdadeiramente neutro quanto ao CO2 pode ser viabilizado com trens de força elétricos que utilizam energia proveniente de baterias ou por meio da conversão de hidrogênio em eletricidade. Para que os caminhões possam trabalhar com cargas pesadas em longas distâncias, as células de combustível são uma resposta importante e uma tecnologia na qual a Daimler já adquiriu know-how substancial nas últimas duas décadas, por meio da unidade Mercedes-Benz de células de combustível. Essa iniciativa conjunta com o Grupo Volvo é um marco de progresso para viabilizar a chegada de nossos caminhões e ônibus movidos por essa tecnologia nas estradas”, diz Martin Daum, presidente do Conselho de Administração da Daimler Truck AG e membro do Conselho de Administração da Daimler AG.

 

“A eletrificação do transporte rodoviário é um elemento chave para a viabilização do chamado Green Deal, uma Europa livre de emissões de carbono e, em última análise, um mundo livre de emissões. Usando o hidrogênio como meio de produção de eletricidade verde para mover os caminhões elétricos nas operações de transporte de longo percurso é uma parte importante do quebra-cabeça, além de ser um complemento para os veículos elétricos movidos por baterias e por combustíveis renováveis. Combinar o Grupo Volvo com a experiência da Daimler para acelerar o ritmo de desenvolvimento é algo muito bom, tanto para os clientes, quanto para a sociedade. Ao formar essa joint venture, demonstramos claramente que acreditamos em células de combustível de hidrogênio para veículos comerciais. Porém, para que essa visão se torne realidade, outras empresas e instituições também precisam apoiar e contribuir para esse desenvolvimento, no mínimo visando estabelecer a infraestrutura de combustível necessária”, afirma Martin Lundstedt, presidente e CEO do Grupo Volvo.

 

Os grupos Volvo e Daimler serão parceiros com participação 50/50 nessa joint venture, que funcionará como entidade independente e autônoma, com as duas Companhias continuando a ser concorrentes em todas as outras áreas de negócios. Juntando forças, é possível reduzir os custos de desenvolvimento para ambas e acelerar a introdução dos sistemas de células de combustível nos produtos usados para as aplicações de transporte pesado e de longa distância. No contexto da crise econômica atual, a colaboração se tornou ainda mais necessária, visando atingir os objetivos do “Green Deal” dentro de um prazo viável.

 

A meta comum é que ambas as Companhias produzam, em série, veículos pesados com células de combustível na segunda metade da década. Além disso, outros usos automotivos e não automotivos também fazem parte do escopo da nova joint venture.

 

Para viabilizar a joint venture, a Daimler está reunindo todas as atividades relativas a células de combustível do grupo inteiro em uma nova unidade específica na Daimler. Nesse contexto, inclui-se a alocação das operações da “Mercedes-Benz Fuel Cell GmbH”, que tem ampla experiência no desenvolvimento desses sistemas e armazenamento de hidrogênio para várias aplicações de veículos.

 

A joint venture incluirá as operações em Nabern/Alemanha (atualmente sede da Mercedes-Benz Fuel Cell GmbH), com instalações de produção na Alemanha e no Canadá.

 

O contrato preliminar assinado não é vinculativo. Está previsto um acordo final por volta do terceiro trimestre e fechamento antes do final deste ano. Todas as transações em potencial estão sujeitas a análise e aprovação pelas autoridades competentes responsáveis.

 

Células de combustível e o hidrogênio como combustível 

Uma célula de combustível de hidrogênio converte a energia química do combustível – neste caso, hidrogênio e oxigênio (do ar) – em eletricidade. Essa energia alimenta os motores elétricos que movem o veículo.

 

Há duas maneiras principais de produzir o hidrogênio necessário. O chamado hidrogênio verde pode ser fabricado localmente na estação de gás, usando a eletricidade para converter água em hidrogênio. Além disso, está previsto que o hidrogênio azul será produzido a partir de gás natural, usando tecnologia de captação de carbono para criar um combustível neutro quanto ao carbono.

O futuro da mobilidade pós-pandemia é destaque do Festival Novo Mundo

Edição especial online da Welcome Tomorrow reúne lideranças e especialistas de diversos setores para debates, palestras e shows gratuitos nos dias 28, 29 e 30 de abril

 

A Welcome Tomorrow – festival que há 8 anos debate o futuro das cidades – terá uma edição extra em 2020 por conta das crises social, econômica, política e de saúde pública decorrentes do coronavírus. O futuro da mobilidade será um dos destaques da programação 100% online, que inclui três dias inteiros (28, 29 e 30 de abril) de palestras, debates, intervenções artísticas e shows totalmente gratuitos.

A programação reunirá mais de 20 lideranças empresariais, políticas e especialistas em áreas como mobilidade, inovação, educação, economia digital e saúde. Entre os nomes confirmados no palco de mobilidade, estão Alejandro Agag, presidente da Fórmula E; Lucas di Grassi, fundador do Zero Summit e Piloto da Fórmula E; Silvia Barcik, diretora de Inclusão e Mobilidade Sustentável da Renault. Nos demais painéis, alguns dos destaques são: Claudio Lottenberg, presidente do Conselho do Hospital Albert Einstein; Claudia Sender, do conselho de empresas como Telefônica e Gerdau; Laercio Albuquerque; presidente da Cisco Brasil; Daniel Castanho, presidente do Conselho da Ânima Educação; Walter Longo, especialista em inovação e transformação digital; Isaac Ben Israel, cientista israelense; Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva; e Celso Athayde, CEO da Favela Holding.

 

Batizada de Festival Novo Mundo, essa edição especial do Welcome Tomorrow, realizado pela GL events, vai acontecer nos dias 28, 29 e 30 de abril, das 10h às 22h. Inscrições: http://welcometomorrow.com.br/festivalnovomundo

Já a Welcome Tomorrow 2020 está marcada para os dias 3, 4 e 5 de novembro, no São Paulo Expo.

 

Veja abaixo a programação completa:

Emplacamentos de veículos registram queda no primeiro trimestre de 2020

A FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores divulgou, nesta quinta-feira, 2 de abril, o desempenho dos emplacamentos de veículos no mês de março e do acumulado do primeiro trimestre de 2020. Apenas em Automóveis e Comerciais Leves, a queda foi de mais de 8%, no acumulado do trimestre, e de quase 22% na comparação entre os meses de março/2020 e março/2019.

Sofrendo impacto direto da pandemia do Coronavírus, e da consequente paralisação, quase que absoluta, das Concessionárias de Veículos, em todo o Brasil, em função dos decretos de quarentena, o Setor da Distribuição de Veículos sofreu forte retração nas vendas, em março, revertendo a curva de crescimento que vinha sendo registrado no primeiro bimestre deste ano.

De acordo com o levantamento da FENABRAVE, em março, foram licenciados 249.158 veículos, considerando automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos, o que reflete retração de 15,02% na comparação com fevereiro, quando foram emplacadas 293.211 unidades. Já na comparação com os 305.510 veículos, licenciados em março do ano passado, a baixa foi de 18,45%.

No acumulado do primeiro trimestre de 2020, foram emplacadas 840.800 unidades, o que representa uma queda de 7,06% em relação ao mesmo período de 2019, quando foram vendidos 904.698 veículos.

Os dados da FENABRAVE mostram que os licenciamentos de automóveis e comerciais leves apresentaram baixa de 19,11% em março, totalizando 155.810 unidades, contra 192.627 unidades registradas em fevereiro. Se comparado com março do ano passado, este resultado também aponta retração de 21,91% (199.516 unidades). No acumulado do primeiro trimestre de 2020 (532.549 unidades), as vendas desses segmentos registraram queda de 8,18%, comparadas às realizadas de janeiro a março do ano passado, quando foram vendidos 579.988 automóveis e comerciais leves.

Para o Presidente da FENABRAVE, Alarico Assumpção Júnior, o mês de março foi impactado, drasticamente, em função da pandemia do Coronavírus. “Nosso Setor, que representa 4,5% do PIB e gera, diretamente, mais de 315 mil empregos, por meio de 7,3 mil concessionárias, está, praticamente, paralisado, em função dos decretos de quarentena. Apenas algumas concessionárias estão com as oficinas abertas, para atender caminhões, ambulâncias e outros veículos essenciais para serviços de primeira necessidade, como os ligados à saúde e alimentação”, comentou.

Segundo Assumpção Júnior, ainda não é possível revisar as projeções do Setor para o ano de 2020, em função da falta de previsibilidade de retorno do comércio e dos reais impactos ao final do período de quarentena. “Sabemos que a prioridade é a saúde da população, mas, a continuar como está, em um mês de estagnação, cerca de 20% dos empregos do nosso Setor podem ser comprometidos, pois os Concessionários estão sem receita e, ao contrário, têm despesas fixas. Por enquanto, as Concessionárias estão segurando a situação como podem, antecipando férias, utilizando banco de horas, mas, chegará um momento em que isso não se sustentará”, revela o Presidente da FENABRAVE.

Para atenuar a situação dos empresários do Setor, a FENABRAVE tem solicitado diversos pleitos, tanto aos Governos Estaduais e Municipais, como junto ao Governo Federal, BNDES, entre outros órgãos.

Entre os pedidos, direcionados aos estados e municípios, estão alguns já atendidos, como a autorização de funcionamento das oficinas, em algumas cidades, para a realização de serviços essenciais e de garantia. “Se não fizermos a manutenção dos caminhões, motos, táxis ou veículos que trabalham por aplicativos, como esses poderão transportar itens de primeira necessidade à população? Como as ambulâncias e ônibus poderiam atender e transportar as pessoas? Como a população será reabastecida, de alimentos, se os tratores e máquinas agrícolas não funcionarem?”, explica Assumpção Júnior.

Outros pedidos têm sido encaminhados às autoridades e entidades ligadas ao Setor, como, por exemplo:

  • Suspensão de pagamento do IPVA, aos estados;
  • Linha de crédito especial, ao BNDES, para empresas do Setor;
  • Desoneração de Folha de Pagamentos e encargos, ao Governo Federal, a quem está sendo solicitada e, ainda, a redução ou postergação de tributos, por 120 dias;
  • Solicitação, às entidades que representam as Instituições Financeiras, para que não elevem as taxas de juros, tanto para empresas como para pessoas físicas;
  • Solicitação de liberação de crédito, às Instituições Financeiras, para a comercialização de tratores e máquinas agrícolas sem o registro das cédulas em cartório;

Além de pedidos, a FENABRAVE fez manifestos de apoio às categorias que têm se mobilizado para atender à população, durante a pandemia, como é o caso dos Caminhoneiros, Taxistas e Motoristas de Aplicativos, Motoboys e Profissionais de Saúde, entre outros. A entidade também manifestou apoio ao Ministério da Saúde, pela condução ágil e assertiva em relação à contenção da pandemia no Brasil.

“Temos orgulho desses profissionais, que não poupam esforços e colocam suas vidas em risco para atender à população. Da mesma forma, acreditamos no nosso Governo e no nosso País. Não estamos pedindo benefícios. Estamos solicitando medidas de contenção para evitar o colapso do nosso e de outros setores importantes para a nossa economia”, enfatiza o Presidente da FENABRAVE, concluindo que “já passamos por uma forte crise recente e devemos tentar mitigar os impactos desta nova crise para que, quando a pandemia passar, as empresas continuem abertas, gerando empregos”.

Contra o Coronavírus

Segundo o Presidente da FENABRAVE, tão logo seja possível e autorizada a reabertura total dos estabelecimentos comerciais, conforme deliberação de cada estado e município, as Concessionárias estarão preparadas para voltar a operar, normalmente, e com todas as garantias de segurança sanitária e de saúde, preconizadas pela OMS. “A FENABRAVE criou um Guia Prático, contra a disseminação do Coronavírus, disponibilizado para as Concessionárias, para que garantam a saúde de seus colaboradores e clientes, com orientações sobre a devida assepsia dos ambientes, equipamentos, peças, acessórios e veículos, até os cuidados no trato pessoal, oferecendo álcool em gel em todas as áreas de permanência dos clientes, distância mínima de 1,5m entre as pessoas, entre outros cuidados, preconizados pelo Ministério da Saúde e OMS”, comenta Assumpção Júnior.

Segundo ele, entre os colaboradores das Redes, casos de grupos de risco, como pessoas com mais de 60 anos de idade ou com acometimentos de doenças pré-existentes, como hipertensão arterial, cardiopatias, lúpus, em tratamento contra o câncer, entre outros, continuariam atuando, remotamente, por tele trabalho, de seus domicílios, até que a pandemia estivesse totalmente controlada. “Não queremos colocar a vida de ninguém em risco, mas precisamos de uma certa previsibilidade sobre quando voltaremos a operar, assim como necessitamos de medidas que permitam, às empresas e pessoas, postergar despesas, às quais, não terão condições de pagar nesse momento”, finalizou o Presidente da FENABRAVE.Acompanhe, na tabela a seguir, os dados de emplacamentos de veículos NOVOS para cada segmento automotivo.

Avaliação dos Segmentos

O mercado de Caminhões emplacou 6.483 unidades em março deste ano, contra 6.507 unidades em fevereiro, o que representa retração de 0,37%. Na comparação com março de 2019, quando foram vendidos 7.628 caminhões, a queda registrada foi de 15,01%. No primeiro trimestre de 2020, este segmento retraiu 5,62%, ante o mesmo intervalo do ano passado, somando 20.175 unidades emplacadas contra as 21.376 acumuladas nos três primeiros meses de 2019.

O segmento de Ônibus teve queda de 29,66% em março (1.295 unidades), sobre fevereiro (1.841 unidades). Na comparação com março de 2019, quando foram vendidos 2.004 ônibus, a queda foi de 35,38%. No acumulado do primeiro trimestre de 2020, os emplacamentos de ônibus caíram 14,52% sobre igual período do ano passado, somando 5.294 unidades, contra as 6.193 unidades acumuladas em 2019.

As vendas de Implementos Rodoviários também tiveram queda de 6,53% em março (4.109 unidades) sobre fevereiro (4.396 unidades), e 19,19% de retração, na comparação com março do ano passado (5.085 unidades). No acumulado dos três primeiros meses de 2020, houve emplacamento de 13.142 implementos rodoviários, ficando 5,93% abaixo do resultado no mesmo período de 2019.

O cenário do segmento de Motocicletas apontou retração de 5,56% sobre fevereiro, totalizando 75.356 unidades emplacadas em março. Na comparação com março de 2019, quando foram vendidas 83.825 motos, houve queda de 10,10%. No acumulado dos três primeiros meses de 2020, as 246.832 motos emplacadas representaram retração de 4,59% sobre as vendas do mesmo período de 2019. Segundo levantamento da FENABRAVE, o aumento dos serviços de entrega em domicílio (delivery) tem feito a demanda por motos aumentar. No entanto, com as montadoras em férias coletivas, com a paralisação das Concessionárias e com a redução da oferta de crédito pelos bancos, a recuperação deste segmento dependerá, exclusivamente, do retorno do País às atividades normais, após o controle da pandemia do Coronavírus.