Toyota passa a oferecer cinco anos de garantia para toda a linha de veículos zero quilômetro

  • Medida visa reiterar a confiança da marca na qualidade, durabilidade e confiabilidade de seus produtos
  • Componentes do sistema híbrido Toyota continua com garantia estendida de oito anos
  • Primeiro modelo da marca a contar com novo período de cobertura foi o Novo Corolla 2020, lançado em setembro de 2019

 

A Toyota do Brasil passa a oferecer cobertura de cinco anos de garantia para todos os seus modelos zero quilômetro, ou seja, veículos ano/modelo 2020. A medida visa reafirmar seu compromisso em oferecer produtos de qualidade, durabilidade e confiabilidade aos seus clientes.

A nova cobertura, vinculada ao limite de 100 mil km rodados aplicados somente para pessoa jurídica e/ou uso comercial, passa a valer para todos os veículos produzidos e comercializados a partir de 2020. Antes, os modelos Toyota contavam com três anos e até então, somente o Novo Corolla 2020, lançado em setembro do ano passado, possuía o novo prazo.

Para os modelos híbridos, os componentes do sistema seguem com o mesmo período de cobertura de oito anos e o encerramento do prazo com 200 mil km rodados, tanto para pessoa jurídica como física.

Para que a garantia tenha total cobertura e validade, é preciso que os veículos estejam em condições normais de utilização e tenham suas manutenções periódicas realizadas na rede de concessionárias Toyota, dentro dos limites de prazo e quilometragem, conforme determinam o manual do proprietário.

É importante ressaltar que a instalação de acessórios e itens de reposição deve ser feita com peças genuínas Toyota. Qualquer modificação no veículo fora das especificações está sujeita à perda da cobertura da garantia.

Para acessar este press release, bem como todo o material de imprensa da Toyota do Brasil, como fotos e vídeos, visite http://www.toyotaimprensa.com.br.

 

 

Toyota do Brasil Ltda. conta com quatro unidades produtivas nas cidades paulistas de Indaiatuba, Sorocaba, Porto Feliz e São Bernardo do Campo, cidade que também abriga um Centro de Pesquisa Aplicada e um Centro de Design. A empresa conta ainda com três centros de distribuição de veículos em Guaíba (RS), Vitória (ES) e Suape (PE), um centro de distribuição de peças em Votorantim (SP), um escritório de representação em Brasília (DF), e mais de 6.000 colaboradores. Fundada em 1937, a Toyota Motor Corporation (TMC) é uma das fabricantes de veículos para passageiros e comerciais mais representativas do mundo. Com produção em 28 países e regiões e vendas em mais de 160 países, a empresa é detentora das marcas Toyota, Lexus, Daihatsu e Hino. A Toyota possui ações nas Bolsas de Valores de Tóquio, Nagoya, Osaka, Fukuoka e Sapporo (Japão), Nova Iorque (EUA) e Londres (Reino Unido) e emprega atualmente mais de 344.000 colaboradores em todo o mundo. Mais informações podem ser obtidas nos sites http://www.toyota-global.com/ e http://www.toyota.com.br ou http://www.facebook.com.br/toyotadobrasil.

Emplacamentos de veículos caem 73,5% em abril

A comercialização de automóveis e comerciais leves teve queda de 76,79% entre os meses de abril de 2019/2020, e acumula retração de 27,13% no quadrimestre deste ano. Estados, como São Paulo, que representavam, em abril de 2019, 25,3% das vendas desses segmentos, no país, passaram a 0,9%, em abril de 2020, em função do fechamento do comércio.

 

A FENABRAVE- Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores apurou queda de 73,57% nos emplacamentos de veículos automotores no mês de abril, considerando todos os segmentos automotivos, em relação ao mesmo mês de 2019.

Foram emplacados 89.692 veículos (entre automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, implementos rodoviários e motocicletas) em abril/2020, contra 339.388 veículos em abril de 2019. Se comparado ao mês de março/2020, abril mostrou queda de 64,04% e, na relação do acumulado do quadrimestre (janeiro a abril), o ano de 2020 está 25,17% abaixo do mesmo período do ano passado. “Passamos de 1.244.086 unidades, emplacadas no acumulado de 2019, para 930.918 veículos, no mesmo período deste ano. Isso demonstra o resultado da chamada parada súbita de nossa economia, e da inoperância da maior parte das Concessionárias, em decorrência da quarentena, decretada pelos estados, em função do Coronavírus, que determinou o fechamento do comércio na maior parte de nosso País”, avalia Alarico Assumpção Júnior, Presidente da FENABRAVE.

A comercialização de automóveis e comerciais leves teve queda de 76,79% entre os meses de abril de 2019/2020, passando de 221.292 unidades, comercializadas, em abril do ano passado, para 51.362 unidades, vendidas em abril de 2020.

No acumulado do quadrimestre, a retração foi de 27,13%, com 583.905 autos e leves vendidos entre janeiro a abril de 2020, contra 801.280 comercializados em igual período de 2019.

“Lamentavelmente, voltamos aos patamares de vendas, registrados há 14 anos, para automóveis e comerciais leves e, para o Setor em Geral, retornamos aos volumes de 1992, ou seja, voltamos aos resultados de 28 anos atrás”, aponta Assumpção Júnior.

No caso de caminhões, a retração no acumulado foi de apenas 2 anos, mas, chegou a 26 anos de retrocesso, se forem considerados, apenas, os dados de abril.

Para motos, houve retrocesso de 24 anos, em relação aos dados de abril/2020, e de 17 anos, no acumulado do quadrimestre.

Acompanhe o resultado, de cada segmento, na tabela abaixo

 

Entraves e Soluções para a Retomada do Setor

 

Retorno às atividades

Ainda sem poder fazer projeções sobre os resultados do Setor, para 2020, em função da falta de previsibilidade do retorno da economia à normalidade, o Presidente da FENABRAVE afirma que as Concessionárias de Veículos encontram entraves importantes, para a retomada, ainda que gradativa, dos volumes de antes da crise, iniciada em março deste ano. “Precisamos ter previsibilidade de retorno e liquidez, para sobreviver”, alerta Assumpção Júnior.

 

O primeiro entrave, citado por ele, é que, atualmente, há poucos estados onde as Concessionárias foram autorizadas, pelo Governo Estadual e Municipal, a voltar a operar 100%, ou seja, com vendas de veículos, além de peças e serviços de manutenção. “Em estados onde a quarentena foi flexibilizada, como em Goiás, por exemplo, a queda do Setor foi menor, tanto na comparação entre abril de 2020 e de 2019 (-47,8%), como no acumulado do ano (-6,7%)”, declarou o Presidente da FENABRAVE.

 

Com isso, o primeiro passo, para o retorno do equilíbrio das 7.300 Concessionárias de Veículos, existentes no Brasil, deve ser o imediato retorno às nossas atividades normais. “Destaco que, como vem sendo, incansavelmente, enfatizado, em todos os ofícios enviados pela Federação, e nas reuniões remotas, entre a FENABRAVE e Governos – sejam Federal, Estadual ou Municipal-, estamos prontos para voltar, com total responsabilidade e seguindo, rigorosamente, todos os protocolos de saúde e cuidados sanitários, preconizados pela OMS, Ministério da Saúde e demais Autoridades Sanitárias. Vale ressaltar que as Concessionárias não são locais que provocam aglomerações. Além disso, outro argumento irrefutável refere-se à importância das atividades das Concessionárias, que garantem a mobilidade e manutenção de veículos que são primordiais nessa fase, já que transportam cargas e pessoas, por todo o País”, argumentou Assumpção Júnior.

 

Nesse sentido, pleito da entidade, encaminhado ao Governo Federal, incluindo Presidência da República, Ministério da Economia (SEPEC), Infraestrutura e Casa Civil, já foi atendido, pelo recente DECRETO No. 10.329, que prevê a inclusão das Concessionárias de Veículos no rol de atividades essenciais: “….atividades de comércio de bens e serviços, incluídas aquelas de alimentação, repouso, limpeza, higiene, comercialização, manutenção e assistência técnica automotivas, de conveniência e congêneres, destinadas a assegurar o transporte e as atividades logísticas de todos os tipos de carga e de pessoas em rodovias e estradas.

 

“No entanto, este Decreto não afasta a competência ou a tomada de providências normativas e administrativas pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, em conformidade com a decisão do Supremo Tribunal Federal, de 15 de abril de 2020, segundo a qual, Estados e Municípios têm o poder de estabelecer políticas de saúde, inclusive questões de quarentena e a classificação dos serviços essenciais. Por isso, continuaremos trabalhando para a retomada total das nossas atividades, em todos os estados e municípios do País, sempre observando as cautelas sanitárias necessárias, de forma a possibilitar a sobrevivência do nosso setor”, esclarece o Presidente da FENABRAVE.

 

A entidade e suas regionais já encaminharam ofícios as todos os Estados e Municípios, solicitando a reabertura, responsável e comprometida, das Concessionárias, e vem participando, semanalmente, de reuniões remotas com entidades congêneres ao setor e com o Governo do Estado de São Paulo, para argumentar em favor da reabertura, gradativa, das Concessionárias e DETRANs, principalmente, nos municípios menos afetados pelo COVID-19.

 

Desde então, alguns estados, como Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina já autorizaram a reabertura das Concessionárias locais.

 

Linhas de Crédito e Capital de Giro

Outro problema, enfrentado pelas Concessionárias, é a falta de liquidez, durante o período da crise. Nesse sentido, a entidade está se reunindo, semanalmente, com a equipe da SEPEC – Secretaria Especial da Produtividade, Emprego e Competitividade, que faz parte do Ministério da Economia, para que linhas de crédito possam chegar, rápida e efetivamente, às Concessionárias, a juros razoáveis, para que essas tenham condições de manter seus negócios até a recuperação do mercado o que, na avaliação da FENABRAVE, levará algum tempo, mesmo após o controle da pandemia. “Sem vendas e sem liquidez, os concessionários, que respondem por 5,12% do PIB, e, consequentemente, os mais de 315 mil empregos gerados, diretamente, por eles, estarão em risco, pois, mais de 30% das empresas do setor talvez não tenham fôlego para chegar ao final deste mês”, alerta Assumpção Júnior.

A entidade também vem solicitando, ao Governo, a postergação do pagamento de impostos e orientando as Associações de Marca a negociarem, junto às Montadoras, maiores prazos de pagamento, para veículos e peças, assim como a antecipação de recebíveis. “Todos devem estar unidos para passarmos por esse difícil momento e isso só acontecerá se as Redes tiverem capital de giro para operar”, esclarece Assumpção Júnior.

 

Viabilidade de novos negócios – DETRAN e RENAVE

Para que novos negócios possam ser gerados, pelas Concessionárias, a FENABRAVE vem solicitando imediato retorno dos DETRANS que estão inoperantes. “Sem emplacamentos, fica complicado concretizar vendas, ainda que remotamente. Por isso, pedimos que os DETRANS e Cartórios voltem a operar. Outro ponto que pode favorecer novos negócios, nesse momento, é a efetiva implantação do RENAVE- Registro Nacional de Veículos em Estoque, que se daria, eletronicamente e, portanto, sem qualquer risco”, ressalta o Presidente da FENABRAVE.

 

Compromisso do Setor no Combate ao Coronavírus

A FENABRAVE formou, em 13 de março/2020, um Comitê de Crise COVID-19, com o objetivo de preparar as Concessionárias a enfrentar esse importante desafio, tomando todas as precauções sanitárias disponíveis para que o Coronavírus não se propague no Setor.

 

Como primeira e emergencial medida, foi desenvolvido, com base nos protocolos do Ministério da Saúde e OMS, já no início da pandemia, no Brasil, um Guia de Orientações contra o Coronavírus (no qual incluem-se vídeos de orientação), onde é possível acessar o material no portal da Federação (www.fenabrave.org.br), e já encaminhado às Concessionárias de Veículos, suas Associações de Marca e demais lideranças do Setor.

 

“Esse Guia prevê a adoção de todos os protocolos de saúde sanitária, com especial ênfase para os cuidados de higiene pessoal e local, incluindo sanitização constante dos veículos e instalações, tanto em showroom, oficinas como nas áreas de refeição, estacionamento e administrativas, assim como a disponibilização e uso permanentes de máscaras de proteção individual (EPI´s), álcool em gel, em todos os departamentos, à vista e oferecidos a todos os colaboradores e clientes, assim como recomendamos a colocação de cartazes e avisos, em locais de alta visibilidade, relacionados à distância necessária entre as pessoas, estações de trabalho, entre outros procedimentos, a serem rigorosamente seguidos”, enfatiza o Presidente da FENABRAVE.

 

Entre outras orientações, encaminhadas, pela entidade, às suas lideranças e Concessionárias a essas filiadas, estão medidas como:

  • Realizar escala de revezamento, visando reduzir o número de colaboradores, utilizando-se das alternativas previstas na MP 936;
  • Não manter, nas equipes, pessoas consideradas do grupo de risco, tais como idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas;
  • Controlar acesso ao showroom, evitando aglomeração de pessoas;
  • Reforço da alternativa de atendimento ao cliente, com agendamento prévio;
  • Estabelecer controle de condições clínicas e protocolos de atuação/encaminhamento, caso haja manifestação de sintomas por quaisquer colaboradores e/ou seus parentes próximos/de convívio;

“Também estamos nos unindo, a entidades congêneres, como ANFAVEA, Sindipeças, entre outras, ligadas aos segmentos que representamos, para que, juntos, possamos encontrar caminhos para ajudar a população e as empresas do Setor a retomar suas atividades, sem correr riscos” , finaliza Alarico Assumpção Júnior.

 

TABELA RESUMIDA DE DADOS

 

Vendas de veículos seminovos e usados caem 62,58% durante pandemia da COVID-19

Segundo levantamento na plataforma de repasse da Auto Avaliar, Sergipe registra maior perda entre os estados, com 88,9% de queda

 

O varejo de veículos seminovos e usados registrou em média perda de 62,58% no volume de vendas no mês de abril em comparação com o mesmo período do ano anterior. O dado é fruto do levantamento da Auto Avaliar, com base nas transações realizadas entre 3,2 mil concessionárias e cerca de 30 mil lojistas multimarcas no Brasil.

Segundo análise na plataforma da Auto Avaliar, que congrega mais de 75% do mercado de repasse de seminovos e usados entre os distribuidores e as lojas de rua no País, Sergipe registra maior perda entre os estados, com 88,9% de queda, seguido por Alagoas, com 83,3%, e Tocantins, com 80%.

A análise foi feita com base nas transações de seminovos e usados entre concessionárias e lojistas no Brasil nas datas de de 1 a 19 de abril deste ano, auge da pandemia e isolamento social no País, em comparação com o mesmo período do exercício anterior. No total, foram avaliadas cerca de 7,4 mil negociações no varejo brasileiro de automóveis

Por outro lado, os estados de Roraima e Espírito Santo registraram aumento no volume de transações no período, com 200% e 14,6% de crescimento, respectivamente (veja lista completa abaixo).

Em contrapartida, o varejo de automóveis comprou e vendeu cerca de 18 mil veículos seminovos e usados no mês de janeiro na plataforma de repasse online da Auto Avaliar. O volume representa cerca de 10% do total de venda de modelos zero quilômetro pelas distribuidoras no período, com 184 mil unidades emplacamentos.

O montante negociado na plataforma da empresa é 38% maior em relação a janeiro do ano anterior, quando foram registradas cerca de 13 mil unidades vendidas.

Segundo dados da plataforma Auto Avaliar, o comércio eletrônico de veículos seminovos e usados no Brasil atingiu a cifra de R$ 5,2 bilhões em negócios no ano de 2019. A movimentação financeira é 53% maior em relação ao período do exercício anterior, quando as vendas somaram R$ 3,4 bilhões.

As distribuidoras comercializaram no ano passado cerca de 180 mil automóveis pela plataforma da Auto Avaliar, um crescimento de 41% em comparação com o ano anterior. O valor médio das vendas foi de R$ 28,8 mil por veículo em 2019.

Segundo JR Caporal, CEO da Auto Avaliar, o varejo de automóveis tem sido afetado amplamente pela queda da atividade econômica causada pelo isolamento social no combate ao novo coronavírus. “Por outro lado, as negociações pela internet podem ser uma boa alternativa para concessionárias e lojistas neste momento”, diz. “Por isso, que oferecermos ao mercado o sistema de Avaliação Online, que permite ao consumidor enviar pela internet para as concessionárias as informações e fotos do carro ofertado na troca por um novo modelo. Na sequência, os distribuidores avaliam os dados e retornam com uma possibilidade de negociação”, acrescenta.

“De qualquer forma, o repasse online de seminovos é atualmente uma estratégia utilizada pelo varejo automobilístico para ampliar seus negócios no Brasil, em paralelo com as vendas de zero quilômetro. O uso de uma plataforma B2B para comércio de veículos traz mais agilidade e garante, sobretudo, maior transparência no repasse de automóveis feito entre concessionárias e lojistas”, conclui.

Vendas de seminovos e usados no Brasil

Fonte: Auto Avaliar (2020)