Demanda por empregos na área de marketing digital deve seguir em alta em 2021, segundo o LinkedIn

Produção de conteúdo e serviços criativos também aparecem no levantamento que traz profissões, habilidades e panorama geral do mercado

 

Com o aumento do consumo de conteúdo online como uma forte tendência dos últimos anos, os cargos voltados para o ambiente digital também ganham um espaço cada vez maior no mercado de trabalho. Um levantamento realizado pelo LinkedIn, a maior rede social profissional do mundo, mostra que, entre os 15 empregos que mais cresceram entre abril e outubro de 2019 em comparação com o mesmo período de 2020, três estão relacionados ao setor de conteúdo e marketing digital.

Com os orçamentos de marketing reduzidos por conta da pandemia, houve um aumento na demanda por cargos focados em alternativas inovadoras às ferramentas de marketing tradicionais, como especialista em desenvolvimento e produtor(a) de conteúdo. Profissionais como assistentes administrativos e jornalistas aproveitaram a oportunidade para fazer uma transição de carreira para as funções de gerente de marketing e mídia social, por exemplo. Esta categoria atraiu os mais jovens, com idade média de 24 anos, sendo 60% do total das contratações ocupadas por mulheres.

Vale destacar que o setor de criatividade continua como um gerador de crescimento econômico e de expressão cultural, representando até 2,6% do PIB do País (dados da Firjan, 2017). Por conta do cenário de pandemia, as empresas passaram a contar com profissionais autônomos, que vão de escritores à designers, para trabalhar com base em projetos. A demanda de ilustradores, por exemplo, apresentou um aumento de 67% no número de contratações entre 2019 e 2020.

O envolvimento dos brasileiros com a indústria do audiovisual e com as mídias sociais também disparou durante este período, o que permitiu maior visibilidade para Youtubers e podcasters. As empresas passaram a revisar suas comunicações e a contratar coordenadores de conteúdo e editores de vídeo para construir uma presença online mais forte. Esta categoria teve um aumento de 74% em 2020. Assim como os profissionais de marketing, redatores e editores que passaram a assumir outras funções no ambiente digital, como coordenadores de conteúdo, por exemplo.

Confira os empregos que deverão seguir impulsionando o mercado de trabalho nestas áreas em 2021, segundo o LinkedIn:

 

  •     Profissionais autônomos de conteúdo digital 

Principais competências: experiência em podcasts, YouTube, marketing digital e edição de vídeos

Cargos comuns: podcaster, YouTuber, coordenador(a) de conteúdo e editor(a) de vídeo

 

  •         Especialistas em marketing digital

Principais competências: marketing de influência, marketing digital, growth hacking, experiência de usuário (UX), mídias sociais, Search Engine Optimization (SEO)

Cargos comuns: gerente de mídias sociais, especialista em estratégias de posicionamento, consultor(a) de marketing digital, produtor(a) de conteúdo e redator(a) para experiência do usuário

 

  •          Serviços criativos  

Principais competências: ilustração, arte, ZBrush, jornalismo, design gráfico, modelagem 3D, redação, Adobe Illustrator

Cargos comuns: ilustrador(a), artista 3D, redator(a), figurinista e designer gráfico

 

A lista completa com os 15 empregos em alta pode ser acessada aqui. Além de conteúdo, marketing digital e serviços criativos, destaque para as áreas de saúde, tecnologia, e-commerce e vendas.

Metodologia 

Os empregos em evidência são definidos como as categorias de carreira que tiveram as maiores taxas de crescimento anual em contratações, considerando o período de abril de 2020 a outubro de 2020. A equipe de Ciência de Dados do LinkedIn analisaram mais de 15.000 cargos para descobrir os cargos que mais cresceram em comparação com os níveis de 2019, esses títulos foram agrupados em tendências de carreira abrangentes que capturam até 25 cargos em cada categoria. As tendências de carreira são classificadas usando uma combinação da taxa de crescimento ano a ano combinada com o tamanho bruto da demanda de empregos.

 

Sobre o LinkedIn

O LinkedIn é a maior rede social profissional do mundo. Estamos presentes em mais de 200 países e contamos com mais de 740 milhões de usuários, sendo deles 47 milhões de brasileiros. Ajudamos a conectar os profissionais do mundo a oportunidades de emprego e a transformar a forma com que as empresas contratam, divulgam suas marcas e vendem. Nossa visão é criar oportunidades econômicas para todos os usuários do mercado de trabalho.

Primeiro ônibus elétrico articulado? Existe e é made in Brazil

Veículo, fabricado pela BYD e Marcopolo, será produzido em série após homologação

Depois das bikes e carros elétricos, estão chegando os ônibus articulados movidos a eletricidade. O primeiro do tipo teve seu encarroçamento finalizado pela BYD e Marcopolo, com chassi D11B, de piso baixo. Este veículo está em fase de reconhecimento oficial. A BYD foi a responsável também por elaborar outro veículo, com chassi BYD D11A, de piso alto. Ambos cumprem o papel de alternativas sustentáveis para o segmento. As empresas informam que os ônibus vão possuir diversas tecnologias, como sistemas de biossegurança. O funcionamento é feito por meio de quatro motores ligados aos eixos, com potência de até 201 CV cada – potência nominal de 148cv em cada motor. Além disso, o chassi tem regulagem de altura e de coluna de direção, ajoelhamento bilateral, tacógrafo digital, suspensão pneumática integral, sistema antichamas e rodas de alumínio. O tempo aproximado para a sua recarga é de 3 horas (de nenhuma carga até a carga total). O chassi BYD D11B tem algumas particularidades, segundo o fabricante: 22 metros de comprimento, funcionamento a partir de baterias de fosfato ferro lítio (LifePO4) e autonomia de até 250 quilômetros (bateria completa). O veículo suporta 168 passageiros, contendo espaços destinados aos cadeirantes, mas essa capacidade pode variar conforme a função da carroceria. Esses modelos de ônibus já foram divulgados para a equipe da BYD na fábrica da Marcopolo, localizada em Caxias do Sul (RS). A produção em série dos automóveis começará após o fim do processo de homologação. As primeiras 12 unidades foram compradas pela Prefeitura de São José dos Campos (SP), que tem a proposta do primeiro corredor expresso, com ônibus 100% elétrico. A Marcopolo diz que frota de ônibus elétricos e híbridos vai chegar a 770 até 2022 com carrocerias da marca – sendo 370 veículos elétricos e híbridos já em circulação e mais 400 previstos para serem inseridos em sistemas latino americanos. Argentina, Austrália e Índia já possuem ônibus elétricos ou híbridos com carroceria Marcopolo. No Brasil, são 75 veículos. Fonte: Movenews

Mercado de e-bikes cresce apesar de tributação pesada

No segundo semestre de 2020, uma pesquisa realizada pelo Aliança Bike, em parceria com o Labmob/UFRJ e apoio do Itaú mostrou que em 2019 mais de 25 mil bicicletas elétricas foram comercializadas no país. Este estudo prtendia compreender o mercado nacional da categoria. Os números são animadores e mostram que a modalidade é uma alternativa para outros meios de transporte como o automóvel. Mais de 50% dos usuários das e-bikes trocaram o carro pela bicicleta eletrificada.

Infelizmente, o IPI – de 35% – é alto e um obstéculo para este mercado: um dos maiores tributos do país. A pesquisa mostrou que preços mais acessíveis alavancariam as vendas.

E mesmo assim, no ano passado, o mercado continuou crescendo de forma consistente: no primeiro semestre, o crescimento foi de quase 30% ao mês em comparação ao ano anterior. Entre as importações e as montagens em solo nacional, somente no primeiro semestre, foram mais de 15 mil novas unidades circulando pelas ruas.

E você, trocaria seu carro por uma bike elétrica?

 

Fonte: Movenews

Preços de motos são impactados com o aumento do ICMS

Reajuste do imposto em São Paulo causou atritos com revendedores e encarece motos no estado

O governo do estado de São Paulo anunciou, no início do ano, um aumento da alíquota do ICMS, (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que é pago por revendedores de veículos durante a comercialização de carros e motos. A taxa saiu de 12% para 13,3% no caso de veículos 0km e subirá novamente, a partir de abril e chegará a 14,5%. E, como não poderia deixar de ser, este aumento influenciará nos preços de novas motocicletas vendidas em São Paulo. As alterações de tributo entraram em vigor no dia 15 de janeiro. A Honda afirmou, em nota, que os preços, para os paulistas será 1,3% superior do restante do país. Por exemplo, o novo Honda ADV, com preço reajustado em São Paulo, passou de R$ 17.490 para R$ 17.790.

Fonte: Movenews