Primeiro ônibus elétrico articulado? Existe e é made in Brazil

Veículo, fabricado pela BYD e Marcopolo, será produzido em série após homologação

Depois das bikes e carros elétricos, estão chegando os ônibus articulados movidos a eletricidade. O primeiro do tipo teve seu encarroçamento finalizado pela BYD e Marcopolo, com chassi D11B, de piso baixo. Este veículo está em fase de reconhecimento oficial. A BYD foi a responsável também por elaborar outro veículo, com chassi BYD D11A, de piso alto. Ambos cumprem o papel de alternativas sustentáveis para o segmento. As empresas informam que os ônibus vão possuir diversas tecnologias, como sistemas de biossegurança. O funcionamento é feito por meio de quatro motores ligados aos eixos, com potência de até 201 CV cada – potência nominal de 148cv em cada motor. Além disso, o chassi tem regulagem de altura e de coluna de direção, ajoelhamento bilateral, tacógrafo digital, suspensão pneumática integral, sistema antichamas e rodas de alumínio. O tempo aproximado para a sua recarga é de 3 horas (de nenhuma carga até a carga total). O chassi BYD D11B tem algumas particularidades, segundo o fabricante: 22 metros de comprimento, funcionamento a partir de baterias de fosfato ferro lítio (LifePO4) e autonomia de até 250 quilômetros (bateria completa). O veículo suporta 168 passageiros, contendo espaços destinados aos cadeirantes, mas essa capacidade pode variar conforme a função da carroceria. Esses modelos de ônibus já foram divulgados para a equipe da BYD na fábrica da Marcopolo, localizada em Caxias do Sul (RS). A produção em série dos automóveis começará após o fim do processo de homologação. As primeiras 12 unidades foram compradas pela Prefeitura de São José dos Campos (SP), que tem a proposta do primeiro corredor expresso, com ônibus 100% elétrico. A Marcopolo diz que frota de ônibus elétricos e híbridos vai chegar a 770 até 2022 com carrocerias da marca – sendo 370 veículos elétricos e híbridos já em circulação e mais 400 previstos para serem inseridos em sistemas latino americanos. Argentina, Austrália e Índia já possuem ônibus elétricos ou híbridos com carroceria Marcopolo. No Brasil, são 75 veículos. Fonte: Movenews

Mercado de e-bikes cresce apesar de tributação pesada

No segundo semestre de 2020, uma pesquisa realizada pelo Aliança Bike, em parceria com o Labmob/UFRJ e apoio do Itaú mostrou que em 2019 mais de 25 mil bicicletas elétricas foram comercializadas no país. Este estudo prtendia compreender o mercado nacional da categoria. Os números são animadores e mostram que a modalidade é uma alternativa para outros meios de transporte como o automóvel. Mais de 50% dos usuários das e-bikes trocaram o carro pela bicicleta eletrificada.

Infelizmente, o IPI – de 35% – é alto e um obstéculo para este mercado: um dos maiores tributos do país. A pesquisa mostrou que preços mais acessíveis alavancariam as vendas.

E mesmo assim, no ano passado, o mercado continuou crescendo de forma consistente: no primeiro semestre, o crescimento foi de quase 30% ao mês em comparação ao ano anterior. Entre as importações e as montagens em solo nacional, somente no primeiro semestre, foram mais de 15 mil novas unidades circulando pelas ruas.

E você, trocaria seu carro por uma bike elétrica?

 

Fonte: Movenews

Preços de motos são impactados com o aumento do ICMS

Reajuste do imposto em São Paulo causou atritos com revendedores e encarece motos no estado

O governo do estado de São Paulo anunciou, no início do ano, um aumento da alíquota do ICMS, (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que é pago por revendedores de veículos durante a comercialização de carros e motos. A taxa saiu de 12% para 13,3% no caso de veículos 0km e subirá novamente, a partir de abril e chegará a 14,5%. E, como não poderia deixar de ser, este aumento influenciará nos preços de novas motocicletas vendidas em São Paulo. As alterações de tributo entraram em vigor no dia 15 de janeiro. A Honda afirmou, em nota, que os preços, para os paulistas será 1,3% superior do restante do país. Por exemplo, o novo Honda ADV, com preço reajustado em São Paulo, passou de R$ 17.490 para R$ 17.790.

Fonte: Movenews