Olimpíadas de Tóquio registram grande audiência e alto volume de menções nas redes sociais

Análise da Comscore revela que, no Brasil, o número de ações ultrapassou a marca de 2,2 milhões nas plataformas online. O Twitter foi a rede com o maior volume de conteúdos relacionados aos Jogos

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Fonte: Brandwatch, Jul 23th-Aug 8th, 2021, Brasil

Em relação ao perfil dos usuários que comentaram sobre os Jogos nas redes sociais, a análise da Comscore registrou um equilíbrio entre os gêneros, mas os homens tiveram maior participação, com 52% da audiência.

Já entre os interesses do público olímpico, depois de esporte (82 mil menções), música (51,5 mil menções) é a categoria mais apreciada pelos usuários digitais, seguida por TV (33,6 mil menções), games (21,6 mil menções artes (20,4 mil menções). Além disso, devido ao fuso horário, que impactou a transmissão ao vivo das competições no Brasil, a madrugada foi o período com mais menções aos Jogos nas redes sociais. A maioria dos usuários (76%) demonstrou alegria em suas publicações.

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Fonte: Brandwatch, Jul 23th to Aug 08th, 2021, Brasil.

“Assim como outros grandes eventos, a Olimpíada de Tóquio foi um marco para a comunicação nas redes sociais. Certamente, a distância nesse período pandêmico foi amenizada pelas interações nas redes. Assim, no último mês, vimos, mais uma vez, a força dessas plataformas na conexão entre diferentes usuários. E saímos do clichê de que o Brasil é (apenas) o País do futebol”, comenta Eduardo Carneiro, diretor geral da Comscore no Brasil.

Esportes com mais apelo nas redes sociais

Outro recorte da análise da Comscore, que analisou também o período pré-Olimpíadas (01/07 a 08/08), aponta que o segmento geral de Esportes manteve o total de ações em torno dos 17 milhões, sendo o Skate a página que mais cresceu em audiência (76%), seguido pela Confederação de Ginástica (28%). Em relação ao total de ações, Ginástica e Skate também foram as páginas com maior crescimento, 966% e 717%, respectivamente. O Surf também teve sucesso nos números de ações, conquistando a 15ª posição no ranking, um aumento de 859% nas postagens sobre o esporte. Enquanto isso, o Basquete perdeu 52% de ações na internet.

Atletas influenciadores

As postagens nas contas sociais dos atletas olímpicos também tiveram grande movimentação. No Brasil, a análise da Comscore indica que Rayssa Leal (Skate) foi a atleta de maior engajamento nas redes sociais, com quase 10 milhões de ações durante as Olimpíadas. Além dela, o Top 10 de atletas influenciadores é composto por Ítalo Ferreira (surf), Douglas Souza (vôlei), Gabriel  Medina (surf), Flávia Saraiva (ginástica artística), Rosamaria Montibeller (vôlei), Alison dos  Santos (atletismo), Pepe Gonçalves (canoagem), Isaquias Queiroz (canoagem) e Bruno Fratus (natação).

Fonte: Shareablee – Power Rankings – BR – Influencers – Athletes – Tokyo20 (23/07 a 08/08) e Pré Olimpíadas (01/07 a 22/07) – Total ações (CP) – Brasil

Overview das plataformas de transmissão

A performance das emissoras oficiais das olimpíadas nas redes sociais bombou, totalizando 50,9 milhões de ações juntas e audiência de 34 milhões de usuários. Entre Globo (GE), SportTV e Band, o número de ações entre as plataformas disparou na média +700%. O SporTV foi a rede que dominou as redes sociais no período de 23 de julho e 8 de agosto 2021, conquistando 65%% das ações. Além disso, a hashtag #OlimpiadasNoSporTV foi a campeã de interações com o público nas redes sociais, somando mais de 33 milhões de ações entre Twitter, Facebook e Instagram.

No Twitter do Globo Esporte (GE), a apresentação de “Baile de Favela”, da Rebeca Andrade, na ginástica olímpica, teve mais de 270 mil ações. Entre os posts de maior destaque está também a publicação que mostra o verdadeiro “espírito olímpico”, representado pelo pódio duplo no salto entre os atletas do Qatar e Itália. Já a BandSports foi a emissora que mais viu crescer o número de ações, um aumento de mais de 1200%.

O relatório completo da Comscore sobre as Olimpíadaspode ser acessado aqui.

Martha Gabriel e outros experts estão confirmados para 9ª edição do Dia do Programador

Com o tema Pulsando Tecnologia e Energia, evento online e gratuito contará com experts de grandes empresas, como AWS, Livox e Softbox, entre outras

Pensado para promover a evolução da carreira de todos que amam a tecnologia, o Dia do Programador 2021, que será realizado inteiramente de forma online, gratuita e aberta ao público pelo segundo ano consecutivo, acaba de confirmar a grade completa de palestrantes, com nomes de peso no mundo da tecnologia.

Confira abaixo todos os palestrantes e temas desse ano:

  • Profª Martha Gabriel, Futurista, Keynote Speaker internacional e premiada autora de best sellers. Martha apresentará a palestra “Habilidades do Futuro”, que trata sobre como vivemos em velocidade vertiginosa de evolução tecnológica no mundo, que está transformando profundamente a forma como vivemos, aprendemos, compramos, nos relacionamos, trabalhamos. Nesse contexto, se quisermos sobreviver e prosperar, precisamos desenvolver novas habilidades que não apenas solucionem os desafios desse cenário tecnológico, mas que também, e principalmente, se beneficiem dele. Essa palestra apresenta os desafios e oportunidades, e apresenta as habilidades essenciais para o futuro.
  • Vini Senger, é desenvolvedor de software, hardware, inventor e palestrante técnico trabalhando como Senior Developer Advocate na Amazon Web Services para América Latina. A palestra de Vini abordará a ‘Internet das Coisas e Inteligência Artificial na prática’. Vinicius Senger começou a desenvolver softwares com apenas 8 anos de idade e nunca mais parou acumulando 30 anos de trabalho na área de T.I.. Fundador da Globalcode e do The Developers Conference, Vinicius é considerado top 20 influenciador em desenvolvimento de IoT, Java Champion ganhando dois Duke’s Choice Award na Califórnia por projetos de inovação em automação, robótica, barcos, casas, capacetes e muitas outras coisas. Desde 2017 na AWS, tem trabalhado com IoT, Serverless, Machine Learning, Inteligência Artificial, Alexa skills e viajado por todo mundo promovendo o tema tecnologias open-source e serviços AWS.
  • Ricardo Rocha, CEO da Softbox | LuizaLabs, está à frente de uma das iniciativas mais inovadoras do Brasil: um laboratório de Tecnologia e Inovação do Magazine Luiza para os pequenos varejos. Rocha dará uma palestra intitulada ‘A Experiência do Cliente como Diferencial Competitivo’.
  • Tatiana Rocha, agile coach, formadora e facilitadora, que trabalha com métodos ágeis para ajudar as empresas na adoção de Scrum, Kanban e no gerenciamento de mudanças a novos entornos de trabalho, falará sobre ‘Agilidade: vilão ou mocinha para os desenvolvedores?’.
  • Cássia Ferreira, UX/UI da DB1 Global Software, empresa do Grupo DB1, e 2ª colocada no Red Bull Mind Games 2006, bem como no Serious Play Awards 2020. Cássia falará sobre ‘UX dando UP no seu XP? Como UX pode ser aplicado nos jogos digitais’.
  • Carlos Edmar Pereira, CEO e fundador da Livox, um software que permite que pessoas não-verbais se comuniquem. Carlos falará sobre os ‘Avanços no Uso de Processamento Natural de Linguagem para a Comunicação de Pessoas não-verbais’.
  • Ilson Rezende, fundador e CEO do Grupo DB1, dará uma palestra intitulada ‘Novo Normal da velocidade dos negócios’. Em um mundo de organizações exponenciais, os competidores são também exponenciais, bem como a velocidade e complexidade dos mercados com suas oportunidades e ameaças. Isso exige que, cada vez mais, profissionais tenham sua forma de pensar também exponencial. Muitos profissionais com mindset incremental ficarão obsoletos e estarão em empresas que possuem a mesma característica e que ainda persistem nesses modelos, justamente porque as pessoas que trabalham nela pensam e agem da mesma maneira, valorizando e justificando esse modelo como o modelo que as trouxeram até aqui e é mais seguro e confortável permanecer nele. Esta palestra apresentará dicas importantes de como começar essa jornada de mudança e evolução, que vai turbinar as suas entregas de valor, a sua empresa e a sua jornada profissional.

 Programação Esquenta

  • Dia 01/09 – Guilherme Amaral, advogado e empresário, atua como instrutor de todos os programas da Dale Carnegie, e falará sobre ‘Assertividade: A chave para interações responsáveis’.
  • Dia 02/09 – Carolina Ferreira, arquiteta de soluções da AWS, que apoia os clientes em sua jornada de transformação digital na nuvem, bem como em Analytics e Data Lake. Carolina falará sobre ‘Visão 360 – Usando dados e machine learning para personalizar a experiência do seu cliente’.
  • Dia 06/09 – Mateus Geronimo Rosa, expert em Brand Design, especialista em UX&UI, Mentor da Engenium Park e Chief of Design Officer na Fteam, e Mateus Peres, cofundador da Flutterando, Google Mentor e sócio da startup Quem Contrato e Co-CEO da Fteam, dividirão o palco na palestra intitulada ‘Hacks para produtividade no Home Office’.
  • Dia 08/09 – Jeremias Araújo, Quality Assurance Sr com mais de 14 anos de experiência com Testes e Qualidade de Software. Jeremias dará uma palestra intitulada ‘Heart that’s PUMPING CODE, has bugs in it’s veins”.

 As palestras do esquenta serão transmitidas pelo canal da DB1 no YouTube em https://www.youtube.com/user/DB1Virtual. Para não correr o risco de perder as datas do esquenta, a melhor opção é seguir as redes sociais do Grupo DB1 no Instagram, Facebook, Twitter, LinkedIn e YouTube.

E, como já virou tradição, a descontração ao final do evento será garantida pela Banda DB1, que fará um show de 1:30 de duração transmitido.

Histórico do evento

Considerado essencial no Grupo DB1, o desenvolvedor é peça-chave para o desempenho e o crescimento não só da empresa, mas também de seus projetos. Esses profissionais são amplamente reconhecidos na indústria de tecnologia como sendo a espinha dorsal do mundo digital.

O Dia do Programador é comemorado no 256º dia do ano em referência ao número de valores que podem ser representados por um byte de 8 bits, referência típica do universo nerd.

Pioneiro no reconhecimento da importância dos programadores para o mercado no Brasil, o Grupo DB1 celebra pelo nono ano consecutivo o Dia do Programador, que esse ano será comemorado às 13:00 do dia 10 de setembro, uma sexta-feira, e leva o nome de Pumping Code, uma analogia ao fato de que na DB1 o coração das pessoas pulsar tecnologia e energia.

O evento, que desde 2013 é comemorado internamente pelo Grupo DB1, pela segunda vez será online, gratuito e aberto a toda comunidade de tecnologia. Serão realizadas palestras, interações no chat e trocas de experiências.

O evento do ano passado, que ficou marcado como o primeiro evento online aberto ao público externo, contou com números recordes:

  • Mais de 1.700 inscritos (sendo 75% homens e 23% mulheres);
  • 300 acessos ao site;
  • 900 reações nas redes sociais;
  • Mais de 100 interações na hashtag #diadoprogramadordb1;
  • 380 mil impressões nas redes sociais;
  • 8 mil pessoas alcançadas e
  • 14 mil visualizações totais no show e palestras transmitidas.

“Vamos fazer um evento aberto a toda a comunidade de tecnologia, compartilhando conhecimento e proporcionando momentos de celebração.  Queremos mostrar um pouquinho sobre a cultura DB1 e o quanto o nosso coração pulsa tecnologia. O Dia do Programador já faz parte do nosso calendário interno com os colaboradores há anos, mas entendemos que já não era algo para ficar limitado ao nosso público interno, por isso resolvemos abrir as portas e convidar toda a comunidade a vir viver esse momento especial com a gente. Esse é o jeito DB1 de ser”, afirma Desirée Megri, apresentadora do evento.

Artigo – As expectativas advindas do Marco Legal das Startups

É verdade que a sensação da comunidade empresarial, quando da eminência da publicação de um novo diploma legal a fim de regular determinada atividade, volta-se naturalmente aos entraves burocráticos capazes de frear e obstar a chancela de negócios. A sina é agravada quando o objeto da regulamentação concerne um ecossistema tão disruptivo, ágil e volátil como o das startups.

Nessa seara, sob a ótica da generalidade legislativa, a regulamentação, sobretudo quando atinente a esfera privada, não tende a ser vantajosa do ponto de vista do empreendedorismo. No entanto, contrariando esse rudimento, surge a Lei Complementar nº 182/2021, que visou desburocratizar processos e deslocar o Estado da posição de protagonismo do manejo das frentes negociais do referido meio, para uma posição de ensejador de fomento.
O aludido ordenamento trouxe uma série de proposições que, efetivamente, visaram o aprimoramento do ambiente de negócios no país, entre elas, a institucionalização do investimento-anjo, do sandbox regulatório e do investimento acelerador de empresas, assim como uma série de definições que, até então, fundava-se exclusivamente no discernimento doutrinal e jurisprudencial.


Entre as definições trazidas, a própria cognição da semântica do business de startup, que possuía seu estereótipo fundado exclusivamente na própria autodeclaração, e, a partir do novo ordenamento, os requisitos passaram a ser taxativos. Nesse viés, a partir da vigência da aludida legislação, para que as empresas usufruam de tal denominação devem ter possuído receita bruta de até R$ 16 milhões no exercício social anterior e possuir CNPJ de até dez anos.

Possivelmente, há quem diga que a inclusão de tais requisitos tenha condão de afunilar e propiciar a exclusão de determinadas companhias, no que toca à referida roupagem. A verdade é que os requisitos são genéricos, com grande amplitude, tendo sua instituição efetivamente imperiosa, já que a legislação traz benefícios para o referido cerne, de modo que, se não fossem previstos, qualquer companhia, independentemente de seu porte ou faturamento, poderia assim usufruir dela.Além disso, endossando a frente da seguridade legal, a legislação também acertou ao ratificar a necessidade de limitação de responsabilidade do investidor-anjo, que não poderá responder por dívidas do negócio, nem tampouco, ao menos ordinariamente, ser o norte de eventual desconsideração da personalidade jurídica da companhia. Positivou, deixando cristalino, institutos de investimento como o contrato de mútuo conversível em participação societária.

Embora essas últimas já fossem utilizadas massivamente na rotina do meio, e estivessem dispostas em outras legislações, como é o caso do afastamento da desconsideração da personalidade jurídica, que já possuía previsão na Lei da Liberdade Econômica, elas foram reafirmadas com a expectativa de serem em definitivo espairecidas – sobretudo, em sede de jurisdição trabalhista, ignorando o referido instituto da desconsideração.
Além disso, ratificou o regime especial denominado Inova Simples, que, por questões provavelmente orçamentárias, ainda não tenha sido estreado em âmbito do portal REDESIM. Além da desburocratização de certos trâmites, o propósito é conceder às startups tratamento diferenciado com objetivo de fomentar a formalização e a consolidação no mercado.

No mesmo cenário, com foco na desburocratização, estampou-se a antiga vontade de trazer como possibilidade às Sociedades Anônimas o manejo digital dos livros exigidos pela Lei 6404/76, neste primeiro momento, ainda limitado à gama de empresas com faturamento de até R$78 milhões. Ainda, para esse mesmo tipo empresarial, mas com faturamento de até R$500 milhões, a possibilidade da Comissão de Valores Mobiliários flexibilizar as regras para oferta pública, com a maleabilidade dos regramentos para registro, prestação de informação e outros. Desde já, resta grande expectativa de ação proativa por parte da Comissão nesse sentido.

Destoam dessa euforia os vetos ocorridos nos dispositivos que previam a diminuição de alíquotas anteriormente previstas no texto original, subsistindo como ponto benéfico do ponto de vista fiscal a utilização da lógica de portfólio para investimentos, utilizada em fundos, que viabiliza a compensação fiscal por pessoa física quando há investimento em mais de um negócio de startup, possuindo como aferição do recolhimento de tributos o resultado efetivamente líquido auferido pela pluralidade de investimentos no meio.

Nessa mesma esteira, são indiscutíveis as vantagens incorridas às empresas, geralmente de grande porte que, por possuírem certos benefícios fiscais, possuem como contrapartida investimentos percentuais do faturamento em pesquisa e desenvolvimento e, agora, gozam da prerrogativa de canalizar parte desse investimento em Fundos de Investimentos em Participações que invistam em startups. Assim, é inevitável a emersão de forte expectativa de destravamento de grande capital, sobretudo na modalidade de corporate venture capital por tal razão.

Ainda é relevante destacar a institucionalização do instrumento do “Sandbox Regulatório” – ou “ambiente regulatório experimental” – que remete à ideia de criar “caixas de areia” para isolar modelos inovadores da “regulação tradicional”, propiciando a criação de regramentos e condições especiais simplificadas para que as empresas participantes possam receber autorização temporária dos órgãos ou das entidades com competência de regulamentação setorial, a fim de desenvolver modelos de negócios inovadores e testar técnicas e tecnologias experimentais por meio do procedimento facilitado. Em outras palavras, existe a possibilidade de empresas fazerem experimentações em ambiente regulado e controlado para determinado público. Mais do que isso, há a possibilidade de órgãos conjuntamente realizarem sandboxes ou, a título de exemplo, do BACEN se unir com a SUSEP e a CVM, entidades que, por suas próprias essências, possuem farto rol regulatório, com escopo a regimentar sandboxes para fintechs.
Ainda que válidas, há leis que definitivamente não pegam ou, então, mesmo vigentes, simplesmente não são aplicadas na prática. Uma contradição por si só, eis que acoplada a elas estão comandos obrigatórios e cogentes. Fato inequívoco é que ordenamentos como a Lei Complementar nº 182/2021, que trouxeram o Marco Legal das Startups, devem trazer excelentes benefícios para o traquejo do Direito Empresarial, pois revigoram e fomentam o mercado das startups. Resta aqui o desafio educacional e informacional, a fim de disseminar e traduzir as diretrizes e ideias do regulamento a todo o ecossistema corporativo.