4 tendências de monitoramento impulsionadas pela inteligência artificial para 2022

Braulio Carvalho, CEO da Maxtrack, mostra aplicações da tecnologia para evitar acidentes de caminhões, roubos de automóveis e gerar segurança para profissionais nas indústrias

O setor de logística, transporte e seguros tem investido cada vez mais em tecnologia nos últimos anos para ampliar a segurança, reduzir sinistros e aumentar a eficiência em diversos processos. Com base nos avanços da inteligência artificial, Braulio Carvalho, CEO da Maxtrack, empresa de soluções tecnológicas de rastreamento e internet das coisas (IoT), aponta algumas tendências na área de monitoramento para evitar acidentes de caminhões, roubos de automóveis, além de gerar mais agilidade e proteção para os colaboradores de uma indústria. 

Prevenção de furto e roubo de carros

Descobrir quais bairros e horários existem maior probabilidade de ocorrência de roubo e furto já podem ser feitos com o uso de inteligência artificial e modelos matemáticos estatísticos. “Esse tipo de solução consegue ajudar associações, seguradoras e empresas a reduzir a incidência de sinistros por meio de robôs que avaliam, descartam e refinam dados, facilitando o monitoramento. Em caso de anomalias, um alerta é enviado para a empresa que contrata a solução”, explica Carvalho.

Segurança do colaborador na indústria

Apontar, em tempo real, a geolocalização de colaboradores e terceiros em plantas industriais é uma forma de garantir a sua segurança. A ferramenta realiza o monitoramento de funcionários em ambientes externos e subterrâneos, além de emitir alertas em caso de emergência e movimentação em locais inadequado. Por meio de um emissor de rádio frequência integrado a um cartão individual, como se fosse um crachá, profissionais que trabalham, por exemplo, em minas subterrâneas ou locais externos tem mais proteção com a solução, que gera avisos instantâneos em caso de emergência e movimentação em locais inadequados e restritos.

Monitoramento de atenção e cansaço do motorista

Baseado em IoT e Visão Computacional, um computador de bordo com câmeras acopladas detecta e classifica movimentos que revelam automaticamente o nível de atenção e fadiga de caminhoneiros e motoristas de frotas comerciais. A partir dessas informações, mensuradas dentro de uma escala de risco, a transportadora pode, dependendo do risco, gerar alarmes, interromper o percurso ou até encaminhar o condutor para o atendimento médico. “Essa solução é personalizada na sua análise de inteligência artificial seguindo uma matriz de criticidade de eventos definida pelo cliente. São comuns situações que envolvem bocejo, sonolência, uso indevido de celular e falta de cinto de segurança”, mostra o CEO da Maxtrack.

Logística de entrada de produtos

Para controlar a entrada de matérias primas e saída de produtos de uma fábrica, com o objetivo de proporcionar sincronismo na logística primária da cadeia de suprimentos e evitar que ocorra a falta ou sobreposição de material, as tecnologias com internet das coisas e inteligência artificial podem ser boas aliadas. Já existem dispositivos que conseguem fazer previsões de escassez ou sobras de matéria prima, dentro de um período determinado, diminuindo gastos desnecessários com estoque ou evitando uma superprodução. Com a aplicação da solução, a empresa diminui a volatilidade do seu estoque junto com uma redução de erros de previsões em supply chain.

Guia exclusivo do IAB Brasil antecipa preparação para o fim dos cookies de terceiros na publicidade digital

Material discorre sobre como essa transformação afetará o ecossistema da publicidade digital, trazendo dicas para este novo momento.

Com o anúncio do fim dos cookies de terceiros e as inúmeras discussões a respeito de como essa mudança impactará as atividades do setor da publicidade digital, o IAB Brasil – associação que representa este mercado no País – apresenta o ‘Guia para a Era Pós-Cookies de Terceiros’, desenvolvido pelo IAB Europa e adaptado para o mercado Brasileiro.

O conteúdo tem como objetivo orientar profissionais do setor neste momento de transformação, reunindo os principais pontos de atenção, seu contexto em relação às regulamentações para o uso e para a coleta de dados, além de soluções que estão surgindo para auxiliar as empresas a se posicionarem e serem ativas na estruturação de um cenário pós-cookies de terceiros.

“Apesar do adiamento do fim dos cookies de terceiros no Chrome para 2023, as empresas já podem começar a trabalhar em alternativas para reduzir os possíveis impactos desta mudança”, reforça Cris Camargo, CEO do IAB Brasil. “Com este cenário em vista, o Guia será um grande aliado dos profissionais do setor neste momento, por destrinchar as fases pelas quais o mercado passará e apresentar insights para serem colocados em prática desde agora”, afirma.

Diante da demanda que surge por novas estratégias que corroborem com a continuidade e assertividade das atividades de publicidade e marketing digital, o guia apresenta alguns caminhos, como:  encontrar ambientes onde sua mensagem irá ressoar com os consumidores certos no momento certo, usando soluções de segmentação contextual; explorar o enorme volume de usuários presentes em plataformas sem cookies; e lembrar: cada marca e mensagem são únicas – é importante a integração entre a marca e seus parceiros para que realmente entendam os seus objetivos e possam medi-los em tempo real.

Para conferir outros esse e outros materiais repletos de informações sobre o tema, acesse: https://materiais.iabbrasil.com.br/fim-dos-cookies

Microsoft anuncia disponibilidade do Azure Spring Cloud no Brasil

Tecnologia auxilia desenvolvedores a padronizar e gerenciar microsserviços, bem como a identificar e solucionar possíveis lacunas no ambiente 

A Microsoft anuncia a disponibilidade da plataforma Azure Spring Cloud no Brasil. A solução permitirá aos profissionais de tecnologia padronizarem a criação de microsserviços, terem escalabilidade e visibilidade de todo o seu ambiente, compreender a eficiência, e possíveis lacunas a serem resolvidas. O serviço, desenvolvido em formato de open-source, ou seja, de código aberto, é utilizado no mercado para apoiar os desenvolvedores e, agora, integrado ao Microsoft Azure, oferecerá maior possibilidade gerenciamento. 

De acordo com a Mariana Hatsumura, diretora de Azure na Microsoft Brasil, a plataforma promoverá a aceleração da inovação e maior produtividade aos times de desenvolvedores. “Quando desenvolvemos um ambiente precisamos pensar em diversos microsserviços que precisam conversar uns com os outros e, ainda, suportar uma demanda que pode ser de apenas um consumidor ou de um milhão deles. Com o Azure Spring Cloud esta integração e padronização é feita de forma automática e com alta escalabilidade para que a plataforma das empresas esteja sempre operando de forma eficiente”, comenta.  

Um exemplo prático do uso da solução é a criação de um e-commerce, um ambiente complexo com diversos microsserviços – desde navegação do consumidor no site, até o pagamento da compra – e que, na maioria das vezes, demanda o trabalho de um time de profissionais que se responsabiliza pelo desenvolvimento de cada um destes processos. Para que todas as partes estejam integradas e padronizadas, haveria a necessidade de, ao final de toda a criação, juntar todas as peças e padronizá-las para que o site seja consistente em comunicação e eficiente em tempo de resposta. A partir da solução, portanto, este processo final é automatizado.  

Ainda, o Azure Spring Cloud tem uma interface única que faz o mapeamento de cada microsserviço ou chamada nas aplicações, sinalizando processos que estão com tempo ideal de resposta ou aqueles que estão com algum tipo de problema, permitindo ao profissional solucioná-lo em tempo hábil para não comprometer a operação. “Sem uma tecnologia voltada para isso, levaria dias ou talvez semanas para descobrir, dentre os milhares de microsserviços, qual está com lentidão e travando os processos das operações”, diz Hatsumura.  

Utilizar a solução também no momento de migração de uma infraestrutura on-premises (servidor local) para a nuvem pode facilitar a atuação dos desenvolvedores e gerar ganhos futuros em otimização de tempo e recursos. Além disso, o Azure Spring Cloud permite integrar outros serviços do Microsoft Azure aos ambientes digitais, proporcionando maior inovação para os negócios e suas respectivas operações.  

Para saber mais sobre a tecnologia acesse aqui

Metaverso contabiliza 84 mil menções nas redes sociais em 2021

Com 29 mil autores únicos, em sua maioria homens (82%), o tema dominou as redes, atingido o pico de audiência em outubro 2021, quando o Facebook se apresentou como Meta

Tema pode ter como público-alvo o perfil de gamers, um universo com mais de 19 milhões de usuários a ser impactado pela novidade

A tendência para um futuro próximo é que toda e qualquer atividade se transforme em entretenimento por meio da tecnologia. O Metaverso deve amplificar essa experiência, espelhando o mundo real no ambiente virtual por meio do uso de avatares 3D e realidade virtual e aumentada. O tema suscitou debates e polêmicas na web ao longo de 2021 e, como consequência, obteve 84 mil menções nas redes sociais, atingindo o pico no dia 28 de outubro, quando o Facebook se apresentou ao mercado como Meta.

Essa análise foi feita pela Comscore, parceira reconhecida para planejamento, transações e medição de audiência digital em diferentes plataformas, que elencou diferentes destaques a respeito do novo mundo virtual. O report indica que as menções ao Metaverso foram feitas por 29 mil autores únicos e estiveram relacionadas aos seguintes trending topics:  realidade virtual; first airdrop; e precious gem marketplace (mercado de jóias preciosas).

O assunto foi abordado em sua maioria (82%) pelo público masculino, interessado em tecnologia, negócios, livros e família/paternidade, proveniente dos meios artístico,  educador/estudantil e legal. Apesar de instigar muitas dúvidas, a chegada do Metaverso deve ser transformadora e promete promover novos tipos de conexões humanas e potencializar diferentes formas de trabalho, lazer e entretenimento.

Entusiastas em tecnologia e inovação

O relatório da Comscore investigou, ainda, quem são os early adopters de tecnologia no Brasil e descobriu que trata-se de um grupo equilibrado em relação a gênero – 48,7% homens x 51,3% mulheres -, formado, em sua maioria (37%), por casais jovens ou mais velhos sem filhos. Identificou-se ainda que, dentro de um universo de 115 milhões de internautas, 65 milhões declararam que é importante para eles a sincronização de todos os seus dispositivos eletrônicos, e mais da metade (aproximadamente 60 milhões) concorda com a afirmação de que a qualidade do contato humano foi melhorada por meio da tecnologia.

Game lovers

Apesar de o Metaverso se apresentar ainda em estágio inicial, muitas tecnologias que o envolvem estão em rápido processo de evolução. Uma proposta de expansão de inovações por meio dos videogames, por exemplo, pode definir o público gamer como os legítimos early adopters do Metaverso. Entre eles, mais 19 milhões se consideram expert advisors ou persuasores no assunto. Entre seus sites e aplicativos preferidos no mundo virtual estão: Activision Blizzard, Twitch e Garena.

“O Metaverso deve iniciar um novo capítulo no mundo conectado e, certamente, irá dominar muitas das narrativas futuras entre marcas e consumidores. Apesar de a crescente fusão entre real e virtual trazer muitos questionamentos a respeito do futuro social e das relações humanas, essa inovação envolve uma ampliação da conexão entre pessoas, representadas por seus avatares, por meio da tecnologia. Assim será possível interagir, vender, ensinar e se relacionar de uma maneira ainda mais potente”, destaca Alejandro Fosk, Gerente Geral da Comscore na América Latina

O marketing b2b ganha força para as pequenas empresas na pandemia

As oportunidades de criar vitrines online para seu produto ou serviço no modelo de negócios b2b estão cada dia mais acessíveis

As oportunidades de criar vitrines online para seu produto ou serviço no modelo de negócios b2b estão cada dia mais acessíveis

O marketing B2B nada mais é do que a venda de um produto ou serviço de uma empresa para outra empresa. Parece simples, no entanto, na prática existem uma série de desafios a serem enfrentados.

A sigla B2B tem origem na expressão business-to-business, ou seja, de negócio para negócio. Diferente de B2C, business-to-consumer, no qual as estratégias estão focadas para o consumidor final.

Como esperado, a estratégia de marketing em negócios B2B é diferente da usada em processos B2C. Quando falamos de venda empresa para empresa consideramos o processo de qualificação de leads mais longo. E por que isso se dá? Você pode estar se perguntando.

A explicação é que a compra de um produto ou solução neste mercado quase sempre envolve decisões cuidadosas, e o marketing é utilizado como estratégia chave. Até porque os decisores que estão em busca de um produto ou serviço para sua empresa quer ter o máximo de certeza de que está realizando a escolha certa.

E, neste processo de escolha, o decisor precisa ser educado, confiar no vendedor, na empresa, conhecer a concorrência, escutar clientes da empresa cotada, entender sobre o processo de compra e relacionamento pós venda. Portanto, quanto mais pontos de contato em formato de conteúdo relevante, por exemplo, mais chances desse decisor optar pela sua empresa.

Ao compararmos o processo do marketing B2B em relação ao B2C, observamos que no primeiro encontramos:

-Nichos específicos

-Processo de vendas mais longo e mais complexo 

-Ticket médio mais elevado 

-Valor de marca construído pelo relacionamento

-Conteúdo detalhado, relevante e informativo 

E é justamente neste último ponto que as pequenas empresas ganham vantagem neste momento. Com o distanciamento social imposto pela pandemia da Covid-19, as empresas viram-se obrigadas a criar relacionamentos certeiros e duradouros à distância com seus prospects e consumidores.

Para as pequenas empresas este foi um ganho, pois a partir da construção de conteúdo de qualidade, utilização correta das mídias sociais, definição certeira de público e linguagem, as empresas partem de pontos em comum no mercado pandêmico. Claro, considerando a qualidade do produto e serviço oferecidos.

Este foi um período de intensas buscas por serviços relacionados a marketing de conteúdo de pequenas e médias empresas, interessadas em se colocar dentro do mercado digital definitivamente, de forma estratégica, contando com especialistas encontrados em agências, sem necessariamente, ter que estruturar uma equipe interna.

Algumas estratégias de marketing b2b mais utilizadas em pequenas empresas residem em:

1- Textos com mecanismos SEO: definir quais palavras chave seu público busca por soluções como a sua na web e trabalhar textos de anúncios, blog, mídias sociais, site.

2- Mídias sociais: definição de quais mídias são importantes contar com a presença de sua organização, de acordo com seu público, que pode ser definido em personas.

3 – Marketing de conteúdo: produção de conteúdo tendo como ponto de partida o planejamento do funil de marketing e vendas, trabalhando textos de blog, conversão em landing pages, automação de marketing.

Existem outras estratégias a serem consideradas, mas podemos considerar esta tríade básica. Caso você não tenha verba para realizar anúncios pagos, pode começar seu investimento em mídia orgânica, ou seja, sendo encontrado por seu público através das técnicas citadas acima, com produção de conteúdo intensa e certeira.

Para se destacar frente à concorrência, vale a pena investir em algumas das estratégias de marketing b2b citadas no texto, considerando que as alterações de comportamento aceleradas pela pandemia da Covid-19, como por exemplo, negociações online de alguns segmentos de mercado, tendem a prevalecer desta forma a longo prazo.

Solange Carvalho conta com mais de 10 anos de experiência gerenciando times de marketing B2B em empresas globais de tecnologia (Brasil e América Latina), com total foco em geração de demanda. Atualmente é fundadora e CEO da Agência Manti, especialista em empresas de tecnologia.

Habemus 5G: Como a Segurança Eletrônica vai impactar o Brasil daqui em diante

O ano de 2021 ficará marcado na história do ecossistema de inovação brasileiro. Após uma série de adiamentos, o primeiro leilão do 5G aconteceu e arrecadou R$ 47,2 bilhões. Na mira das empresas de segurança eletrônica há alguns anos, não restam dúvidas sobre o impacto no setor. A pergunta que nos impulsiona agora é outra: a partir do 5G, como as nossas soluções vão impactar o Brasil.

Diferente do 2G, 3G e 4G, a nova tecnologia não afeta apenas a velocidade de conexão. A quinta geração é responsável por reduzir a latência e possibilitar uma conexão segura, estável e adequada às demandas de novas aplicações como Internet das Coisas (IoT) e Aprendizagem de Máquina em tempo real. Sim, os projetos IoT já estão no mercado, contudo, será o 5G o responsável por massificar e diversificar esse tipo de solução.

De imediato, a Indústria e o Agronegócio vão se beneficiar com as soluções de automatização e utilização mais eficiente de sensores, assim como outros instrumentos de monitoramento para operações em infraestrutura crítica, plantações e rebanhos, mas ainda é impossível mensurar o impacto do que poderá surgir. A boa notícia é que tudo é possível e tanto a esfera pública quanto o setor privado estão abertos para abarcar soluções criativas e revolucionárias.

Podemos pensar em carros conectados, em cidades inteligentes, em casas tecnológicas, em economia de recursos públicos, em mais segurança, em menos emissão de poluentes. Não importa a vertical, o 5G transformará (para melhor) os processos. Com tantos equipamentos integrados à rede, resta à segurança eletrônica o desafio incontornável de instalar e operar esses sistemas, uma vez que o setor reúne grande parte dos profissionais com capacitação técnica para a tarefa.

Ainda sobre como a Segurança Eletrônica vai impactar o Brasil, fica explícito que nos próximos anos veremos aumentar exponencialmente os anúncios de “Há Vagas” nas empresas do setor. Será necessário investir na formação de mão de obra, em mudanças na legislação para formalizar as inovações que possam surgir e permitir a competição justa no mercado interno e internacional, bandeiras que a ABESE busca fazer parte da solução, além de outras demandas que devem surgir pelo caminho. Contudo, o primeiro passo é o mais importante e este já foi dado.

Modelos de e-commerces inusitados

O comércio eletrônico se popularizou e permitiu a venda de serviços e produtos pouco comuns

O setor de e-commerce está crescendo, somente em 2019, o número de sites voltados para o comércio eletrônico era de mais de 930 mil, segundo levantamento feito pela BigData e pela Paypal.

A internet permite que a modalidade abrigue diferentes tipos de negócios, criando uma categoria nova de e-commerces, os inusitados. Observando um nicho pouco atendido e focando em um público muito específico, os negócios inusitados estão ganhando força.

É o caso da Achei Montador, um e-commerce especializado em montagem de móveis. Como muitas empresas de móveis não oferecem mais o serviço de montagem, a Achei Montador se torna um complemento para quem está mobiliando seu imóvel e quer garantir a montagem correta da mobília. “Nossa empresa atende um nicho muito específico de clientes e entrega um serviço mais específico ainda. Não precisa mais montar sozinho ou chamar um conhecido para fazer o serviço, você consegue contratar mão de obra especializada com apenas alguns cliques”, explica Geraldo Rigoni, CEO e fundador da Achei Montador.

E tem mercado para todo mundo. Os comércios eletrônicos diferenciados se multiplicam a cada dia. Você pode encontrar um site especializado em iogurtes ou quem sabe uma página completa de travesseiros, para melhorar o seu sono. É apaixonado por churrasco? Existe uma loja online só com artigos para tornar seu assado mais profissional.

“A internet é muito democrática e permite que qualquer empreendimento vá pra frente, basta você ter uma ideia boa e conhecer o público que você quer alcançar. Cada dia mais, as empresas vão começar a oferecer um serviço muito específico e sempre vai ter gente precisando dele”, finaliza Geraldo.

A pandemia mostrou que essa modalidade está em expansão, com um aumento de 53,83% em dezembro de 2020, em relação ao mesmo período do ano anterior (dados do índice MCC-ENET), O setor fechou o ano com um índice positivo, indo na contramão de vários ramos da economia, com o faturamento 83,68% maior que o ano de 2019.

Mais informações sobre a Achei Montador:

Pioneirismo

  • Pioneira no e-commerce de montagem de móveis e serviços no país. Criou este mercado de trabalho de montagem de móveis, há 12 anos;

 

  • Pioneira em vendas de montagens como opção de compre junto no site dos principais varejistas do Brasil;

 

  • Criou uma nova oportunidade de trabalho para as mulheres, em seguimento totalmente masculino;

 

Outros dados

  • Único parceiro de serviço, na LA da Amazon, maior varejista do mundo, além de gigantes do varejo nacional;

 

  • Possui aplicativo próprio;

 

  • Conhecidos no mercado por clientes e montadores como a Uber da montagem de móveis;

 

  • Possui mais de 7.200 profissionais qualificados espalhados em todo o Brasil;

 

  • Venda também de outros tipos de serviços residenciais, entre eles, está entrando no mercado de casa inteligente no qual vem promovendo treinamento de parte do time para qualifica-los;

 

  • Atende todas as cidades do Brasil;

 

  • Oferece comodidade e segurança para quem compra (foto, identidade e senha de atendimento, além de NF e garantia de 90 dias);

 

  • Plataforma de e-commerce compatível com as maiores do mercado: Precode, Vtex, Magento, Linux, Performance entre outras;

 

  • Desenvolveu um QR Code para ser usado pela Indústria de móveis, no qual o cliente final pode contratar o serviço de montagem autorizado, mais próximo, quando receber o móvel em casa, direto pelo celular.

 

  • Plataforma de e-commerce compatível com as maiores do mercado: Precode, Vtex, Magento, Linux, Performance entre outras;

 

  • Desenvolveu um QR Code para ser usado pela Indústria de móveis, no qual o cliente final pode contratar o serviço de montagem autorizado, mais próximo, quando receber o móvel em casa, direto pelo celular.

Grupo UOL cria Edge UOL, marca focada em Edge Computing, 5G e serviços de infraestrutura de TI de última geração

Empresa independente, surgida do spin-off dos negócios de infraestrutura de TI da Compass UOL, terá foco em serviços de inovadores em infraestrutura de TI incluindo Edge Computing e 5G 

A Holding do grupo UOL, que controla a Compass UOL, empresa global de transformação digital, anunciou o spin-off de sua unidade de Serviços de Infraestrutura, criando a Edge UOL. A empresa independente terá foco em 4 pilares principais: Edge Computing, Virtualization Technologies, 5G Cloud Connect e Autonomous Operations, que visam a modernização da infraestrutura de tecnologia das organizações, incluindo arquitetura, implementação e sustentação, com tecnologias, cyber security e governança ágil visando aumentar a sua resiliência, a performance e a escalabilidade. Com isso, a Compass UOL consolidará seu foco no desenvolvimento de soluções para transformação digital de organizações globais, voltada às aplicações, deixando em Edge UOL a especialização em modernização de infraestrutura.

A Edge UOL estenderá seu foco atual em serviços de infraestrutura de última geração, ampliando a ênfase em computação distribuída dadas as novas possibilidades proporcionadas pelas redes 5G. O intuito é ajudar as companhias a reinventar sua arquitetura e infraestrutura digitais, incorporando os benefícios de Edge Computing às suas operações na nuvem, e tecnologia de virtualização, que oferece soluções para desktop, redes, storage e servidores de última geração.  Com centenas de clientes, a nova companhia herdará da Compass UOL a expertise em networking e edge computing, com parcerias firmadas com as maiores empresas globais de tecnologia, como AWS e VMWare.

“Somos reconhecidos como líderes do setor de serviços de infraestrutura e em transformação digital, com mais de 20 anos de experiência. O momento é de expansão, e a Compass UOL considera que criar uma nova operação para acomodar os dois negócios é estratégico para seguir oferecendo uma solução completa aos clientes”, comenta Gil Torquato, CEO da Holding que controla a Compass UOL e a Edge UOL.

Rodrigo Lobo, profissional com larga experiência no Grupo UOL, com passagens pelo UOL e UOL Diveo, está há 22 anos na companhia e atuava como Diretor de Engenharia e Operações. Nesta nova fase, Lobo está à frente da Edge UOL como COO com objetivo de alavancar o uso de novas tecnologias de infraestrutura nas empresas e crescer a nova companhia.

 

“A Edge UOL, assim como a Compass UOL, seguirá priorizando a operação ágil, o desenvolvimento de pessoas, a obsessão pelo cliente e a inovação, buscando excelência em tudo o que fazemos. As empresas seguirão juntas, ajudando clientes a inovar e evoluir em suas áreas de negócios”, comenta Lobo.

A área de Serviços de Infraestrutura da Compass UOL conquistou o reconhecimento de parceiros globais, e a spin-off reproduz essa expertise com sua criação. Em 2021, a Compass UOL conquistou as competências de Networking e Data & Analytics da AWS. A empresa também detém a competência MSP (Managed Service Provider) e ainda é reconhecida como Advanced Consulting Partner com habilitação no Programa Service Delivery, o qual valida os parceiros que têm profundo conhecimento dos serviços da parceira, bem como experiência demonstrada e sucesso comprovado por clientes na prestação desses serviços em Amazon EMR, Amazon EC2 for Windows Server e AWS Direct Connect. Além dessas competências, a Edge UOL nasce Microsoft Gold Partner, VMware Cloud Verified, VMWare Principal Partner Cloud Provider, VMware DRaaS powered e VMware Solution Partner server Virtualization.

 

Gêmeo Digital e mapeamento tridimensional, uma das maiores tendências tecnológicas de 2022

Da medicina à construção civil, da automação veicular ao Metaverso, o Gêmeo Digital permite que as empresas simulem cenários, antecipem problemas e otimizem os processos de melhorias em diversos mercados e deve ser tendência nos próximos 10 anos.

Imagine poder antecipar acidentes de trabalho, prever defeitos em novos produtos e processos ou corrigir possíveis problemas antes mesmo que os projetos sejam materializados! Com a tecnologia de mapeamento 3D LiDAR, em conjunto com o Gêmeo Digital, isso não só é possível, como já vem acontecendo em vários segmentos do mercado.

O Gêmeo Digital, termo traduzido do inglês digital twin, nada mais é do que captar os dados físicos de um objeto ou ambiente, recriar essas informações em ambiente digital para então testá-lo em cenários diversos e antecipar todo tipo de problema e melhoria que seja necessária.

Até alguns anos atrás, o teste de impacto veicular, por exemplo, era feito com o próprio objeto físico. O carro era fabricado e, então, testado. Com o Gêmeo Digital, é possível criar o espelho digital do produto real e testá-lo no ambiente virtual, obtendo os mesmos resultados, sem gastar material, tempo e dinheiro.

Segundo Guilherme Stella, fundador da TrackFY, empresa especializada em soluções de mapeamento digital para os segmentos médico, de construção e mineração, os sensores 3D LiDAR são essenciais para a digitalização e construção dos Gêmeos Digitais, pois permitem mapear o mundo físico com precisão milimétrica e uma rapidez que o trabalho humano não permitia até então.

“Com os sensores de digitalização 3D de hoje em dia, é possível coletar dados estruturais em poucos segundos, criar ambientes digitais idênticos aos reais e realizar testes e experimentos em ambiente controlado antes mesmo do produto ser construído”, explica Stella.

Odair Maciel, especialista no tema e escritor de dois livros sobre softwares de engenharia (AutoCAD e AutoCAD Plant 3D), pela editora Ciência Moderna, lembra que o Gêmeo Digital é um dos elementos que forma a chamada Industria 4.0, uma nova fase da indústria que amplia tanto a qualidade dos processos na construção de plantas industriais, quanto no acompanhamento à distância da parte automatizada, que pode, assim, receber incrementos e melhorias em pleno funcionamento.

“O Gêmeo Digital, facilitado pelos scanners LiDAR de mapeamento digital, ajuda na manutenção fabril, a prever possíveis problemas e possibilita que sejam feitos novos layouts ou ampliações necessárias, sempre com testes antes no ambiente digital”, explica Odair. Para ele, os Gêmeos Digitais serão fundamentais nos próximos 10 anos para a ampliação das indústrias no mundo inteiro, não apenas em países como EUA e Canadá, que hoje já somam 36% do mercado mundial da tecnologia.

Os Gêmeos Digitais permitem produtos de mais qualidade, menos tempo entre planejamento, desenvolvimento e lançamento, já que eliminam a necessidade dos testes físicos, e garantem um futuro mais limpo: “menos resíduos, menos gastos, mais foco e melhor desempenho. Essa é a receita que a tecnologia LiDAR oferece para que os Gêmeos Digitais aconteçam em cada vez mais mercados”, lembra Stella.

“Além disso estamos entrando em uma era 100% digital e segmentos como agricultura, varejo, energia, urbanismo, saúde, infraestrutura, transporte e segurança necessitam de maior precisão em análises de dados, por isso o mapeamento e o Gêmeo Digital serão fundamentais nesta transição”, finaliza o fundador da Trackfy.

 

O que é o LiDAR

O LiDAR (Light Detection and Ranging) é um sensor 3D de luz pulsada que, além de aferir distâncias, também consegue medir volumes com precisão e rapidez, por meio de seu laser. Presente em celulares, scanners 3D, tablets, drones e até mesmo em carros, o sensor pulsa e capta uma média de 300 mil a 1 milhão de pontos por segundo. O feixe de luz laser rebate na superfície à sua frente e o LiDAR cria um mapa digital tridimensional do ambiente ou objeto escaneado.

Robert Half aponta 14 profissões do futuro para você ficar atento

O mercado de trabalho vem se transformando a passos largos já faz alguns anos e com o advento da pandemia, esse processo foi potencializado ao máximo. Diante desse cenário, a Robert Half mapeou em seu Guia Salarial 2022, as principais carreiras do futuro, que já são tendência para o presente, nas áreas de Engenharia, Recursos Humanos, Tecnologia e Vendas e Marketing.

“A transformação digital foi uma máxima do mercado ao longo dos últimos dois anos e as indústrias, de modo geral, abraçaram os processos de inovação e desenvolvimento. Como resultado, todas as profissões tendência para o futuro absorvem o impacto da tecnologia nas relações de trabalho e demandam amadurecimento na análise de dados, facilidade na operação de sistemas e um maior entendimento das ferramentas digitais disponíveis”, destaca Leonardo Berto, gerente da operação da Robert Half no ABC e Baixada Santista. 

Engenharia

Piloto de drone – responsável pelo controle da máquina para a produção de imagens e fotos aéreas, inspeções de estruturas, monitoramento agrícola, segurança pública, etc. 

Engenheiro de georreferenciamento – responsável pelo mapeamento de imóveis rurais, definindo sua área e posição geográfica, o que inclui a criação de curvas de nível, diagnósticos locais e o desenvolvimento de relatórios.

Engenheiro de dados – responsável por gerenciar, otimizar e monitorar a captação, armazenamento e distribuição de dados em toda a empresa.

Engenheiro de inovação – responsável pela criação de novas soluções de produtos ou processos, complexas ou simples, para ganho de produtividade.

Recursos Humanos

People Analytics – responsável pelo processo de coleta, análise e geração de insights baseados em dados para a gestão de pessoas em empresas. 

Change Management – tem como função acompanhar o processo de planejamento e implementação de mudanças na empresa, garantindo que sejam concretizadas e duradouras.

Especialistas em DEI – responsável pelo planejamento, execução e monitoramento de estratégias que tenham como foco a inclusão das pessoas nas empresas.

Tecnologia

Desenvolvedor Front-End – responsável pela experiência do usuário em páginas web, tendo a função desenhar e desenvolver as páginas com as quais o usuário final irá interagir.

Desenvolvedor Full Stack – responsável por desenvolver as funcionalidades dos sistemas, atuando tanto em front-end quanto em back-end (criação de códigos para a execução das funções de uma aplicação web).

Pentester – profissional encarregado de conduzir testes de segurança em uma infraestrutura para prevenir invasões e exposições de dados (“hacker do bem”).

Arquiteto de Soluções – responsável pelo desenvolvimento, adequação e integração de novas soluções personalizadas aos processos já existentes nas organizações. 

Especialista em Machine Learning – tem como função desenvolver cálculos, simular cenários de decisão e avaliar periodicamente os resultados gerados por esses sistemas.  

Vendas e Marketing

Analista Martech – responsável por estabelecer a integração entre a tecnologia e o marketing, aliando as demandas de vendas e marketing da empresa às melhores tecnologias a favor desses setores. 

Líder de live streaming – tem como função garantir o bom funcionamento das transmissões ao vivo e coordenar uma equipe dedicada a entregar transmissões de qualidade para o público-alvo. 

“Tanto para quem está em busca de recolocação quanto para aqueles que vislumbram uma mudança de carreira, a listagem indica um bom termômetro de onde os profissionais podem priorizar seus esforços em qualificação. O mercado de trabalho seguirá batalhando pelos melhores talentos e os profissionais que investirem em educação continuada, com certeza terão mais destaque”, finaliza Berto.       

NOTAS

Metodologia – Guia Salarial 2022

O Guia Salarial da Robert Half apresenta três faixas salariais por cargo, determinadas pelo nível de qualificação e experiência do candidato, bem como pela complexidade de seu cargo ou indústria e setor de atuação. Os salários são divididos em percentis, representados por 25º/ 50º/ 75º, sendo que 50º não significa, necessariamente, a mediana do salário para determinado cargo. Os critérios para determinar em que faixa o perfil se encontra podem variar em torno da experiência na função, tempo no segmento, características setoriais, demanda e disponibilidade pelo perfil no mercado, habilidades e certificações extras. O percentil 25º representa um(a) candidato(a) que ainda é novo(a) no trabalho ou que ainda está desenvolvendo habilidades relevantes, já o 75º representa aquele(a) candidato(a) que tem mais experiência do que a típica e conta com todas as habilidades relevantes para o trabalho, além de especializações e certificações, por exemplo. 

Faturamento das empresas* (quando mencionado):

P/M – até R$ 500 milhões

G – acima de R$ 500 milhões

*Exceção para escritórios na área Jurídica:

– Pequeno porte/Boutique – 1 a 30 advogados

– Médio porte – 30 a 150 advogados

– Grande porte – Acima de 150 advogados 

Guia Salarial 2022 da Robert Half

O Guia Salarial da Robert Half é uma das mais respeitadas fontes de informação sobre remuneração e tendências de recrutamento para auxiliar empresas e profissionais a tomarem as melhores decisões. Traz a tabela salarial de mais de 300 cargos em diversas áreas, apresenta profissões e habilidades mais demandadas em todas as divisões de atuação da consultoria, com dados que refletem a realidade de vagas trabalhadas na Robert Half e informações das salas de entrevista.