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Grupo Bezerra Oliveira firma parceria com PETRONAS e torna-se distribuidor autorizado da empresa no Maranhão

Com a iniciativa, mercado maranhense passa a dispor de um novo conceito de distribuição de lubrificantes de alta performance para o setor B2C e B2B

 

São Paulo, outubro de 2020 – A Bezerra Oliveira, que atua nos segmentos de autopeças, motopeças e indústria, firmou uma parceria exclusiva com a PETRONAS Lubrificantes Brasil (PLB), que fabrica e comercializa uma linha completa de lubrificantes automotivos, industriais e agrícolas de alta performance. A partir de agora, a unidade de São Luís (MA) da empresa torna-se distribuidora autorizada da PETRONAS no estado. Com a parceria, o mercado da região passa a contar de forma ágil e prática com todos os produtos da marca, que atendem aos mais rigorosos e atuais padrões de qualidade e performance. A nova unidade de negócio foi inaugurada na última sexta-feira (2), após a conclusão de um programa de treinamento e capacitação da força de vendas.

Entre os produtos que passam a ser disponibilizados pela Bezerra Oliveira, destaca-se o lubrificante PETRONAS Selenia, que já soma mais de duas décadas de parceria com a FIAT, além de ter sua credibilidade assegurada por mecânicos e motoristas do mundo todo. Também para veículos leves, a linha PETRONAS Syntium, usada pelos pilotos da equipe hexacampeã de F1 Mercedes-AMG PETRONAS, Lewis Hamilton e Valtteri Bottas, foi desenvolvida a partir de testes avançados para garantir eficiência máxima nas pistas de automobilismo e nas estradas. Chegam à Bezerra Oliveira, ainda, as linhas PETRONAS Urania e PETRONAS Sprinta, destinadas a veículos comerciais e motocicletas, respectivamente.

A iniciativa faz parte dos esforços da PETRONAS para introduzir um novo conceito de distribuição e, com isso, estar mais próximo de quem busca a qualidade dos produtos da empresa. “Este é mais um passo dado pela PETRONAS para conferir maior capilaridade à logística de distribuição, além de garantir excelência no atendimento às necessidades regionais de nossos clientes”, afirma Rogério Ludörf, Diretor de Commercial Excellence da PETRONAS.

Sobre a PETRONAS Lubrificantes Brasil

A PETRONAS Lubrificantes Brasil (PLB) é a divisão de fabricação e comercialização de lubrificantes da PETRONAS Lubricants International, responsável por atender às necessidades dos clientes na América Latina. A PLB tem uma das mais modernas fábricas, localizada em Contagem, Minas Gerais, com capacidade de produção de 220 milhões de litros por ano. Apoiada por uma ampla rede logística e centros de distribuição em Contagem, Curitiba, Recife e São Paulo, a PLB está comprometida em atender as demandas de lubrificantes industriais e automotivos na América Latina.

Sobre a PETRONAS Lubricants International (PLI)

A PETRONAS Lubricants International (PLI) é o braço global de fabricação e comercialização de lubrificantes da PETRONAS, a empresa nacional de petróleo da Malásia. Fundada em 2008, a PETRONAS Lubricants International fabrica uma gama completa de lubrificantes automotivos e industriais e comercializa em mais de 90 mercados globalmente. Com sede em Kuala Lumpur, a PLI tem mais de 30 escritórios de marketing em 27 países, administrados por escritórios regionais situados em Kuala Lumpur, Turim, Belo Horizonte, Chicago e Durban.

Para mais informações, por favor, visite: www.pli-petronas.com

Setembro foi melhor mês do ano, mas projeções da Anfavea apontam cenário incerto, com quedas superiores a 30%

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou hoje os números do setor no último mês, melhor do ano em produção e vendas. Setembro fechou o melhor trimestre do ano, após os sucessivos recordes negativos do segundo trimestre, altamente impactado pela pandemia do novo coronavírus. Faltando três meses para o encerramento, a entidade refez suas projeções para 2020, indicando um cenário menos pior do que aquele apresentado na metade do ano, no auge da quarentena e da imprevisibilidade, quando se previam quedas de 40% ou mais.

Apesar da recuperação dos últimos meses, as novas projeções ainda apontam fortes quedas em todos os indicadores. A produção estimada para o fim do ano é de 1,915 milhão de unidades, queda de 35% sobre 2019 e pior ano desde 2003. A expectativa da Anfavea para o mercado interno de autoveículos novos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) é de 1,925 milhão de unidades licenciadas no ano, queda de 31% e pior resultado desde 2005. Nas exportações, estima-se o envio total de 284 mil unidades, 34% a menos que no ano anterior, pior volume desde 1999. Para o setor de máquinas agrícolas e rodoviárias, as projeções são um pouco melhores, com crescimento de 5% nas vendas, mas quedas de 4% na produção e de 31% nas exportações.

“Não deixa de ser um alívio diante do quadro que vislumbrávamos no começo da pandemia, e creditamos isso sobretudo à gigantesca injeção de dinheiro feita pelo governo federal por meio do auxílio emergencial, que fez a economia girar de forma mais rápida do que o esperado”, explica o Presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes. “Mesmo assim, teremos uma queda dramática de todos os resultados da indústria em 2020, ainda que o último trimestre seja razoável como foi o terceiro”, acrescenta.

Setembro ficou 11% abaixo do mesmo mês em 2019

Os resultados de setembro consolidaram a recuperação do terceiro trimestre, trazendo certo alívio a toda a cadeia automotiva. A produção de 220.162 autoveículos foi 4,4% superior à de agosto, mas 11% menor que a de setembro de 2019. No acumulado dos nove meses, o recuo é de 41,1%. O mercado interno fechou o mês com 207.710 unidades licenciadas, alta de 13,3% sobre o mês anterior, com retração de 11,6% sobre o mesmo mês do ano passado (queda acumulada de 32,3% no ano).

O que ajuda a derrubar os números de produção é o fraco desempenho das exportações, que mesmo no último trimestre não conseguiram repetir os níveis dos primeiros três meses do ano, projetando para 2020 o pior resultado deste século. Em setembro foram embarcados 30.519 autoveículos, alta de 8,5% sobre agosto e queda de 16,7% sobre setembro de 2019 (encolhimento de 38,6% no ano).

Para o último trimestre do ano, a Anfavea espera números similares aos de setembro. “Se por um lado há sinais positivos, como a redução dos casos de covid-19, o alto interesse pelo transporte individual e o tradicional aquecimento do mercado no fim do ano, por outro há riscos como a redução do auxílio emergencial, a queda no nível de renda, a alta do desemprego e o aumento da inflação”, exemplifica Luiz Carlos Moraes.

Faturamento da indústria em agosto ultrapassa o do período pré-pandemia

Nesta terça-feira (06) a Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que o faturamento do mês de agosto superou o nível do setor industrial verificado no início do ano, antes do começo da pandemia do novo coronavírus. O relatório Indicadores Industriais, divulgado pela CNI, apontou que a utilização da capacidade instalada “está praticamente de volta ao período anterior à crise”.

 

Ainda segundo a CNI, o faturamento real da indústria subiu 2,3% em agosto na comparação com o mês anterior e 3,6% em relação ao mesmo período de 2019. De acordo com a pesquisa, a utilização da capacidade instalada ficou em 78,1% após ajustes sazonais, o índice está em apenas 0,8 ponto percentual abaixo do registrado em fevereiro deste ano, antes da pandemia da Covid-19.

 

Para comentar sobre o avanço do faturamento industrial e as perspectivas para o segmento, coloco à disposição Paulo Castelo Branco, economista, com mais de 30 anos de atuação no mercado de automação industrial e presidente-executivo da Abimei (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais). Para agendamento de entrevistas, entre em contato com Gabriela no e-mail gabriela@missãocomunicacao.com.br ou no telefone (11) 94798-1287(Whatsapp).

Mercedes-Benz inaugura estrutura inédita de atendimento a clientes de caminhões pelo Brasil

  • Truck Centers serão montados em postos de combustíveis para atender de forma rápida os clientes com peças e serviços da marca
  • Iniciativa contribui para a disponibilidade dos veículos, possibilitando maior rentabilidade aos frotistas e segurança aos motoristas
  • Primeiro Truck Center foi inaugurado na BR 101 na cidade de Tanguá (RJ), em parceria com o concessionário Mardisa
  • Clique aqui e veja o vídeo da nova estrutura em operação

Além de já disponibilizar aos clientes a maior Rede de Concessionários de veículos comerciais do País, presente em todos os estados, a Mercedes-Benz está ampliando a cobertura de serviços assistenciais a caminhões, ônibus e vans da marca. A Empresa acaba de lançar o Truck Center, estrutura inédita e funcional de peças e serviços para atendimento rápido em postos de combustíveis.

O primeiro Truck Center foi inaugurado na BR 101 na cidade de Tanguá, ponto de interligação do Rio de Janeiro com o Espírito Santo e outras regiões, em parceria com o concessionário Mardisa de São Gonçalo.

“Estamos inovando com esse conceito de posto avançado de atendimento a clientes de caminhões. O Truck Center oferece assistência básica, como revisões preventivas e serviços previstos nos planos de manutenção, que não dependem de uma estrutura completa como a do concessionário, sem, no entanto, abrir mão da qualidade que é um atributo da nossa marca”, diz Silvio Renan, diretor de Peças e Serviços ao Cliente da Mercedes-Benz do Brasil. “A ideia é estar ainda mais perto dos clientes e oferecer serviços que assegurem a disponibilidade de seus veículos, sem que necessariamente eles tenham de ir ao concessionário, que pode estar fora de sua rota numa eventual circunstância. Isso traz qualidade e conveniência para o motorista que está em trânsito realizando o transporte de carga, como também segurança e tranquilidade para o gestor da frota”.

O Truck Center é um projeto que se baseia numa parceria com postos de combustíveis localizados nas principais rodovias do Brasil. “Nesse primeiro momento, estamos priorizando o atendimento principalmente em novas áreas geradas pela expansão de atividades do mercado e do crescimento econômico, como aquelas atendidas por caminhões extrapesados”, afirma Silvio Renan. “Ao garantir a máxima disponibilidade dos veículos, damos nova contribuição aos clientes para a otimização dos custos operacionais e, consequentemente, para a rentabilidade que eles desejam”.

A maior rede de concessionários do País

A Rede Mercedes-Benz, a maior do segmento de veículos comerciais, tem quase 280 pontos de atendimento em todos os estados do País. São 180 concessionários, 99 oficinas dedicadas em clientes e 9 lojas da SelecTrucks, unidade de seminovos. O Truck Center já chegou também a outros dois pontos do país para ampliar ainda mais a cobertura de atendimento e assistência a clientes da marca, em Roseira/SP (De Nigris) e Patos/PB (Unidas). A Mercedes-Benz está desenvolvendo estudos para a implementação de outros três pontos até o final de 2021.

Marca também oferece diversos canais de relacionamento com o cliente

A Mercedes-Benz também utiliza diversos canais online no relacionamento com os seus clientes. Há cerca de quatro meses, lançou o atendimento do Service24h por WhatsApp, assegurando apoio rápido e eficiente em qualquer lugar do País e a qualquer hora. Técnicos especializados e treinados oferecem um completo serviço assistencial, acessível 24 horas por dia.

Essa novidade ampliou os canais de atendimento disponibilizados pela Central de Relacionamento com o Cliente da Mercedes-Benz, que já inclui o telefone 0800 970 9090, e-mail e chat. Isso é reforçado ainda pelos canais da marca no Facebook, Instagram e Youtube.

Outra inovação recente com foco em conveniência e qualidade no atendimento aos clientes foi o lançamento, também há quatro meses, do primeiro Showroom Virtual para vendas de caminhões, desde leves até extrapesados, ônibus urbanos e rodoviários e Linha Sprinter da Mercedes-Benz (www.showroommercedes-benz.com.br). Essa novidade levou os clientes para dentro de concessionários de todo o País, de forma rápida e online. Assim, ele pode realizar suas visitas virtuais pelo computador, laptop ou celular a qualquer hora ou dia. Na tela, o cliente tem tudo o que precisa: vendas de veículos comerciais, comercialização de usados da SelecTrucks, ofertas de peças e serviços, além de negócios do Banco e Consórcio da própria marca.

Transações de usados crescem 10,57% em setembro

No total, foram transacionados 1.391.730 veículos no mês, volume superior ao registrado em setembro de 2019

As vendas de veículos usados, considerando todos os segmentos automotivos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), apresentaram crescimento de 10,57%, em setembro, na comparação com o mês anterior. Foram transacionadas 1.391.730 unidades, contra as 1.258.743 em agosto.

Tanto agosto quanto setembro tiveram o mesmo número de dias úteis (21), o que confirma o ciclo de retomada aos patamares de venda do período anterior ao da pandemia.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram 1.243.255 unidades negociadas, a alta é de 11,94%.

No acumulado do ano, entre janeiro e setembro de 2020, o mercado de veículos usados apresenta retração de 22,52% ante o mesmo período de 2019.

Se considerados apenas os segmentos de automóveis e comerciais leves usados, o crescimento foi de 11,07% (1.018.758 unidades) sobre agosto (917.259). No comparativo com setembro de 2019, as transações apresentaram alta de 8,41%.

No acumulado do ano, entre janeiro e setembro de 2020, estes segmentos apresentaram retração de 24,09.

Do total de automóveis e comerciais leves transacionados, os usados de 1 a 3 anos de fabricação representaram 13,93% do total negociado no mês, e 12,81% no acumulado de 2020.

Para o Presidente da FENABRAVE, Alarico Assumpção Júnior, a melhora do crédito é um dos componentes que têm ajudado na recuperação do Setor. “O mercado de usados vem se mantendo aquecido. Há uma boa oferta de crédito, resultado do comportamento positivo da inadimplência. Outro fator que impulsiona este mercado é a recuperação das vendas de veículos novos”, comenta Assumpção Júnior.

Acompanhe, na tabela a seguir, os dados de transações de veículos USADOS para cada segmento automotivo.

IQA lança Trilha da Qualidade Automotiva

  • Iniciativa dá largada à jornada de cinco eventos repletos de conteúdo relevante
  • Primeira etapa da jornada ocorre dia 22 de setembro, com debate sobre os impactos e perspectivas para os negócios diante da pandemia da covid-19

São Paulo, setembro de 2020 – O IQA – Instituto da Qualidade Automotiva, organismo de certificação acreditado pela CGCRE – Coordenação Geral de Acreditação do INMETRO, prepara mais uma novidade disruptiva: a Trilha da Qualidade.

“Trata-se de uma jornada, uma série de eventos repleta de conteúdo relevante para quem precisa estar sempre atualizado sobre as novidades da Qualidade no setor automotivo”, afirma Alexandre Xavier, superintendente do IQA.

A jornada começa em setembro e vai até maio de 2021. Em cada encontro, grandes especialistas e referências do mercado interagem com a audiência, para refletir sobre os caminhos futuros e debater novas respostas e perspectivas para uma indústria em transformação.

No primeiro evento, dia 22 de setembro, das 10h às 12h, o debate se concentra na análise do cenário após o impacto inicial da pandemia, nas transformações imediatas, desafios e oportunidades para a área da qualidade automotiva, sob o tema “Qualidade no Setor Automotivo: Impactos e perspectivas para os negócios nos tempos atuais”.

Ao todo, a Trilha da Qualidade conta com cinco eventos programados para setembro e novembro de 2020, fevereiro e abril de 2021, e o granfinale em maio do ano que vem, com o 8º Fórum da Qualidade IQA, encontro focado na transformação digital na área da qualidade que acontece como parte do ABX21 – Automotive Business Experience 2021.

Confira o calendário completo: 

2020 | Setembro: Qualidade no Setor Automotivo: Impactos e perspectivas para os negócios nos tempos atuais;

2020 | Novembro: Qualidade – “Futuro da Qualidade” realizado em conjunto com ABX-on;

2021 | Fevereiro: Aftermarket- O horizonte do mercado em recuperação

2021 | Abril: Regulamentação – Qualidade no setor automotivo: Revisão das legislações

2021 | Maio: 8º Fórum da Qualidade IQA em conjunto com ABX21

“A cada etapa vamos disseminar conteúdo relevante sobre Qualidade Automotiva, fazendo com que os participantes sejam abastecidos com informações úteis e relevantes, e aproveitem ao máximo o evento final dessa jornada, que é o 8º Fórum da Qualidade IQA”, afirma Xavier.

1ª etapa 

A jornada começa com o debate sobre o tema “Qualidade no Setor Automotivo: Impactos e perspectivas para os negócios nos tempos atuais”, em que grandes especialistas e referências do mercado apresentarão suas visões e opiniões a respeito do tema. Confira a programação:

10h – Os novos desafios da qualidade
Apresentação sobre o impacto da pandemia da Covid-19 na área da qualidade, novos desafios, as oportunidades. Lançamento da pesquisa sobre transformação digital e convite para que a audiência ajude a construir este conhecimento.

10h20 – Qualidade na indústria automotiva reinventada

Discussão com diferentes elos da cadeia de valor, como fornecedor, montadora e concessionária. Foco em entender como cada frente respondeu às novas demandas e necessidades.

11h – O que o setor automotivo pode aprender da indústria de tecnologia 

11h30 – Uma indústria em home office: As novas possibilidades e desafios do trabalho a distância

Debate sobre os obstáculos impostos pelo distanciamento físico, revisão dos processos e uso de ferramentas digitais.

Serviço: 

Trilha da Qualidade

Qualidade no Setor Automotivo: Impactos e perspectivas para os negócios nos tempos atuais

Dia 22/9

Das 10h às 12h

Evento online gratuito

Inscrições: www.iqmx.org.br

 

 

O IQA – Instituto da Qualidade Automotiva é um organismo de certificação sem fins lucrativos especializado em mobilidade. Criado em 1995 por entidades do setor e do governo, o IQA oferece soluções que fomentam a qualidade e a produtividade nos canais de produção e pós-vendas, como certificação de produtos, serviços e sistemas de gestão; treinamentos; manuais e ensaios de laboratório. É parceiro de organismos internacionais e acreditado pela CGCRE (Coordenação Geral de Acreditação) do Inmetro. Acesse o site www.iqa.org.br

Transações de veículos usados crescem 10,44% em agosto

Mercado registrou 1.258.743 unidades transacionadas e está apenas 3,51% abaixo do mesmo mês de 2019.

Segundo dados da FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, as transações de veículos usados, considerando todos os segmentos automotivos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), apresentaram crescimento de 10,44% em agosto, na comparação com o mês anterior, totalizando 1.258.743 unidades, contra 1.139.802, em julho. Na comparação com agosto de 2019, quando foram transacionados 1.304.539 veículos, houve retração de 3,51%.

No acumulado do ano, entre janeiro e agosto de 2020, o mercado de veículos usados apresentou retração de 27,05% ante o mesmo período de 2019.

Automóveis e comerciais leves

As transferências de automóveis e comerciais leves usados apresentaram alta de 9,98% em agosto, na comparação com julho, somando 917.259 unidades, contra 834.031 em julho. Na comparação com agosto de 2019, houve queda de 7% nas transações destes veículos. No acumulado de 2020, este mercado retraiu 28,38% sobre o mesmo período de 2019.

Entre os automóveis e comerciais leves transacionados, os modelos de um a três anos de fabricação representaram 14,19% do total negociado em agosto, e 12,58% do acumulado do ano.

Para o Presidente da FENABRAVE, Alarico Assumpção Júnior, a melhora do crédito é um dos componentes que têm ajudado na recuperação do Setor. “Alguns fatores contribuíram para o aumento das transações de usados no mês passado, como a manutenção da taxa Selic em um nível baixo e a melhora dos índices de inadimplência, o que refletiu nas aprovações cadastrais para financiamentos de veículos, tanto de novos como de usados”, comentou Assumpção Júnior.

Acompanhe, na tabela a seguir, os dados de transações de veículos usados para cada segmento automotivo.

Emplacamentos de veículos registram alta de 7,35% em agosto

Apesar de ainda estar em retração no acumulado do ano, aumento dos emplacamentos mensais mostra que o Setor da Distribuição vem se ajustando ao “novo normal”.

De acordo com dados divulgados pela FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, nesta quarta-feira, 2 de setembro, as vendas de veículos, considerando todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros) registraram crescimento de 7,35%, em agosto, na comparação com julho deste ano. No período, foram emplacadas 299.627 unidades, contra 279.105 no mês anterior. Se comparado com agosto de 2019 (347.061 unidades), a retração foi de 13,67%, a menor queda desde o início da pandemia do Coronavírus.

Para o Presidente da FENABRAVE, Alarico Assumpção Júnior, o resultado é uma mostra de que o mercado se ajusta à nova realidade. “Mesmo com dois dias úteis a menos em agosto (21 dias), em relação a julho (23 dias), os emplacamentos tiveram alta, o que demonstra que o mercado vem retomando patamares mais altos de volume e se ajustando ao ‘novo normal’”, analisa.

No acumulado de janeiro a agosto/2020, os 1.804.338 veículos emplacados representam queda de 31,01% sobre o mesmo período de 2019 (2.615.446 unidades).

Com o resultado, o mês de agosto ocupa a 14ª posição do ranking histórico (entre todos os meses de agosto, desde o início da série histórica, em 1957) e o acumulado está na 16ª colocação, na somatória dos meses de janeiro a agosto. “Já estivemos em pior colocação, o que demonstra que, aos poucos, o mercado está se recuperando”, comemora Assumpção Júnior.

Automóveis e comerciais leves

Em agosto, o segmento de automóveis e comerciais leves registrou 173.544 emplacamentos, alta de 6,42% em relação a julho (163.075 unidades). Na comparação com agosto de 2019, a queda foi de 24,77%, quando foram emplacados 230.693 veículos. No acumulado de janeiro a agosto (1.099.862 unidades), a retração é de 35,75% sobre o mesmo período de 2019 (1.711.739).

Na avaliação do Assumpção Júnior, uma conjunção de fatores contribuiu para que o mercado de automóveis e comerciais leves reagisse positivamente. “A manutenção da taxa Selic, em níveis baixos, assim como a pandemia, têm estimulado a compra de carros para o transporte individual das pessoas. Além disso, os financiamentos ficaram mais acessíveis. Atualmente, o índice de aprovação cadastral é de quase 7 aprovações para cada 10 avaliações enviadas aos bancos”, explica o Presidente da FENABRAVE.

O mês de agosto de 2020 ficou na 14ª colocação entre todos os meses históricos de agosto, e o acumulado de janeiro a agosto ficou na 17ª colocação histórica.

Caminhões

Os emplacamentos de caminhões retraíram 15,23%, em agosto (8.072 unidades), na comparação com o mês de julho (9.522 unidades) e, em relação a agosto de 2019 (9.579 unidades), a queda foi de 15,73%.

No acumulado de janeiro a agosto, os resultados de 2020 (55.213 unidades) também seguiram em queda, com retração de 15,63% na comparação com os resultados do mesmo período de 2019 (65.444 unidades).

O mercado de caminhões não foi melhor por conta do entrave na produção, enfrentado pelas montadoras, que sofrem com a falta de componentes importados, resultando em defasagem no segundo turno de trabalho nas fábricas. Com relação ao crédito, há boas ofertas no mercado, com taxas abaixo de 1%, e a aprovação é de 7 fichas para cada 10 solicitações. Com isso, já estamos operando com pedidos para o final do ano, em alguns modelos, principalmente, de extrapesados”, diz o Presidente da FENABRAVE.

No ranking histórico de caminhões, o mês de agosto/2020 está na 12ª colocação e, entre os acumulados de janeiro a agosto, este ano está na 11ª posição histórica.

Ônibus

O segmento de ônibus foi bastante afetado pelas quarentenas e muitas empresas de transporte, tanto urbanas quanto rodoviárias, enfrentam dificuldades. O Programa Caminho da Escola, do Governo Federal, foi responsável por boa parte do volume de vendas de agosto, que totalizou 1.777 unidades, contra 1.893 em julho/2020, queda de 6,13%.

Sobre agosto de 2019 (2.709 unidades), esse resultado foi 34,40% menor e, se considerarmos o acumulado de janeiro a agosto/2020 (11.546 unidades), houve queda de 34,05% sobre igual período do ano passado (17.507 unidades).

No ranking histórico, o mês de agosto/2020 está na 13ª colocação e, entre os acumulados de janeiro a agosto, este ano está na 17ª posição histórica.

Motocicletas

Em agosto, os emplacamentos de motocicletas somaram 95.998 unidades, contra 85.171, em julho, numa expansão de 12,71%. Se comparada a agosto de 2019 (88.651), a alta foi de 8,29%.

Com a retomada de parte da produção, pelas montadoras, os volumes de emplacamentos vêm crescendo para atender à demanda reprimida. Contudo, ainda permanecem problemas de produção, pela falta de peças e componentes”, explica Assumpção Júnior, que complementa: “Um fator positivo para o setor de duas rodas é que a liberação de crédito tem melhorado, com cerca de 4,2 cadastros aprovados a cada 10 apresentados”.

Os problemas na produção também podem explicar uma queda mais acentuada nos volumes de emplacamentos, no acumulado de janeiro a agosto/2020, quando foram emplacadas 531.456 motocicletas, num resultado 25,03% menor, se comparado às 708.862 registradas no mesmo período de 2019.

No ranking histórico, o mês de agosto/2020 está na 11ª colocação entre todos os meses de agosto, e o acumulado deste ano ficou na 18ª posição, entre os acumulados de janeiro a agosto da série histórica (desde 1957).

Tratores e Máquinas agrícolas

Os segmentos de tratores e colheitadeiras estão com forte demanda em função da safra recorde, que está sendo finalizada, com crescimento da produtividade e da renda agrícola, gerando riquezas, principalmente, no interior dos estados brasileiros.

Diante desse cenário, foram comercializadas 4.417 unidades, em julho, o que representa crescimento de 27,33% em relação a junho (3.469 unidades). Vale ressaltar que, por não serem emplacados, esses veículos sofrem uma defasagem de um mês, em relação aos dados de comercialização e, por isso, os volumes e percentuais referem-se a julho de 2020.

O resultado de julho/2020, na comparação com julho de 2019 (3.737 unidades), também foi positivo, com crescimento de 18,20%.

Porém, a pandemia e a crise de abastecimento de peças e componentes importados influenciaram, negativamente, os resultados do acumulado do ano (janeiro a agosto/2020) para máquinas agrícolas. Entre janeiro a agosto de 2020, o segmento registrou queda de 4,75%, totalizando 22.679 unidades, contra as 23.811 máquinas agrícolas comercializadas no mesmo período de 2019.

A alta dos preços da soja e do milho tem mantido o segmento de máquinas agrícolas aquecido, mas as Concessionárias trabalham com estoque abaixo do ideal. Além da alta demanda do varejo, as montadoras estão enfrentando falta de peças, pois a pandemia tem afetado a cadeia de suprimento dos fabricantes. Alguns modelos já estão em falta no mercado”, explica o Presidente da FENABRAVE.

Projeções

A FENABRAVE reavaliará, em outubro, as projeções para 2020. Até lá, continuam valendo as últimas projeções, divulgadas no início de julho.

Acompanhe a seguir:

Acompanhe, na tabela a seguir, os dados de emplacamentos de veículos NOVOS para cada segmento automotivo.

Continental premia melhores fornecedores de 2020

Primeira edição do Supplier Award reconheceu o desempenho de  empresas parcerias da planta de Várzea Paulista, em São Paulo

Com o objetivo de reforçar seu compromisso com a excelência, a Continental, empresa que desenvolve tecnologias e serviços pioneiros em mobilidade sustentável, promoveu a primeira edição do Supplier Award 2020. A premiação elege os fornecedores da planta de Várzea Paulista, no interior de São Paulo, com melhor desempenho, considerando três categorias essenciais para a operação da multinacional alemã: Qualidade, Logística e Compras.

“Em um momento tão desafiador para a indústria automotiva, como o que enfrentamos em decorrência da pandemia de COVID-19, entendemos a necessidade de reconhecer todo o esforço da nossa cadeia de fornecedores, reforçando ainda mais parcerias tão valiosas”, afirma Arnd Simonetti, head de Compras da Continental para o Brasil.

Na edição deste ano, foram contemplados os fornecedores Bins Indústria de Artefatos de Borracha, Pro-Metal Industrial e Placar Indústria e Comércio de Plásticos pela excelência atingida em todos os quesitos durante o ano de 2019. Os vencedores participaram de um evento de celebração oficial, realizado digitalmente, que contou com a presença de representantes das três empresas e o time de jurados da Continental.

“A Continental é mundialmente conhecida pela excelência de sua operação e qualidade de seus produtos e serviços. Com o prêmio, reforçamos que nossos resultados positivos só puderam ser alcançados graças ao trabalho conjunto e comprometimento em parceria com a nossa cadeia de fornecedores. Esperamos que nossos parceiros se sintam ainda mais valorizados e motivados a continuar nessa trajetória de sucesso”, ressalta Michael Diehl, responsável pela planta de Várzea Paulista da Continental.

Sobre a Continental
A Continental desenvolve tecnologias e serviços pioneiros para a mobilidade sustentável e conectada de pessoas e seus bens. Fundada em 1871, a empresa de tecnologia oferece soluções seguras, eficientes, inteligentes e acessíveis para veículos, máquinas, tráfego e transporte. Em 2019, a Continental gerou vendas preliminares de € 44,5 bilhões e atualmente emprega cerca de 240.000 pessoas em 59 países e mercados.

Confiança e intenção de expandir dos empresários sobem em agosto

Contudo, os estoques atuais ainda não estão dentro dos patamares adequados

O avanço nas mudanças de fase da retomada na cidade de São Paulo e as medidas de ajuda do Poder Público deixaram os empresários mais animados no mês de agosto, o Índice de Confiança do Empresário (ICEC) registrou alta de 12,9% – de 66,2 pontos em julho para os atuais 74,8 pontos. O Índice de Expansão do Comércio (IEC) acompanhou a elevação (4,4%), ao passar de 62,5 ponto em julho para 65,3 pontos em agosto. Em contrapartida, o Índice de Estoques (IE) sofreu sua quarta queda seguida (-3,1%), em agosto.

Apesar de os empreendedores estarem mais confiantes e com boas expectativas para 2021, o IE aponta a situação atual na qual os estoques ainda estão com muitas mercadorias paradas, exceto o comércio essencial, como supermercados e farmácias.

Assim, a FecomercioSP recomenda que os estoques estejam reduzidos e bem controlados, a fim de evitar eventuais perdas e danos aos produtos. Além disso, a Entidade sugere reavaliação e redução dos custos operacionais, analisando os riscos de endividamento e controlando o fluxo de caixa.

ICEC
O Índice de Confiança do Empresário (ICEC) registrou elevação de 12,9% no comparativo mensal – de 66,2 pontos em julho para os atuais 74,8 pontos. No entanto, na comparação com o mesmo período de 2019, houve queda de 31,9%.

Os três quesitos que compõem o indicador avançaram em agosto: o Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio aumentou 4,5%; o Índice de Expectativa do Empresário do Comércio registrou alta de 23,4%; e o Índice de Investimento do Empresário do Comércio subiu 1,5%.

IEC
O Índice de Expansão do Comércio (IEC) obteve elevação, 4,4% – 65,3 pontos em agosto, ante os 62,5 pontos de julho. Contudo, em relação ao mesmo período do ano passado, houve baixa de 33,9%.

O Índice Expectativas para Contratação de Funcionários aumentou 12,6%. Por outro lado, o Nível de Investimento das Empresas recuou 6,8% em agosto.

IE
O Índice de Estoque (IE) sofreu baixa de 3,1% – 92,9 pontos em julho, para os atuais 90 pontos. Em relação ao mesmo mês de 2019, sofreu queda de 21,3%.

Notas metodológicas
ICEC
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) contempla as percepções do setor em relação ao seu segmento, à sua empresa e à economia do País. São entrevistas feitas em painel fixo de empresas, com amostragem segmentada por setor (não duráveis, semiduráveis e duráveis) e por porte de empresa (até 50 empregados e mais de 50 empregados). As questões agrupadas formam o ICEC, que, por sua vez, pode ser decomposto em outros subíndices que avaliam as perspectivas futuras, a avaliação presente e as estratégias dos empresários mediante o cenário econômico. A pesquisa é referente ao município de São Paulo, contudo sua base amostral reflete o cenário da região metropolitana.

IEC
O Índice de Expansão do Comércio (IEC) é apurado todo o mês pela FecomercioSP desde junho de 2011, com dados de cerca de 600 empresários. O indicador vai de 0 a 200 pontos, representando, respectivamente, desinteresse e interesse absolutos em expansão de seus negócios. A análise dos dados identifica a perspectiva dos empresários do comércio em relação a contratações, compra de máquinas ou equipamentos e abertura de novas lojas. Apesar desta pesquisa também se referir ao município de São Paulo, sua base amostral abarca a região metropolitana.

IE
O IE é apurado todo o mês pela FecomercioSP desde junho de 2011 com dados de cerca de 600 empresários do comércio no município de São Paulo. O indicador vai de 0 a 200 pontos, representando, respectivamente, inadequação total e adequação total. Em análise interna dos números do índice, é possível identificar a percepção dos pesquisados relacionada à inadequação de estoques: “acima” (quando há a sensação de excesso de mercadorias) e “abaixo” (em casos de os empresários avaliarem falta de itens disponíveis para suprir a demanda em curto prazo). Como nos dois índices anteriores, a pesquisa se concentra no município de São Paulo, entretanto sua base amostral considera a região metropolitana.

Sobre a FecomercioSP
Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, desenvolve soluções, elabora pesquisas e disponibiliza conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do PIB brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.

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