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Fórum de Empoderamento Feminino reúne personalidades e especialistas em Campinas

Com foco no segmento automotivo, evento discutiu importantes questões, como desigualdade salarial e assédio no ambiente de trabalho

O abismo que separa profissionalmente homens e mulheres no Brasil continua imenso. Segundo o último Relatório de Desigualdade Global de Gênero do Fórum Econômico Mundial, o país ainda levará cerca de 100 anos para igualar a questão. Entre os 144 países avaliados no relatório, ocupamos a posição 129ª, com destaque para a igualdade de salário entre os gêneros.
Com o objetivo de debater e discutir o papel da mulher no mercado de trabalho e, mais especificamente, no setor automotivo, a DPK, distribuidora de autopeças, pneus e acessórios para carros do Grupo DPaschoal, realizou na última semana seu 1º Fórum de Empoderamento Feminino. O encontro ocorreu em Campinas (São Paulo), dia 16 de maio, e contou com a presença de clientes varejistas, aplicadoras e especialistas da marca, além de convidadas especiais.
Cerca de 100 pessoas marcaram presença no Fórum, que foi aberto por uma palestra exclusiva da Mônica Sousa, diretora-executiva da Mauricio de Sousa Produções e inspiração para a conhecida personagem dos quadrinhos da “Turma da Mônica”. A empreendedora criou, recentemente, o projeto “Donas da Rua”, que apoia e dissemina o empoderamento feminino desde a infância, por meio das personagens da Turminha.
“Até certa idade, meninas e meninos se tratam da mesma forma. É depois que nós, influenciados pela sociedade, começamos a nos descriminar e criar estereótipos. Na Turma da Mônica, evitamos fazer isso. Todas as personagens femininas são fortes, se amam, aceitam e ajudam”, lembrou a empresária. Ainda no ano passado, a Mauricio de Sousa Produções assinou os Princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU.
Na sequencia da palestra, participaram da mesa redonda do Fórum Ana Durães, proprietária da Story Eletroeletrônicos, Miriam Botelho, a frente da Oficina Robson Botelho, Sandra Nali, diretora da Escola do Mecânico, Juliana Oliveira, Gerente Regional de Vendas da Continental, Isabela Paschoal, diretora da Fundação Educar e Daterra Café e Rita Monte, representando a organização Artemis, entidade de referência na implantação de políticas e serviços voltados para a melhoria da vida das mulheres.
Assuntos como o assédio e o machismo no ambiente automotivo renderam debates e trocas de experiência, bem como a desigualdade entre homens e mulheres, o machismo no mercado automotivo e as liberdades de escolha, individuais a cada um. Márcia Bonfim, gerente de marketing da DPK, considerou o encontro extremamente produtivo e pretende possibilitar novas edições em breve. “Estamos pensando, inclusive, em levar esse formato para outras filiais. Além disso, iremos montar um blog sobre os assuntos, que ficará dentro do nosso portal. O objetivo é aprofundar, cada vez mais, essa importante discussão.”


Sobre a DPK
Especializada na distribuição automotiva no Brasil, a DPK está no mercado desde 1987, contando com dezoito filiais pelo país com um sistema avançado de distribuição de produtos. Com sua matriz em Campinas, ela também atua nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Pouso Alegre, Presidente Prudente, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória. Para deixar sua infraestrutura mais dinâmica e completa, a DPK possui escritórios regionais, franquias e postos de atendimento ao cliente, conhecidos como PAAC; todos dispostos a atender as necessidades dos clientes. A em empresa faz parte do Grupo DPaschoal, que também compreende também as empresas Auto Z, Maxxi Training, Daterra e Fundação Educar. Saiba mais em www.dpaschoal.com.br.


Sobre a Mauricio de Sousa Produções
A Mauricio de Sousa Produções (MSP) é a maior empresa de produção de quadrinhos do Brasil, com mais de 50 anos de história e responsável por uma das marcas mais admiradas do país, a Turma da Mônica. Na área editorial, possui um dos maiores estúdios do setor no mundo – são mais de 300 títulos até hoje. A companhia responde por 80% das vendas de histórias em quadrinhos do mercado brasileiro. E ainda há outros números impressionantes: são mais de 400 personagens criados e mais de 1 bilhão de revistas vendidas. Não à toa, as revistas da Turma da Mônica participam de forma tão importante da alfabetização informal de milhões de brasileiros. A MSP investe em tradição com inovação e produz hoje conteúdos em todas as plataformas com a mais alta tecnologia, alinhando educação, cultura e entretenimento. No licenciamento, a empresa trabalha com uma média de 150 empresas que utilizam seus personagens em mais de 3 mil itens.


Informações para a imprensa
Máquina Cohn & Wolfe – DPK e DPaschoal
Vitória Kennedy – vitoria.kennedy3@maquinacohnwolfe.com – (11) 3147-7255
André Moraes – andre.moraes@maquinacohnwolfe.com– (11) 3147-7466

Máquina Cohn & Wolfe – Mauricio de Sousa Produções
Adrieli Garzim – adrieli.garzim3@maquinacohnwolfe.com – (11) 3147-7437
André Moraes – andre.moraes@maquinacohnwolfe.com – (11) 3147-7466
JAL Comunicação – Mauricio de Sousa
José Alberto Lovetro – jal.comunicacao@gmail.com – (11) 3851-5221 | (11) 99614-1623


Imagens por: Divulgação DPK

O fim do carro próprio? – Por Nicolas Brusson, CEO e Co-fundador da BlaBlaCar

Os modelos de posse do carro quase não mudaram nos últimos 100 anos., No entanto, à medida que as estradas ficam mais lotadas, os recursos naturais tornam-se mais escassos, e a conectividade se espalha, parece ter chegado a hora de otimizar o uso do veículo. Enquanto as tradicionais empresas do setor automotivo e líderes de tecnologia correm para projetar o carro do futuro, a visão popular é de que em poucos anos, uma série de atores do ramo da mobilidade vão contar com frotas de carros autônomos em grande escala, disponíveis para uso sob demanda. Esse é um cenário realista? Tenho minhas dúvidas. Acredito que as pessoas ainda tenham o desejo de possuir um carro próprio, mesmo se dirigem ou não, tanto por conforto, quanto por conveniência. E não é só isso: os novos modelos de posse do carro, baseados no uso compartilhado, vão permitir que a posse de um veículo seja cada vez mais simples e acessível. Confira uma outra perspectiva para o futuro da propriedade do carro.

O carro domina as viagens de longa distância

Ter um carro próprio em grandes centros urbanos tem cada vez menos sentido. Se a sua prioridade é chegar de um ponto A a um ponto B da maneira mais rápida e barata possível, o transporte público e os aplicativos de transporte individual farão esse papel, poupando-lhe o custo e os inconvenientes de possuir um carro. Mas para as milhões de pessoas que vivem fora das grandes cidades, ou que frequentemente precisam sair desses centros, a história é outra. Cerca de 80% das viagens de longa distância (60-500 milhas / 100-800 km) na Europa são feitas de carro, e isso acontece porque acabam sendo mais acessíveis e convenientes, permitindo que os viajantes se desloquem precisamente de um ponto específico para outro. Há menos alternativas de transporte fora das cidades, e na maioria das vezes, elas também são mais caras. À medida que os automóveis se tornam significativamente mais inteligentes e autossuficientes, a conveniência das viagens de carro só aumenta e a tendência é de que elas dominem os trajetos de longa distância. Nesses segmentos, as soluções intermodais, que funcionam muito bem em distâncias mais curtas, não são tão sujeitas à promoção em larga escala devido à sua falta de conveniência. Quanto mais os carros se tornam inteligentes e confortáveis, mais eles continuarão sendo os preferidos para percorrer longas distâncias.

Meu carro (autônomo)

A tecnologia por trás de veículos autônomos está progredindo, mas eles não estarão em sua garagem amanhã. Primeiramente, seus apoiadores devem superar barreiras legais – e os veículos têm um prazo para serem comercialmente viáveis. Levará um tempo para que a frota carros existente hoje seja substituída inteiramente, o que significa que os veículos autônomos devem se transformar em uma alternativa viável para você em não menos do que 10 a 15 anos. Segundo a McKinsey, até 15% dos carros novos poderão ser totalmente autônomos em 2030. Isso, claro, é uma ótima notícia para todos. Menos tempo perdido dirigindo, menos acidentes devido a erro humano. Tudo faz total sentido. Porém, eu não acho que isso vá mudar o nosso desejo de possuir um carro. Muito pelo contrário.

Com a exceção daquelas apaixonadas pela direção, a maioria das pessoas não possui um carro porque querem dirigi-lo. Elas o possuem porque querem um carro específico que atenda às suas necessidades pessoais e porque o consideram uma extensão do seu espaço privado. Seja o assento de bebê especial que você escolheu com cuidado para seu filho menor, ou a raquete de tênis no porta-malas, o carro é um espaço pessoal que as pessoas gostam de personalizar para as suas necessidades e desfrutar com toda a liberdade. Acredito que esse caso será cada vez mais comum quando os carros autônomos estiverem por perto, uma vez que irão transformar o tempo improdutivo de condução em entretenimento ou trabalho, mantendo as vantagens do custo de retenção e conveniência sobre as formas alternativas de transporte.

O carro como serviço

Ao longo dos últimos anos, temos testemunhado a evolução da cultura de posse pela cultura de uso em várias categorias de ativos. O status social é agora definido pelo acesso inteligente a coisas e não pela propriedade em si. No último mês, anunciamos uma nova parceria com a ALD, a principal empresa de leasing européia, e a Opel, para oferecer aos embaixadores BlaBlaCar (os nossos membros mais ativos) acesso exclusivo a uma seleção de pacotes de “carro como serviço”, incluindo leasing por preço mais baixo, garantia e serviços de manutenção. Além disso, também estamos explorando a ideia do uso financiando o acesso. Dentro desta parceria, todo mês que der caronas, o usuário terá um desconto em seu leasing mensal. Embora a gente ainda não tenha chegado lá, é fácil imaginar um futuro próximo no qual o uso compartilhado do carro financie seu contrato de aluguel. Este seria um esquema de financiamento inovador, desfazendo modelos clássicos de propriedade e revolucionando a nossa relação com o carro.

O carro do futuro é o carro compartilhado

Imagine um mundo de veículos autônomos altamente conectados, onde novos carros – disponíveis como serviço e financiados pelo uso compartilhado -, serão customizados de acordo com as necessidades dos usuários, que agora dedicam seu tempo de viagem a uma boa causa. Enquanto isso, os custos de deslocamento serão otimizados por meio do compartilhamento – seja por meio da carona, do compartilhamento do carro ou do estacionamento compartilhado. Esse é o futuro.Proprietários de frotas vão alugar ou disponibilizar via leasing carros para indivíduos que, empoderados por plataformas de compartilhamento peer-to-peer, irão financiar o seu acesso ao “carro como um serviço” e reduzir os custos de deslocamento. O aumento de carros compartilhados será uma revolução, atendendo às necessidades dos milhões de viajantes que procuram uma solução de viagem conveniente, acessível e amigável. As perspectivas são ainda mais promissoras se o carro nunca ficar ocioso, já que ele pode, sozinho, se dirigir ao redor. Conectado a uma rede de carros inteligentes, ele poderia servir quando necessário, ajustando instantaneamente as variações na demanda de passageiros.

O futuro dos carros é brilhante. Eles estão se tornando mais conectados, mais inteligentes, mais seguros, mais eficientes ambientalmente e, eventualmente, eles podem até se transformar em um espaço para o trabalho, entretenimento, ou lazer para um bom uso. Mas uma coisa não vai mudar: sempre fará sentido reduzir o seu custo, e do ponto de vista urbanístico, otimizar seu uso também evitará o congestionamento. Agora que todos somos conectados, temos os meios para fazer essa transformação – e minha aposta é que não tem volta.

O futuro dos automóveis não é a posse centralizada, mesmo que algumas empresas possam centralizar serviços de mobilidade. Em vez disso, eu acredito que a rede de carros inteligentes será descentralizada, altamente distribuída e alimentada por pessoas, à medida que a posse do carro for gradualmente substituída pelo “carro como um serviço”, financiado pelo uso compartilhado.

Isso é bastante revolucionário. E a revolução começa hoje.

Dia da Mobilidade Elétrica: montadoras apoiam benefícios de híbridos e elétricos

Para refletir como a mobilidade elétrica poderá impactar o seu negócio
Dia da Mobilidade Elétrica defende benefícios dos híbridos e elétricos com apoio de grandes montadoras

  • Evento, que contará com carreta e entrega do primeiro eletroposto público da cidade de São Paulo, terá presença de grandes montadoras em prol da evolução do debate
  • Carreata terá modelos como o Tesla Model S, Toyota Prius, Lexus CT 200h, Porsche Cayenne híbrido, entre outros

A Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE) reúne, no dia 27 de maio, autoridades, montadoras e o público para chamar a atenção para os benefícios ambientais, sociais e econômicos de um modal muito debatido atualmente: os veículos híbridos e elétricos. Trata-se do Dia da Mobilidade Elétrica, uma carreata que levará as bandeiras verdes e sustentáveis ao trânsito da capital paulista. Como empresas apoiadoras estão gigantes como Toyota, Mercedes-Benz, Tesla, Lexus, Porsche, Renault, Volvo, BYD, entre outros, que levarão para as ruas seus principais modelos e novidades.

O trajeto estipulado cobre as praças Amadeu Amaral (R. Treze de Maio) e Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu, onde será entregue o primeiro posto elétrico público de abastecimento de veículos de São Paulo (SP), doado pela BYD do Brasil. De acordo com Ricardo Guggisberg, presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), responsável pela organização do evento, o objetivo é sensibilizar a população, o poder público e a iniciativa privada a respeito do debate. “Todos são muito bem-vindos ao Dia da Mobilidade Elétrica. As pessoas que quiserem participar podem ir com bicicletas, skates, scooters, motos, carros, desde que sejam elétricos ou híbridos. O convite está aberto também para quem não possui ve&i acute;culos do tipo e quer cumprir o percurso conosco em um dos ônibus que disponibilizaremos de forma gratuita”.

De acordo com o executivo, estes tipos de transporte são importantíssimos na questão da sustentabilidade, já que não usam combustíveis fósseis e, assim, apresentam baixa emissão de poluentes. Também são silenciosos, o que contribui para a qualidade de vida em geral, e econômicos. “Um estudo da CPFL Energia mostra que o valor do quilômetro rodado com um carro a combustão, considerando o uso do etanol, é de aproximadamente R$0,19. No movido à eletricidade, este valor é R$0,05, quatro vezes menor”, explica.

Histórico

Na edição de 2016, a entidade firmou uma parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade de São Paulo (IPT/USP), o que possibilitou a medição de gases de efeito estufa entre os veículos limpos ao longo do trajeto. O mesmo teste foi realizado na semana seguinte, em meio ao tráfego convencional da Avenida Paulista. O resultado da comparação entre as duas situações mostrou uma redução de cerca de 50% na concentração de poluentes atmosféricos no percurso do evento. A expectativa para 2017 é superar as marcas atingidas no evento do ano passado, que reuniu 80 veículos, 16 montadoras e cerca de 200 participantes. “Nossa missão é levantar uma série de pautas que envolvem a capacidade de desenvolvimento tecnológico, a melhoria da infraestrutura no País, e o apoio à licitações voltadas a melhoria do transporte público, sempre destacando os inúmeros benefícios que uma frota híbrida e elétrica proporciona à população e às cidades”, aponta Guggisberg.

Principais novidades

Nessa edição, grandes montadoras apresentarão ao público os seus principais veículos e novidades. Entre elas, a Elektra Motors, que apresentará um Tesla no evento, grande conhecida do mercado por sua expertise em veículos elétricos no Brasil, leva ao trajeto a Tesla Model S, modelo bivolt que tem autonomia para rodar até 440km e que possui uma aceleração de 4,3 segundo (de 0 a 100km/h) e tração nas quatro rodas. Além disso, o veículo, que será exposto em evento público pela segunda vez no Brasil – a primeira foi no Salão do Automóvel – conta com a função piloto automático, que ajuda o carro a permanecer na pista, mudança de faixa, se adapta ao tráfego reduz e acelera, e encontra vagas de estacionamento sozinho.

A Toyota desfila com o Prius, primeiro veículo híbrido a ser produzido em escala no mundo, em 1997. O modelo, que detém o título de híbrido mais vendido globalmente, já atingiu a marca de seis milhões de unidades comercializadas em mais de 150 países. No Brasil, o Prius iniciou suas vendas em janeiro de 2013 e obteve, desde então, 1.600 unidades emplacadas. Outra atração ligada ao advento da tecnologia híbrida presente no evento será o Lexus CT 200h, o primeiro hatchback híbrido de luxo do mundo, produzido pela Lexus, marca de luxo da Toyota. O hatch premium iniciou suas vendas em meados de 2012 no Brasil e, até aqui, chegou à marca de quase 200 veículos comercializados. A Toyota tem posicionado as tecnologias híbridas também como peça fundamental para o século XXI, pois englobam todos os componentes tecnológicos necessários para o desenvolvimento de carros ecologicamente amigáveis.

Já a Eletra apresenta em primeira mão o Dual Bus, ônibus elétrico de conceito inédito, que entra em testes em linha normal no Corredor ABD de São Paulo, na semana de realização da carreata. Desenvolvido pioneiramente no Brasil pela Eletra, sua grande novidade tecnológica está no sistema padronizado de tração, que pode ser alimentado por várias fontes de energia. A Volvo também desfila novidades e exibe seu XC90 T8, um SUV de luxo que chega ao Brasil apontando o futuro dos veículos da marca, que conta com versões totalmente elétrica, híbrida, com autonomia de até 35km. Já no segmento de pesados, a marca exibe o seu ônibus híbrido, cuja grande vantagem é que ele não precisa de carga externa: a bateria do motor elétrico é carregada com a energia gerada durante as frenagens. Além disso, o modelo conta com produção em escala na fábrica da empresa instalada no Brasil.

A Mercedes-Benz também marca presença com o seu smart fortwo electric drive, veículo compacto, totalmente elétrico, e com velocidade máxima estimada em 125 km/h, acompanhada da Renault, que traz o utilitário Kangoo, e os compactos Zoe e Twizy. Da marca Porsche, o evento conta com o Porsche Cayenne S E Hybrid, que chegou ao Brasil ao final de 2016, durante a última edição do Salão do Automóvel e ganhou o selo CONPET, pelo Inmetro, por ser o veículo mais eficiente em sua categoria.Além desses veículos, os participantes poderão ver de perto uma grande variedade de bicicletas e skates elétricos, carros de logística, ônibus e veículos de duas rodas, como bicicletas e motos.

Desafios no Brasil

Embora possua vantagens evidentes, os veículos elétricos ainda enfrentam alguns desafios para se consolidarem no Brasil. Segundo Guggisberg, o principal deles é a falta de uma política pública com incentivos específicos, como redução de impostos, o que pode baratear o custo do veículo com essa tecnologia, e assim, democratizar o seu acesso, liberação do uso da faixa exclusiva de ônibus, isenção do rodízio, bolsões exclusivos de estacionamento, acesso a algumas áreas da cidade restritas a veículos sustentáveis, entre outras. “Outras barreiras são a criação de uma malha de infraestrutura de recarga, a falta de regulação da cobrança da energia e procedimentos claros para a instalação de eletro postos”, ressalta.

Apesar disso, o número de emplacamentos vem subindo e as perspectivas são de mais crescimento, tanto de mercado quanto em desenvolvimento tecnológico. Em 2016, foram 1.091 licenciamentos, ultrapassando as vendas de todo o exercício anterior, que atingiu 864 unidades. Para o executivo, os números são bastante favoráveis, porém estão aquém do potencial do País, que tem a necessidade de migrar para uma plataforma de transportes limpas e, assim, cumprir suas metas de redução de gases de efeito estufa.

“Temos acompanhado aqui no Brasil uma movimentação muito grande das universidades e dos institutos de pesquisa, no sentido de preparar os alunos de engenharia para atuarem neste novo mercado, com projetos que têm se destacado no cenário internacional. A proposta do Dia da Mobilidade Elétrica é fortalecer essas mensagens positivas e encorajar esse movimento de grande importância”.

Serviço

Dia da Mobilidade Elétrica

Quando: 27 de maio

Horário: Concentração às 9h30 – trajeto entre 10h e 13h

Trajeto: Praça Amadeu Amaral (Rua Treze de Maio) à Praça Charles Miller (Pacaembu)

Informações: http://www.diadamobilidadeeletrica.com.br

Personas caninas e felinas – por Carla Nórcia

Nunca ouviu falar ?Trabalhei anos em corporações, empresas de diferentes portes, trabalhei nas que não eram corporações também, uma tinha 9m².

Em todas, independente do cargo, do momento político e econômico da empresa, nunca, ninguém precisou me dizer porque eu estava lá, porque estavam apostando e confiando as fichas em mim, eu simplesmente fazia. Mas não simplesmente fazia assim, de qualquer jeito, sempre me dediquei, perguntei, escapei da dúvida indo atrás do certo e não da certeza. Tinha horror de não ter resposta, de enrolar, de provocar perdas.

Procurei caprichar, eu realmente acreditava que estava caprichando…e estava. Eu tinha vergonha de errar, de fazer de qualquer jeito, de dizer “pronto”, antes de acabar, de entregar pela metade, ou de não entregar. Não porque era obssecada mas, pelo gosto. Por mim. Pelo sabor de comemorar no final (Nem luxo, nem lixo).

Em todas deixei meu registro, talvez até de antipática e arrogante (e pouco me importa), enquanto eu estava fazendo a experiência era única, eu não sabia se aquilo ía se repetir e me dedicava. Um dia, mais tarde, um amigo disse “você é da geração canina”.

– Como assim ?

– A geração que se dedica, que faz acontecer, que acredita no propósito, na causa e faz com amor.

– Bom, perguntei, se sou canina, deve ter outro tipo de geração ?

– Sim, a felina!

– Felina, que engraçado. Mas, o que significa? De novo perguntei.

– Aaa essa é a geração que se prende à casa, não se prende ao dono, enquanto houver cama, comida, um canto para repousar, carinhos para receber e uma pseudo-proteção, ele fica, quando isso não existir mais, ele vai embora, encontrar outro abrigo, outro tipo de conforto e nova pseudo-proteção”. E ele continuou, “…o cachorro segue o dono, o gato fica na casa, se trocarem os donos ele vai ficar do mesmo jeito, é outro tipo de interesse. Ele não trabalha pela casa, não toma conta, ele a usa.”

Claro, nunca mais esqueci isso. Nunca mais! E me serviu para contar a história novamente, inúmeras vezes e  observar certas pessoas. Sim, porque algumas precisam de análise (me incluo).

Ninguém está preso, amarrado ao que quer que faça mas, está amarrado ao fazer bem. A fazer com distinção, elegância, educação, com verdade. A fazer não pela certeza, mas pelo que é certo.

Nada contra cachorros e gatos, tenho e tive dos dois, amo animais mas, seus estilos ajudam bem aqui. Poderia ter usado o Batman, o Robin e o Pinguim, poderia ter usado um esquilo e uma lontra, um pokemon…sei lá. A intenção não mudaria.

Como respiro bem por ainda me sentir uma canina arrogante.

Você respira bem  ?

Sobre as incertezas – por Carla Nórcia

Nada é certo nessa vida, ou melhor, morrer é. Nem nascer não é certo. E, chegar nesse planeta, cheio de provas e vigias, sem o mínimo de preparo, cheio de mimos, é garantia de fracasso. Resilência é o nome do jogo, não tem outro. Isso é o que temos que nascer sabendo, é o que temos que ensinar para nossos filhos, explicar para familiares, amigos mas, sobretudo praticar. A máxima “levanta,sacode a poeira e dá a volta por cima”, fará os vários entenderem bem o conceito, além de simples e assertiva (acho perfeita). Para fazer funcionar mimados não são recrutados, apáticos serão atropelados, resistentes sofrerão dobrado, resilientes farão acontecer. E as relações? Bem, essas você tempera com diferentes emoções e se as quiser saudáveis, use amor e respeito e nenhuma dose de hipocrisia. Aos 50 com a vida que levo, foi o que aprendi sobre “lidar com incertezas”, até porque nada é certo, ou é? Então, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima, porque 2017 só emendou em 2016, se você ficar aí olhando.

Meu negócio vale mais que o Brasil em crise – por Carla Nórcia

Não sei muito bem quanto vou faturar esse ano, meu negócio é imprevisível.  Sei direito quanto faturei o ano passado. E sei que vou faturar mais do que no ano passado. Tá bem ? Tá ótimo ! Há quem quebre, quem se desespere pela falta do emprego, há quem se entregue e há quem mande a culpa para o outro.

Então escuto “a questão não é como vivemos as experiências mas, como nos posicionamos em relação à elas”. Bingo! Posso ir para Disney e achar uma chateação se eu quiser achar. Posso assistir o carnaval no Rio e achar a coisa mais sem graça do planeta se eu quiser. Posso comer a comida da minha mãe e achar a mais sonsa de todas se eu quiser. Posso fazer o meu dia ser chatíssimo se eu quiser. Mas, posso me posicionar com tranquilidade diante da dificuldade, com animação diante da perda sucessiva, com foco no meio do ruído, com amor no meio do desprezo e com…no meio do…

Eu escolhi sempre completar essa frase.

Complete também e seja generoso com você, vai valer a pena!

Seu sucesso te agradece e sim, também quem te conhece !

Cineminha de segunda – por Carla Nórcia

Uma vez avisei meu chefe, em plena segunda, que iria ao cinema, ele respondeu:
– Já fez tudo que tinha que fazer ?
Eu respondi:
– Não, mas vou mesmo assim, porque se ficar esperando acabar o que tenho que fazer, não vou ao cinema esse ano.
Ele riu e disse :
– Vai assistir o que?
Virei as costas, peguei a bolsa e saí andando.
No caminho liguei para uma amiga e fiz o convite
– Estou indo no cinema, vou assistir um filme de aventura, vamos?
Ela fez um silêncio absurdo do lado de lá da linha. Perguntei de novo:
– Vamos ?
– Vou avisar minha sócia.
Uns quarenta minutos depois nos encontramos e ela parecia uma prisioneira em fuga.

Assistimos um filme besteirol, comemos pipoca, rimos muito, depois tomamos sorvete e voltamos para casa com a sensação de que tínhamos feito algo meio criminoso mas, que tinha sido ótimo.
No dia seguinte estava tudo igual na minha mesa, meu chefe me cumprimentou, como sempre fazia e tudo seguiu sem nenhuma surpresa. A diferença: eu estava bem mais feliz, mais jovem alguns anos e com ainda mais vontade de fazer o que era minha responsabilidade.

Sabe qual o problema ? Tem coisa que aprendemos tarde !
Então, antes hoje do que quando meu corpo e mente não derem conta de me levar !

O setor de Internet das Coisas crescerá cerca de 30 vezes – Cypress Associates

Segundo a Gartner, o setor de Internet das Coisas crescerá cerca de 30 vezes em pouco mais de uma década, provocando uma verdadeira hiperconectividade em todos os processos, dados e as coisas como conhecemos praticamente desaparecerão. Assim como a sociedade, as empresas não escaparão desse processo de digitalização e quem não estiver preparado sofrerá para sobreviver. Acompanhe o artigo de Orlando Cintra, vice-presidente sênior de Tecnologia e Inovação da SAP Brasil, sobre o assunto no portal Computerworld http://bit.ly/1FGtlaA

Setor de autopeças aposta em tecnologia digital – por William Boston – Valor Econômico

As montadoras alemãs BMW AG, Daimler AG e Volkswagen AG estão sendo ameaçadas pelas ambições do Google Inc. e da Apple Inc. no setor de automóveis. Mas os fornecedores de componentes automotivos da Alemanha veem grandes perspectivas no crescente negócio de carros conectados.

Empresas como Bosch GmbH, Continental AG e ZF Friedrichshafen AG, que estão virando megafornecedores capazes de alavancar novas tecnologias para qualquer parte de um veículo, começaram a trabalhar em estreita colaboração com as gigantes americanas da tecnologia.

Essa mudança ficará evidente no Salão do Automóvel de Frankfurt, que começa nesta quinta­feira na cidade alemã.

As montadoras alemãs e seus fornecedores locais sabem que a tecnologia de controle de veículos ­ a tecnologia digital ­ é a chave para ter sucesso no setor automobilístico do futuro. Veículos que dispensam motoristas, carros conectados e sistemas avançados de segurança dependem da criação de aparelhos e engrenagens inteligentes, com a ajuda de software.

Até o Vale do Silício reconhece que os alemães estão na pole position nessa área.

“A Alemanha pode liderar o mundo nesse [processo]”, disse recentemente o presidente executivo do conselho do Google, Eric Schmidt. “Estamos trabalhando com uma infraestrutura completa aqui na Alemanha.”

Em agosto, as três maiores fabricantes de carros de luxo da Alemanha ­ Audi AG, BMW e Daimler ­ concordaram em pagar cerca de 2,5 bilhões de euros (US$ 2,83 bilhões) para adquirir a divisão de mapeamento digital da Nokia Corp., o Nokia Here, para impedir que concorrentes da indústria de tecnologia assumissem o controle de uma tecnologia essencial para o futuro dos carros que se autodirigem.

Agora, fabricantes de autopeças da Alemanha estão considerando se unir às montadoras do país para investir no Here.

“Temos que esperar o fim do ano e então vamos ver”, disse Elmar Degenhard, diretor­presidente da Continental AG, em entrevista ao The Wall Street Journal.

A ZF Friedrichshafen fechou um dos maiores acordos recentes de tecnologia automotiva, mostrando como os fornecedores alemães estão agindo agressivamente para defender sua posição de liderança como fabricantes dos principais componentes e sistemas dos automóveis.

No fim do ano passado, Stefan Sommer, diretor­presidente da ZF, anunciou um negócio de US$ 12 bilhões para comprar a fabricante americana de autopeças TRW Automotive, especializada em sistemas de freios e segurança. Quando o negócio foi fechado, em maio, ele ainda estava cruzando os dedos para que a enorme aquisição financiada por meio de dívida desse retorno.

O “risco calculado” de Sommer agora parece visionário. Na semana passada, dez das principais montadoras concordaram em tornar sistemas de freios automáticos um recurso padrão de segurança nos carros novos ­ assim como os cintos de segurança e os airbags. Por meio do uso de câmeras, sensores de radar e software, esses sistemas de freios podem parar um carro automaticamente se o motorista não responder a tempo de evitar uma colisão com um objeto.

“Nós vimos que estávamos bem posicionados em tração e transmissão, mas não tínhamos tecnologia em sistemas de assistência ao motorista e segurança automotiva”, disse Sommer em uma entrevista ao WSJ. “A TRW nos complementa.”

Ao combinar as tecnologias da ZF e da TRW, a ZF desenvolveu um pequeno veículo autônomo movido a eletricidade e batizado de Veículo Urbano Avançado. Sommer disse que a ZF pode comercializar os sistemas básicos do carro como um kit, uma espécie de carro de Lego. A ZF mostrará a mais recente versão do modelo em Frankfurt.

“O futuro da condução autônoma é mais propenso a acontecer em um ambiente urbano que nas rodovias alemãs”, disse ele. “Essa é a razão de acreditarmos que o futuro da direção autônoma é o carro pequeno.”

O setor automobilístico deve investir cerca de US$ 12 bilhões este ano em sensores de radar, câmeras, software e outras tecnologias avançadas de assistência ao motorista que permitem que os carros mudem sozinhos de pista, estacionem e evitem colisões, segundo a IHS Automotive.

Os alemães estão adotando esta tecnologia agressivamente porque têm muito a perder. Um em cada sete empregos na Alemanha está ligado ao setor automobilístico. A Bosch é a maior fornecedora de autopeças por vendas do mundo, seguida pela Magna International Inc., ZF e Continental, e Denso Corp. Por isso, os alemães estão tão ansiosos para manter a dianteira num momento em que empresas de tecnologia, como o serviço de compartilhamento de caronas Uber Technologies Inc. e a startup israelense Mobileye NV, ameaçam entrar em seu negócio.

As montadoras receiam revelar segredos vitais e desvalorizar suas marcas ao colaborar com o Google e a Apple. Já os fornedores de componentes, cujas marcas não são visíveis aos motoristas, podem estar em melhor posição para se unir ao Vale do Silício.

“Se nossos clientes são montadoras de carros de luxo na Alemanha, marcas populares da China ou a Apple, nosso negócio não muda”, disse Sommer. “Para as montadoras é mais perigoso.”

O papo furado do vendedor de sonhos – por Carla Nórcia

Quantas vezes você já se viu parado em bancas de lançamentos de livrarias e só deu de cara com livros que vendem otimismo “fake” ? Ou já se pegou buscando na internet algum segredo mágico de como sair do buraco ? Eu mesma já comprei alguns, ganhei outros e já perdi meu tempo navegando em sites, blogs e outros limbos que, depois de alguns minutos de leitura, nada entregavam além de papo furado.

Mas, a delícia é que quem dá a palavra final, não é quem escreve, é quem lê.

Cansei de ver casos de gente que nem a verdade estava contando, que nem a experiência tinha vivido mas, que encontrou um jeito de parecer possível realizar um sonho mirabolante.

E esses livros e esses sites agora vão vender muito, porque há um mundo de gente precisando, não realizar um sonho mirabolante mas, sobreviver.

Hora dessas também vou escrever um livro, vou contar uma história, vai ter moral no final e já garanto que vai ser : ideias e trabalho, trabalho e ideias.