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ESPM abre inscrições para curso “O Pensamento Estratégico no Agronegócio”

Coordenado e ministrado por Dennis Giacometti, o curso é destinado a engenheiros agrônomos; gerentes e diretores de operação das áreas industrial, comercial, marketing, recursos humanos e desenvolvimento de produtos; acionistas do setor do agronegócio; e interessados em agribusiness. As inscrições vão até 13 de agosto: https://www.espm.br/educacao_continuada/o-pensamento-estrategico-no-agronegocio/

São Paulo, 28 de julho de 2020 – Com o objetivo de capacitar engenheiros agrônomos; gerentes e diretores de operação das áreas industrial, comercial, marketing, recursos humanos e desenvolvimento de produtos; acionistas do setor do agronegócio; e interessados pelo tema agrobusiness, a ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) anuncia o curso online O Pensamento Estratégico no Agronegócio, que será coordenado e ministrado pelo professor Dennis Giacometti. As inscrições podem ser feitas até 13 de agosto, pelo link: https://www.espm.br/educacao_continuada/o-pensamento-estrategico-no-agronegocio/

Dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil apontam que as exportações do agronegócio brasileiro tiveram um recorde no acumulado de janeiro a maio, fechando em US$ 42 bilhões – o maior valor já registrado para os cinco primeiros meses de um ano. A alta foi de 7,9% em relação ao mesmo período de 2019. Em tempos do impacto da pandemia na economia global, os resultados mostram o quão robusto é o setor e revela a importância de trazer o pensamento estratégico como ferramenta para uma nova geração de profissionais. Ministrado a distância, de 17 a 20 de agosto, das 19h30 às 20h30, o curso O Pensamento Estratégico no Agronegócio tem por foco habilitar os profissionais a pensar e atuar, em um futuro próximo, no desenvolvimento de projetos de forma sistemática e interdependente por diferentes áreas da empresa; auxiliá-los na construção de marca – pautada por relações duradoras e sustentáveis entre o mercado e a sociedade. Além desses tópicos, o curso vai abordar a importância do conhecimento e autoconhecimento na gestão do negócio.

“Uma dúvida recorrente é se é possível construir uma marca de prestígio e valor no agronegócio, mesmo sendo commodity. Nesse curso de extensão, de maneira bastante prática, vamos mostrar quais são os fatores críticos para o sucesso dessa construção; como evoluir nas operações, do ponto de vista da gestão agrícola ou industrial; como construir conhecimento nesse segmento; qual o papel da transformação digital na gestão e cultura organizacional; a construção de redes para a formação de alianças estratégicas; e a elaboração de cenários para o desenvolvimento de um planejamento estratégico”, detalha Dennis Giacometti. Segundo o coordenador do curso, o formato de workshop permite uma troca maior entre alunos e professor – relacionamento baseado na proposta de construir e customizar uma trilha de aprendizado prático para que cada estudante tenha as demandas atendidas.

Sobre Dennis Giacometti | Consultor, publicitário e conselheiro de empresas, Dennis Giacometti é arquiteto de formação. Com mais de 40 anos de atuação profissional, atuou como pesquisador, idealizador e realizador de estudos psicossociais. Estudante independente das áreas de Psicologia e Filosofia, é voluntário de organizações sociais e consultor-associado da Adentro Consultoria – especializada em Gestão, Inovação e Estratégia de Marca. Entre os principais clientes atendidos: ABB, SEBRAE Nacional, Lojas Marisa, Leroy Merlin, Bosch, Stihl, Pirelli e Fiat, entre outras.

 

Mais informações sobre o curso | https://www.espm.br/educacao_continuada/o-pensamento-estrategico-no-agronegocio/

 

MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

Sobre Dennis Giacometti e o curso

Betânia Lins betania.lins@gmail.com

Celular: (11) 9 7338-3879

IQA avança na transformação digital com o iQMX

  • A marca iQMX passa a acompanhar todas as ações do Instituto em relação à transformação digital;
  • iQMX tem como base quatro pilares: Inovação, Qualidade, Mobilidade e Experiência.
  • iQMX amplia a missão do IQA, tornando-a mais abrangente com a inclusão do termo Mobilidade
  • IQA assume nova posição no mercado como protagonista das questões da qualidade e co-participe das transformações do setor automotivo

 

A transformação digital já é uma realidade e neste período de pandemia da Covid-19 tem andado a passos largos. Atento a este movimento, o IQA – Instituto da Qualidade Automotiva, organismo de certificação acreditado pela CGCRE – Coordenação Geral de Acreditação do INMETRO, criou o iQMX, nova marca que passa a acompanhar todas as ações do Instituto em relação à transformação digital, baseada em quatro pilares: Inovação, Qualidade, Mobilidade e Experiência.

“O iQMX vai acompanhar toda e qualquer atividade do IQA relacionada à transformação digital, como uma referência em novas tecnologias”, afirma Alexandre Xavier, superintendente do IQA, ao comentar que por conta da pandemia o movimento de transformação digital tem sido antecipado em até 10 anos.

Assim, nos próximos anos, novos modelos de certificação, treinamentos, eventos, publicações, diagnósticos e outras atividades relacionadas à transformação digital contarão com marca iQMX.

Futuro da qualidade e mobilidade
O lançamento do iQMX amplia a missão do IQA, tornando-a mais abrangente com a inclusão do termo Mobilidade. A ideia é desenhar o papel da qualidade, assim como a área da qualidade do futuro, para suportar os serviços relacionados à avaliação da conformidade que o setor automotivo, na visão ampliada da mobilidade, demandará do Instituto. “Dentro desse contexto, vamos nos estruturar para atender as novas exigências do mercado”, afirma Xavier.

Ingo Pelikan, presidente da Diretoria Executiva do IQA, explica que o iQMX associa inovação, mobilidade e experiências com uma ótima qualidade. “O nosso grande desafio agora é desenhar o modelo de qualidade do futuro, a começar pela definição do papel da qualidade nos produtos, processos produtivos e administrativos, e serviços, e também da forma como as pessoas lidarão com a qualidade dos produtos do futuro, como carros autônomos e/ou elétricos, a mobilidade, a automação de processos, a digitalização etc.”, diz Pelikan. “Em resumo, trazer hoje o que vai ser o futuro da qualidade do setor da mobilidade, para ajudar o setor entender quais serão os próximos passos”, completa.

Diante desse desafio, o IQA adotará um posicionamento mais protagonista das questões da qualidade e co-participe das transformações do setor automotivo. “Continuaremos andando sempre lado a lado às determinações governamentais para lançar novas certificações, inclusive apoiando evoluções que se fizerem necessárias. Mas com o iQMX, vamos também atuar de acordo com as necessidades do setor da mobilidade e da sociedade”, afirma Alexandre Xavier.

Xavier explica que entre os novos desafios da ampliação do papel do IQA como instituto estão atividades que buscarão como propósito discutir qual papel da qualidade do futuro, para ajudar a sociedade, indústrias e demais players da cadeia produtiva a entender melhor como isso vai funcionar.

“Em resumo, o IQA passa agora a contar com uma visão mais ampla, com objetivo de ajudar o setor automotivo brasileiro em todas as questões que ele precisa. O que vai ser futuro na qualidade e de que maneira podemos ajudar as empresas nessa transformação, sem deixar de lado o que já fazemos hoje”, diz Xavier.

 

O IQA – Instituto da Qualidade Automotiva é um organismo de certificação sem fins lucrativos especializado em mobilidade. Criado em 1995 por entidades do setor e do governo, o IQA oferece soluções que fomentam a qualidade e a produtividade nos canais de produção e pós-vendas, como certificação de produtos, serviços e sistemas de gestão; treinamentos; manuais e ensaios de laboratório. É parceiro de organismos internacionais e acreditado pela CGCRE (Coordenação Geral de Acreditação) do Inmetro. Acesse o site www.iqa.org.br.

 

Assessor de Imprensa

Alexandre Akashi – imprensa@iqa.org.br

Telefone: (11) 94043-2879

Emplacamentos de veículos registram aumento de 93,5% em junho

A FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores divulgou hoje (2), o desempenho dos emplacamentos de veículos em junho, e do acumulado do 1º. semestre de 2020.

De acordo com a entidade, que representa 7.300 Concessionárias de Veículos – filiadas às 51 Associações de Marca, ligadas à Federação, em todo o Brasil, foram vendidos 194.354 veículos em junho/2020, contra 100.422 unidades em maio, num aumento de 93,5%. Mas, se comparados aos resultados de junho de 2019, os emplacamentos de junho de 2020 ficaram 38,58% abaixo das 316.453 unidades, comercializadas no ano passado.

No acumulado do 1º. Semestre/2020, foram emplacados 1.225.663 veículos, entre automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros, o que representa queda de 36,13%, na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram emplacadas 1.918.977 unidades.

Para o Presidente da FENABRAVE, Alarico Assumpção Jr, a pandemia do Coronavírus, iniciada na segunda quinzena de março, impactou, negativamente, no balanço do 1º. Semestre do setor. “A queda já era esperada, em função do atual cenário, considerando os efeitos da pandemia do Covid-19, que obrigou o fechamento do comércio e o isolamento social, durante longo período. Mas, quando avaliamos o mês de junho, na comparação com maio deste ano, já observamos uma expressiva melhora, explicada pelo retorno das atividades dos DETRAN´s, principalmente, em São Paulo, que representou 32,1% das vendas nacionais, e da reabertura das Concessionárias, para vendas, na Capital Paulista e em outras localidades”, explica o Presidente da FENABRAVE, Alarico Assumpção Júnior, para quem o aumento de vendas, em junho, reflete, parcialmente, possíveis vendas represadas e realizadas em maio, enquanto os DETRANs não estavam operando, mas, também, revela a melhora nos índices de confiança por parte do consumidor e empresários, “principalmente, em segmentos como de caminhões e motocicletas, que só não tiveram resultados melhores pela falta de produtos, já que as montadoras estão retomando a produção aos poucos e ainda de forma reduzida”, comenta.

Segundo levantamento da entidade, os resultados de emplacamentos, no acumulado do semestre, revelam que 2020 está na 17ª. posição, no ranking histórico dos primeiros semestres, e na 20ª. colocação entre os meses de junho.

Todos os segmentos automotivos apresentaram recuperação em junho sobre maio deste ano, embora a queda acumulada também seja geral.

Acompanhe a avaliação por segmento:

Automóveis e Comerciais Leves

Com aumento de 116,78%, as vendas de automóveis e comerciais leves, em junho, totalizaram 122.772 unidades emplacadas, contra 56.635 em maio deste ano, mês que ainda teve uma base baixa para comparação, em função de muitas Concessionárias estarem fechadas.

Se comparado a junho de 2019 (213.416 unidades vendidas), o resultado de junho/2020 mostra queda de 42,47%.

Também no acumulado do 1º. Semestre, os impactos da pandemia sobre as vendas de automóveis e comerciais leves fizeram o resultado cair de 1.248.843 unidades, vendidas nos seis primeiros meses de 2019, para 763.280 unidades, comercializadas no 1º. Semestre de 2020. “A evolução de junho já nos mostra um sinal de recuperação, principalmente, em função da retomada de operações do DETRAN-SP e do retorno das Concessionárias da Capital Paulista, que somam mais de 370 empresas que atuam nestes segmentos. Claro que um aumento desta magnitude nos indica que, além das vendas efetivadas em junho, há registro de vendas realizadas em maio e que não haviam sido registradas pelo DETRAN (casos onde os DETRANs não estavam operando)”, pondera o Presidente da FENABRAVE.

Para ele, “mesmo diante de um mês de junho melhor, o acumulado do 1º. Semestre de 2020 está na 19ª. colocação, no ranking histórico dos primeiros semestres e, se considerarmos apenas o mês de junho, estaremos na 21ª. posição, o que demonstra o retrocesso, provocado pela pandemia e consequente fechamento das concessionárias e isolamento social, por longos períodos. A queda no semestre só não foi mais intensa em função das vendas não presenciais”, avaliou Assumpção Júnior.

 

Caminhões, Ônibus e Implementos Rodoviários

Em junho, os 8.762 caminhões emplacados ficaram 12,28% acima do volume comercializado, no mesmo mês de 2019 (7.804 unidades), e 85,05% acima das vendas de maio de 2020 (4.735 unidades). “Responsáveis pelo transporte de itens essenciais, durante a pandemia, e com o agronegócio impulsionando o setor, os caminhões têm sido mais demandados, principalmente, os pesados e extra-pesados. Os resultados só não foram melhores porque as montadoras ainda estão retomando a produção, mas em ritmo menor. Mesmo em dois turnos, em função do necessário distanciamento social, a produção não está alcançando a demanda e, com isso, as Concessionárias já têm entregas previstas para os meses de setembro e outubro”, comemora o Presidente da FENABRAVE, para quem os níveis de confiança dos empresários já estão melhorando, além de os bancos estarem retomando os financiamentos, com taxas mais atrativas, oferecendo juros abaixo de 1% a/m.

Mesmo sendo um dos segmentos automotivos menos afetados pela crise, o mercado de caminhões registrou retração de 19,71% nas vendas do primeiro semestre de 2020, sobre mesmo período de 2019, totalizando 37.629 unidades, contra 46.865 unidades no 1º. Semestre do ano passado. ”Historicamente, estamos na 15ª. colocação entre todos os primeiros semestres, e na 10ª. posição se considerarmos apenas o mês de junho”, revela Assumpção Júnior.

As vendas de Ônibus registraram baixa no primeiro semestre, chegando a uma queda de 36,5% sobre o acumulado de 2019, somando 7.875 unidades, contra as 12.402 unidades emplacadas no mesmo período do ano passado. Na comparação com junho de 2019, a queda refletida foi de 34,09%. Mas, se comparados com o mês de maio/2020, os números apresentam crescimento de 58,03%.

O segmento de Implementos Rodoviários registrou 6.614 unidades emplacadas em junho/2020, numa alta de 25,98% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na comparação com maio deste ano, o segmento apresentou crescimento de 76,23%. No entanto, houve retração de 13,42% nos licenciamentos do primeiro semestre deste ano, frente a igual período do ano passado, totalizando 26.702 unidades, contra 30.841 implementos rodoviários, registrados em 2019.

 

Motocicletas

Com a expansão dos serviços de entrega (delivery), durante a pandemia, o segmento de motocicletas teria acelerado mais as vendas não fosse a falta de produtos nas Concessionárias. “Com as fábricas paradas e somente agora retornando às atividades, e também com problemas de abastecimento de componentes em Manaus, o segmento de motocicletas retraiu 33,93% no primeiro semestre de 2020, sobre idêntico período de 2019, totalizando 350.290 unidades”, comentou o Presidente da FENABRAVE.

Em junho, foram licenciadas 45.893 motos, 42,66% a menos do que em igual mês do ano passado, que registrou 80.040 motos emplacadas.

Já na comparação entre junho e maio/2020 (29.221 motos emplacadas), os resultados de junho foram 57,05% superiores. “Esse crescimento nos mostra o aumento de demanda, principalmente, por motos de até 250 cilindradas, que foi o segmento que mais sofreu com a paralisação das fábricas” , ressaltou Alarico Assumpção Júnior.

Segundo os registros históricos da entidade, para o segmento de motos, o mês de junho/2020 ficou na 20ª. colocação entre todos os meses de junho e, se considerado o resultado do acumulado, o 1º. Semestre de 2020 ficou na 19ª. posição.

 

Tratores e Máquinas Agrícolas

Para o segmento de Tratores, Máquinas Agrícolas e Colheitadeiras, os dados da FENABRAVE mostram que foram comercializadas, no atacado, de janeiro a maio (dados de junho ainda não disponíveis, pois esse segmento não é emplacado), 14.612 unidades, numa retração de 6,9% ante igual intervalo do ano passado, quando foram comercializadas 15.688 unidades. Na comparação entre os meses de maio/2020 e maio/2019, houve expansão de 16,1% este ano, totalizando 3.673 unidades, contra 3.164, em maio do ano passado.

Maio de 2020 também superou o mês de abril, com aumento de 57,3%, superando, portanto, as 2.335 unidades vendidas. “Estamos num bom momento para o agronegócio, mas estamos sentindo falta de tratores de alta potência para soja, para atender à demanda, o que deve ser normalizado no segundo semestre”, declara o Presidente da FENABRAVE.

 

Revisão das Projeções para 2020

Diante dos resultados do primeiro semestre de 2020 e do comportamento do mercado e da economia durante a pandemia, com observância da evolução dos últimos meses, a FENABRAVE revisou suas expectativas para o mercado de veículos em 2020.

Para o setor em geral, a entidade projeta queda de 35,8%, ante o crescimento de 9,7% esperado na previsão feita em janeiro. Com isso, o mercado total, com exceção de tratores e máquinas agrícolas, que não são emplacados, deverá somar 2.522.560 unidades.

A previsão para as vendas de automóveis e comerciais leve, ao mercado interno, passou de uma alta esperada, de 9%, para uma retração projetada em 37,1%, somando, agora, 1.672.428 unidades.

Para caminhões, a projeção, que era de alta de 24%, passou a uma queda de 18,6%, totalizando 82.854 unidades.

As vendas de ônibus devem retrair 39,1%, com o total de 16.554 unidades, ante a expectativa anterior, de aumento de 16%.

O mercado de implementos rodoviários deve apresentar de queda de 7,6% este ano, o que representa de 58.600 unidades, contra os 23% de aumento, previstos em janeiro.

Para o mercado de motocicletas, a FENABRAVE projeta retração de 35,8% e não mais alta de 9%, como avaliou, inicialmente, em janeiro. Agora, as projeções apontam para 692.124 unidades vendidas este ano.

Em janeiro, a entidade esperava estabilidade para as vendas de tratores e de máquinas agrícolas. Contudo, novas projeções dependerão do fechamento do semestre.

Acompanhe, na tabela a seguir, os dados de emplacamentos de veículo NOVOS, para cada segmento automotivo, e a tabela de projeções para o ano de 2020.

 

Transformações do setor automotivo e tendências inovadoras

Promovido pela FESA Group, debate virtual será realizado no próximo dia 25, às 17h, com líderes da Volkswagen, Bridgestone e Grupo CAOA

 

Transformações e tendências inovadoras no setor automotivo no Brasil. Esse será o tema macro do webinar que reunirá grandes líderes empresariais deste setor para conversarem sobre os principais desafios frente a pandemia e quais as soluções encontradas para contornar o cenário e inovar. Promovido pela FESA Group, o debate virtual será realizado na próxima quinta-feira, dia 25, às 17h.

Mediado por Carlos Guilherme, CEO da FESA Group, e Gabriel Almeida, diretor da FESA responsável pelo segmento de indústria, o webinar terá a participação de Roberto Cortes, CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus; Fabio Fossen, Presidente da Bridgestone Latin America South e Mauro Correio, CEO do Grupo CAOA.

A inscrição é gratuita e pode ser feita por meio do link:  https://zoom.us/webinar/register/2815925713802/WN_yRPuXXMxSjqkjcVc1QlKPg

 

 

Sobre a FESA Group

Consultoria especializada em gestão de talentos e desenvolvimento organizacional, a FESA Group oferece recrutamento consultivo, coaching e avaliação, desenvolvimento de lideranças, certificações internacionais, remuneração estratégica e assessment center. Com escritórios regionais no Brasil e presença em Miami (EUA), Buenos Aires (Argentina) e Monterrey (México), a FESA Group representa as marcas FESA Executive Search (recrutamento de executivos no Brasil), FESA ASAP (recrutamento de profissionais no nível inicial da carreira gerencial), FESA Advisory (gestão e desenvolvimento de talentos), FESA XFour (ecossistema de HR Techs) e FESA C.R.O.M.A. (programa social com projetos educacionais e de qualificação profissional). Mais informações no site https://fesagroup.com/.

Mercedes-Benz inicia treinamento digital para toda Rede de Concessionários

  • Empresa cria plataforma online para ensino a distância, com lives, fóruns e testes acompanhados por instrutores ao vivo
  • Novidade abrange treinamento para profissionais de Vendas e de Pós-Vendas de caminhões, ônibus e veículos Sprinter
  • Novo método de treinamento contribui para que os participantes continuem se especializando e evita deslocamentos

 

A Mercedes-Benz do Brasil segue em sua evolução digital nas mais diversas atividades da Empresa. Depois de implementar essa avançada tecnologia, juntamente com recursos da Internet das Coisas, em linhas de produção, no Novo Actros, na Nova Sprinter e em serviços e conectividade, chegou a vez dos treinamentos dos profissionais de Vendas e Pós-Vendas da Rede de Concessionários de veículos comerciais.

“Seguindo essa estratégia da Empresa, lançamos o Plano de Aceleração da Transformação Digital”, informa Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas e Marketing Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz. “Trata-se de uma plataforma digital de treinamento com conteúdo que auxiliará na capacitação profissional das equipes da Rede de caminhões, ônibus e Sprinter”.

Essa metodologia de ensino a distância (EAD) proporciona vários benefícios aos concessionários e seus profissionais, além de um aprendizado com altos níveis de compreensão. “Com isso, o participante ganhará flexibilidade nos horários, otimização do seu tempo, economia financeira, interação com instrutores especializados e uma plataforma digital moderna com um vasto conteúdo de materiais e mídias”, ressalta André Wulfhorst, gerente sênior de Desenvolvimento e Treinamento da Rede de Concessionários de Veículos Comerciais da Mercedes-Benz do Brasil. “Um fator primordial para que tudo isso aconteça é a disciplina. Por isso, contamos com muita dedicação, disposição e determinação por parte de cada participante, para que o aproveitamento do aprendizado seja o melhor possível”.

O Plano de Aceleração da Transformação Digital chega à Rede durante a crise da Covid-19 e contribui para que os profissionais continuem a se atualizar e especializar sem deixar de se proteger, evitando deslocamentos e mantendo o distanciamento recomendado pelos órgãos de saúde. “Já vínhamos trabalhando no desenvolvimento de novos meios digitais e online de EAD. A implantação nesse momento de pandemia vem aumentar ainda mais os benefícios aos concessionários”, conclui André.

 

Plataforma tem vasto conteúdo e instrutor ao vivo

No início desse mês, ocorreu o lançamento do primeiro treinamento em caráter de piloto, buscando avaliar e aprimorar o novo conceito e as novas ferramentas. A plataforma digital oferecerá todos os materiais didáticos referente aos cursos EAD: apostila do aluno, apresentações, caderno de exercícios, vídeos e mídias digitais diversas.

Nas lives, um instrutor ao vivo apresenta conteúdos referentes aos cursos. Nos fóruns, o instrutor esclarece todas as dúvidas e corrige o caderno de exercícios. Nos testes online, também ao vivo, o instrutor faz perguntas aos participantes individualmente, a fim de verificar o nível de aproveitamento do aprendizado.

Em maio, transações de veículos usados crescem em relação ao mês anterior

Em maio deste ano, as transações de veículos usados, considerando todos os segmentos automotivos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), totalizaram 440.148 unidades, alta de 121% sobre as 199.161 unidades comercializadas em abril. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 2 de junho, pela FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores.

 

Na comparação com maio de 2019, quando 1.276.109 veículos foram transacionados, houve baixa de 65,51%.

 

No acumulado de janeiro a maio de 2020, foram negociadas 3.761.339 unidades, apontando retração de 34,70% sobre o mesmo período de 2019, que somou 5.760.212 veículos usados, de acordo com o levantamento realizado pela entidade. “No mês de maio, o aumento da comercialização de veículos usados foi, fortemente, influenciado pela volta de funcionamento de alguns DETRANS, o que permitiu a realização das transações. Outro fato relevante é a própria crise, que fez muitas pessoas comercializarem seus veículos usados, seja para trocar por outro, de menor valor, ou mesmo para revertê-los em dinheiro, para complementar sua renda e honrar compromissos”, explica Alarico Assumpção Júnior, Presidente da FENABRAVE.

 

Para os segmentos de automóveis e comerciais leves, as transações, em maio, somaram 318.150 unidades, 118,43% acima dos 145.654 veículos transacionados em abril.

 

Já em relação aos 958.721 veículos vendidos em maio do ano passado, houve queda de 66,82% no mercado de usados. No acumulado de janeiro a maio deste ano, as vendas dos dois segmentos representaram 2.800.390 veículos transacionados, com retração de 35,15% ante as 4.318.366 de igual período do ano passado.

 

Deste total vendido, nos segmentos de automóveis e comerciais leves, os modelos, com até 3 anos de fabricação, representaram 12,06% do total comercializado em maio, e 11,49% do total do acumulado do ano.

 

Fonte: FENABRAVE

Retomada consciente é mais uma chance para favorecer a mobilidade e valorizar o transporte coletivo

O plano de retomada consciente apresentado nesta semana pelo governador do Estado de São Paulo, João Dória, é mais uma oportunidade para que os governantes foquem, invistam e elevem a imagem do transporte coletivo urbano, valorizando o serviço e, de certa forma, evitando a já existente evasão de usuários.

 

Acesse o podcast: http://soundcloud.com/user-645576547/retomada-consciente-e-mais-uma-chance-para-favorecer-a-mobilidade-e-valorizar-o-transporte-coletivo

Dicas da OMS – Organização Mundial da Saúde

Veja o jeito certo de usar as máscaras descartáveis! Essas são as dicas da OMS – Organização Mundial da Saúde:

  1. Antes de colocá-la, higienize as mãos com água e sabão ou álcool em gel.
  2. Cubra a boca e o nariz com a máscara e se certifique de que não há espaços entre o acessório e o rosto.
  3. Evite tocar a máscara enquanto estiver usando-a. Se fizer isso, higienize as mãos com água e sabão ou álcool em gel.
  4. Quando a máscara estiver úmida, troque-a por uma nova. Não é para reutilizá-la
  5. Na hora de removê-la, faça isso por trás. Ou seja, não toque na parte da frente do acessório. Descarte-a imediatamente em uma lixeira fechada. Higienize as mãos com água e sabão ou álcool em gel.
  6. Não se esqueça: as máscaras só são eficientes quando usadas em combinação com a limpeza frequente das mãos.