Category Archives: Setor Automotivo

Insight Trade promove workshop dedicado a mulheres do setor de reparação automotiva

Agência, que é especializada no segmento, se une a grande entidade do setor e idealizam juntas evento exclusivo dedicado ao público feminino

 

Cada vez mais o público feminino está inserido no mercado corporativo, atuando em posições de liderança e estratégicas. No setor automotivo não é diferente! Em um mercado com presença majoritariamente masculina, as mulheres passaram a contar com uma parcela considerável, e a tendência é crescer ainda mais. E foi pensando nisso que a Agência Insight Trade, em parceria com a principal entidade do setor de reparação automotiva de São Paulo, o Sindirepa-SP, idealizou o primeiro evento dedicado exclusivamente às mulheres que atuam no setor automotivo.

O “1º Workshop – Mulheres Empreendedoras na Reparação Automotiva” terá como principal objetivo mostrar que as mulheres estão cada vez mais interessadas no mercado automotivo e como é possível empreender e ter sucesso. O evento acontecerá no dia 20 de março, a partir das 18h, e sua primeira edição acontecerá em São Paulo, na FIESP (Avenida Paulista, nº 1313 – Bela Vista),  no entanto, as possibilidades de atingir todo o território nacional é grande, visto que o público feminino atuante no mercado de reparação automotiva cresce a cada dia.

A programação contará com a palestra de Vanessa Torigoe, Head da Torigoe Oficina Automotiva Sustentável e coach comportamental, que apresentará dados do mercado automotivo e como a mulher pode atuar e ter êxito nesse setor. Além disso, também serão apresentados cases de sucesso de empreendedorismo, como da empresária Tatyane Luncah, que hoje é sócia do Grupo Projeto 10 em 1, que oferece soluções de marketing e eventos, e também coach de liderança e empreendedorismo descomplicado, Sandra Nalli, empresária e fundadora da Escola do Mecânico, e Bárbara Brier, Técnica em Automobilística, fundadora do projeto Oficina Amiga da Mulher, consultora e treinadora na área automotiva.

O evento será uma grande oportunidade de compartilhar conhecimentos de gestão e também de comprovar que as mulheres atuam e desenvolvem grandes estratégias de negócio em diversas áreas e também no mercado automotivo. Para inscrições, as participantes deverão preencher seus dados através do link: workshopmulheres.eventbrite.com.br.

 

Ficha técnica:

Data: 20/03/2019

Local: FIESP – Avenida Paulista, nº 1313, Bela Vista – SP

Horário: das 18h às 22h

Palestrantes:

  • Vanessa Torigoe

Empreendedora, escritora, administradora, Head da Torigoe Oficina Automotiva Sustentável, Coach, Practitioner PNL, Treinadora Comportamental, Mentora de Empreendedores, graduada em Psicologia Positiva, Inteligência Emocional e entusiasta em Sustentabilidade.

Profissional e Self Coaching, analista comportamental pelo IBC – Instituto Brasileiro de Coaching, é reconhecida pela Behavioral Choaching Institute. Vanessa desenvolveu, junto de seu marido, uma oficina ecologicamente correta, com práticas ambientais. Além disso, é idealizadora do Check-up Solidário Farol Alto e Torigoe, que objetiva proporcionar conteúdo e conscientizar a população sobre a manutenção preventiva do veículo.

Diretora Regional do Sindirepa – Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo.

Ministra as palestras “Dirija sua vida com mente sustentável” e “Mecânica básica para mulheres”.

 

É administradora, Empretec do Sebrae, organizadora de células de negócios e co-autora dos livros “Quais de mim você procura” e “Você é empreendedora”.

 

  • Sandra Nalli

Empresária e fundadora da Escola do Mecânico, que nasceu em 2011 com o objetivo de ampliar as opções de formação de profissionais para o setor de reparos de automóveis.

A ideia, que começou com apenas uma sala em Campinas, interior de São Paulo, se expandiu para outras partes do Estado e do país. Hoje, a escola já conta com mais de 20 unidades, e o foco de expansão são as regiões Sul e Sudeste.

O investimento inicial, de acordo com a empresária, foi de R$ 40 mil. Ao longo de seis anos, cerca de R$ 2 milhões já foram investidos no negócio, que foi formatado para se tornar franquia em 2015. Uma unidade da escola no modelo de franquia pode ser adquirida por um valor a partir de R$ 200 mil.

Nalli diz que a perspectiva é de que a empresa alcance o faturamento de R$ 3 milhões até o final deste ano.

 

  • Bárbara Brier

Técnica em Automobilística, Graduada em Gestão da Produção Industrial com Especialização em Educação Superior. Foi líder de projeto na Fiat Chrysler Automobiles, na frente do treinamento técnico para as redes de concessionárias das marcas Fiat, Chrysler, Jeep, Dodge e Ram, para o mercado brasileiro, aplicando a metodologia andragógica, a fim de ensinar a teoria, como funciona e como se repara. Atualmente desenvolve atividades de consultoria, treinamento e eventos na área automotiva, por meio da sua empresa Brier Cars. Os projetos em destaque são:

Mecânica para Mulheres, o qual ensina e desmitifica o conceito, cuidado e manutenção;

Personal Car, uma consultoria dedicada à gestão e manutenção do seu veículo;

Eventos Automotivos & Workshop de mecânica para leigos.

 

  • Tatyane Luncah

Empreendedora por natureza e coach por paixão. Com 21 anos abriu seu primeiro negócio, a Projeto Eventos. Percebendo as necessidades dos clientes, entendeu que estava preparada para esse grande desafio que norteia minha vida até hoje.

A vontade de empreender é diária então montou um negócio para atender os clientes em tudo, o Grupo Projeto 10 em 1, reunindo soluções de marketing promocional e de eventos, gastronomia, CRM, criação, logística, brindes, soluções gráficas e MKT digital, uma empresa de live marketing completa.

Com mais de 15 anos no mercado, decidiu encarar mais desafios, isso aconteceu quando participou do livro ‘Dicas de Mulheres Inspiradoras’.

Participou de diversos cursos de auto-conhecimento, Coach, Liderança, Inovação com técnicas avançadas com os melhores do mundo. Tudo para descobrir a melhor maneira de ensinar um empreendedorismo descomplicado. Então criou uma metodologia de ensino que une corpo, mente e ação para a alta performance. Porque para você engajar pessoas precisa estar bem com o seu corpo e, principalmente, com a sua mente forte para os desafios do dia a dia.

Relatório Ford de tendências 2019 mostra como a tecnologia está transformando o mundo

A Ford divulgou hoje o seu Relatório de Tendências de 2019, que revela como o avanço da tecnologia está influenciando a mudança de comportamento das pessoas em áreas-chaves da vida e como isso afeta o relacionamento entre as empresas e os consumidores. A pesquisa global realizada em 14 países – incluindo o Brasil – aponta os sete principais pontos dessa transformação (veja o arquivo anexo).

“Essas mudanças podem nos levar do sentimento de desamparo à sensação de poder, esperança e progresso”, diz Sheryl Connelly, gerente de Tendências Globais de Consumo e Futuro da Ford. “Na Ford, estamos focados no design centrado no ser humano e comprometidos em encontrar soluções de mobilidade que melhorem a vida dos consumidores e da comunidade. Nesse contexto de mudança, temos de preservar o que consideramos mais valioso – a relação de confiança com os nossos consumidores.”

Entre outros pontos interessantes, relatório da Ford mostra que para 89% dos brasileiros é possível treinar o cérebro para pensar diferente. Com relação ao progresso ambiental, 53% dos brasileiros acreditam que ele vai depender da tecnologia, enquanto 91% apontam a mudança no comportamento humano como o caminho. Quanto aos carros autônomos, 55% dos brasileiros apostam que eles serão mais seguros que os motoristas humanos.

Futuro

O relatório da Ford ajuda a entender como os padrões de comportamento devem influenciar os consumidores e as empresas em todo mundo nos próximos anos. Veja sete tendências:

  1. 1A divisão da tecnologia: mais do que nunca, a tecnologia tem um profundo impacto em como nos conectamos e vemos o mundo. Mas existe uma divisão entre as pessoas que têm acesso à tecnologia e acreditam que ela é uma força do bem e as que não têm acesso. Na Ford, a tecnologia é usada para tornar a mobilidade mais inteligente, segura e conveniente para as pessoas em todo o mundo.
  2. Desintoxicação digital: embora não abram mão de seus aparelhos digitais, cada vez mais pessoas estão conscientes e alarmadas com a dependência desses aparelhos e buscam meios de controlar o tempo que gastam on-line. A Ford descobriu que momentos de empolgação – como dirigir um carro de corrida – geram efeitos no cérebro que contribuem para o bem-estar geral e está usando isso para aprimorar a experiência de direção.
  3. Recuperando o controle: em um mundo que, para muitos, parece estar fora de controle, os consumidores estão buscando maneiras de recuperar o poder sobre suas vidas. Como parte do seu processo de design centrado no ser humano, a Ford usa as pesquisas para entender melhor as necessidades e os hábitos das pessoas e desenvolve tecnologias como o Ford Co-Piloto 360, que assume tarefas estressantes para o motorista e torna a direção mais confiante.
  4. As muitas faces do eu: as mídias sociais desempenham um papel importante na vida dos consumidores e muitos assumem várias personas – desde quem são na vida real a como se retratam on-line – o que acaba impactando no que compram, usam e dirigem, bem como suas escolhas de tecnologia. A Ford entende que o carro é um reflexo da identidade do motorista, por isso trabalha para desenvolver modelos que ajudem a projetar quem eles realmente são.
  5. O trabalho da vida: o modo como encaramos o trabalho mudou e muitas pessoas no mundo agora trabalham para viver, em vez de viver para trabalhar. Por isso, muitas empresas estão inovando na oferta de benefícios, como licenças e oportunidades de enriquecimento intelectual. A Ford acredita que o talento é fortalecido quando as pessoas são encorajadas a experimentar o mundo e a dar uma retribuição para a comunidade.
  6. Eco-momentum: mudar hábitos arraigados é difícil, mas a maioria dos consumidores concorda que o progresso ambiental depende de mudanças no comportamento humano. A sustentabilidade é essencial para a saúde do meio ambiente e para os negócios da Ford. A empresa também busca a redução de emissões de CO2, consistente com o Acordo de Paris – investindo para lançar 40 veículos elétricos e híbridos até 2022.
  7. Caminho fácil: mobilidade, hoje, não é simplesmente ir do ponto A ao B, mas o que fazemos com o nosso tempo no meio do caminho. Os americanos gastam mais tempo dentro do carro do que em férias, por isso a capacidade de realizar tarefas durante o caminho pode mudar a experiência de viagem. A Ford acredita que os carros autônomos vão facilitar e ampliar o acesso ao transporte de pessoas e mercadorias. E está trabalhando em programas piloto de testes com empresas como Walmart e Postmates.

Confira o estudo na íntegra: RelatórioTendênciasFord-2019-Novo

Ford mostra como o “big data” pode ajudar a melhorar o trânsito no futuro

A Ford apresentou um estudo que mostra como o “big data” (análise de grande volume de dados) pode ajudar as cidades a identificar os locais mais sujeitos a futuros acidentes de trânsito e adotar medidas para preveni-los. A pesquisa realizada pela Ford Smart Mobility registrou o comportamento de veículos e motoristas durante um ano em Londres e arredores, totalizando 1 milhão de quilômetros – veja o vídeo.

A empresa rastreou os veículos na cidade e coletou dados detalhados de direção, incluindo a frequência e intensidade das frenagens e acionamento das luzes de emergência para identificar os “quase acidentes”. Essa informação então foi cruzada com os registros de acidentes, o que permitiu a criação de um algoritmo para determinar a probabilidade de ocorrência de acidentes futuros.

“Acreditamos que esse estudo pode beneficiar milhões de pessoas. Mesmo pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença – como podar uma árvore que atrapalha a visão de um sinal de trânsito – para melhorar o fluxo e a segurança viária”, diz Jon Scott, líder de projeto da City Data Solutions, da Ford Smart Mobility.

O relatório “Ford City Data Report” usou dados de 160 vans conectadas que rodaram mais de 15.000 dias na cidade, com o consentimento dos participantes. A frota percorreu mais de 1 milhão de quilômetros, o equivalente a 20 voltas ao redor da Terra, e gerou 500 milhões de apontamentos.

Cada veículo foi equipado com um dispositivo que registrava os dados da viagem e depois os enviava à nuvem para análise de especialistas. O relatório também investigou outras oportunidades, como se a programação das vans no início do dia, antes dos horários de pico, poderia beneficiar os usuários e os melhores pontos para recarga de veículos elétricos.

“Esse relatório é uma demonstração de como a Ford pode utilizar os dados de veículos conectados, da infraestrutura inteligente e recursos analíticos para resolver problemas coletivamente e tornar as cidades lugares melhores para se viver e trabalhar”, diz Sarah-Jayne Williams, diretora da Ford Smart Mobility na Ford Europa.

A Ford entende que qualquer solução baseada em dados depende da disposição dos motoristas em compartilhá-los, mas os consumidores se tornam mais abertos a apoiar essas iniciativas quando há um benefício claro. O relatório completo com animações, vídeos e entrevistas em inglês está disponível em citydatareport.fordmedia.eu.

ARTIGO – O pulo do gato que falta à reparação automotiva

A certificação de oficinas no País ainda é muito pequena se comparada aos cenários dos demais segmentos de produção e comercialização do setor automotivo, cujas certificações são amplamente exigidas e aplicadas, uma vez que são compulsórias. No caso das empresas de reparação automotiva, a condição de voluntariedade da certificação transforma esse investimento em qualidade em mais uma abominável despesa extra, temida e postergada pela maioria dos empresários do setor.

Mesmo não sendo obrigatória, a certificação da oficina representa um importante instrumento de segurança para o consumidor porque atesta de forma escrita e rastreada a qualidade dos serviços prestados pela empresa. Toda oficina certificada passa por uma avaliação de todos os pontos de gestão e organização, o que possibilita ao empresário ter o controle absoluto dos processos. Vale destacar que essa avaliação é realizada por órgão imparcial e de terceira parte, acreditado pelo INMETRO.

Quando bem aplicada, a certificação gera múltiplas vantagens ao empresário, como aumento da satisfação dos clientes, diminuição dos desperdícios em materiais, mão de obra e fluxo de trabalho, ampliação das possibilidades de permanência e continuidade da empresa no mercado, e maior interação e comprometimento das equipes de colaboradores com os processos produtivos.

É importante que o empresário tenha consciência da necessidade de processos padronizados porque a certificação dependerá muito dele “querer e acreditar” para efetivamente acontecer, uma vez que é voluntária. O empresário também precisa pensar como administrador para enxergar todos os benefícios e as oportunidades que a certificação proporciona.

Os empresários do setor têm demonstrado cada vez mais interesse em acreditar nos benefícios da certificação voluntária. Baseados nisso, o Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) e o Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios (Sindirepa Nacional) firmaram uma parceria para a criação do Programa de Incentivo à Qualidade (PIQ), cujo propósito é, justamente, a implementação de um sistema da qualidade na empresa, além de intensificar a difusão do processo de certificação de oficinas independentes no País.

A meta do programa é alcançar pelo menos 5 mil empresas certificadas até 2023 a partir da formação de grupos regionais de oficinas interessadas, o que permitirá reduzir os custos individuais do processo de certificação. Outra estratégia é a ampla divulgação das respectivas oficinas certificadas em órgãos governamentais, frotistas, entidades de classe, empresas de seguro, montadoras e indústrias de autopeças, cujo foco é potencializar a demanda de serviços de reparação para as empresas que possuem a certificação da qualidade auferida pelo INMETRO, por meio do IQA.

*Douglas Palma é diretor do Instituto da Qualidade Automotiva (IQA), diretor do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios (Sindirepa) e diretor da Artpres Reparadora de Veículos

Veículos autônomos têm pelo menos 50 pontos de ciberataque, afirma Indra

Companhia trabalha no desenvolvimento de soluções para proteger novos veículos contra o crime virtual e proporcionar uma experiência satisfatória a empresas e usuários

A discussão sobre o avanço dos veículos autônomos ganha cada vez mais espaço no cenário mundial. Recentemente, a Alphabet informou que pretende iniciar até janeiro um serviço de transporte comercial com carros sem motorista nos EUA, a Ford e Walmart firmaram parceria para testar esse tipo de veículo e a Audi apresentou no Salão do Automóvel alguns modelos de carros autônomos.

Diante de um campo tão vasto a ser explorado, uma nova questão surge: dado que esses veículos funcionarão de maneira cada vez mais conectada, como protegê-los contra ciberataques? De acordo com a Indra, empresa global de consultoria e tecnologia, a conectividade, o hardware e o software que capacitam os veículos conectados têm consequências diretas na estrutura interna dos veículos e na infraestrutura, com mais de 50 possíveis pontos de ataque.

Com o objetivo de ajudar companhias a protegerem seus veículos nesse novo ambiente, a companhia já está desenvolvendo novas soluções, que abrangem o escopo de carros, ônibus e trens conectados. As soluções são baseadas em cloud computing e processamento inteligente distribuído, levando em conta as melhores práticas de segurança globais.

Um projeto que já está em andamento é a plataforma na nuvem que permitirá enviar de forma segura aos veículos informação em tempo real sobre limites de velocidade ou outros sinais, recomendações e alertas, incluindo informação de outros meios de transporte, como trens e ônibus.

“Esta interoperabilidade é especialmente importante nas cidades onde existe uma grande quantidade de meios de transporte diferentes com a capacidade de proporcionar informação útil. Um dos principais desafios é integrar os veículos convencionais, veículos conectados, carros autônomos e os demais meios de transporte para melhorar a mobilidade urbana e a segurança dos deslocamentos”, afirma a companhia.

Os novos projetos estão sendo desenvolvidos dentro das iniciativas europeias SECREDAS e SCOTT, que contam com apoio da União Europeia para desenvolver o mercado de carros autônomos. Com os avanços que está desenvolvendo em ambos os projetos, a Indra reforça sua posição de liderança em smart mobility e no mercado de serviços para o veículo autônomo e/ou conectado.

Além dessas iniciativas, a Indra também colabora na iniciativa AUTOCITS, que testa a direção autônoma em estradas de Madri, Lisboa e Paris. Atualmente, já circula em testes pela pista um carro autônomo do projeto, em velocidades superiores aos 80 km/h. Isso foi possível graças a uma rede de equipamentos com diferentes tecnologias, que facilitam a comunicação entre o carro autônomo e o centro de controle de tráfego.

Sobre a Indra

A Indra é uma das principais companhias globais de tecnologia e consultoria e o sócio tecnológico para as operações-chave dos negócios de seus clientes em todo o mundo. É um fornecedor líder mundial de soluções próprias em segmentos específicos dos mercados de transporte e defesa, e a empresa líder em consultoria de transformação digital e tecnologias da informação na Espanha e América Latina por meio da sua filial Minsait. Seu modelo de negócio está baseado em uma oferta integral de produtos próprios, com um foco end-to-end, de alto valor e com um elevado componente de inovação. No Exercício de 2017, a Indra teve entradas de 3,11 bilhões de euros, 40.000 funcionários, presença local em 46 países e operações comerciais em mais de 140 países.

Brasil: a Total entra para o setor de varejo de Combustiveis com a aquisição do negócio de distribuição do Grupo Zema

Paris (França) / Araxá (Brasil), 22 de novembro de 2018 – A Total assinou um contrato
com o grupo brasileiro Zema para adquirir sua empresa de distribuição de combustíveis
Zema Petróleo, seu TRR (Transportador, Revendedor, Retalhista) Zema Diesel, bem como
sua empresa importadora Zema Importação.
A Zema Petróleo conta atualmente com uma ampla rede de mais de 280 postos de gasolina
embandeirados, fornecendo diversos produtos de petróleo e possui bases de
armazenamento de combustíveis, incluindo etanol, a maioria deles situados em Minas
Gerais, Goiás e Mato Grosso. Ela também possui uma atividade de fornecimento para postos
bandeira branca nas mesmas regiões.
Com essa aquisição, a Total se insere no maior mercado de combustíveis da América do
Sul e no segundo maior mercado mundial de biocombustíveis de baixo carbono. O Grupo
pretende expandir suas atividades na área com o objetivo de dobrar a quantidade de postos
embandeirados em cinco anos, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
“Esta aquisição está em linha com a nossa estratégia de expansão em mercados de grande
crescimento e nos mercados de biocombustíveis, alinhada com as metas climáticas”, explica
Momar Nguer, Presidente de Marketing e Serviços da Total. “Ao entrar no mercado de varejo
hoje, a Total também confirma seu compromisso de longo prazo com o mercado brasileiro.
Orientados por nossa dedicação aos nossos clientes, pretendemos levar nossos produtos
de alta qualidade, excelência operacional e ofertas e serviços inovadores aos clientes
brasileiros”.
A mudança de nome dos atuais 280 postos começará em 2019 e novos postos de referência
serão abertos em locais selecionados. A Total proporcionará aos consumidores brasileiros
e clientes a linha completa de combustíveis da empresa, incluindo o combustível premium
Total Excellium, lubrificantes de alta tecnologia e uma vasta linha de produtos e serviços.
Essa aquisição está sujeita à aprovação prévia das autoridades concorrenciais brasileiras.

 

Sobre a Total no Brasil
A Total está presente no Brasil há mais de 30 anos. O Grupo conta com mais de 3.000
funcionários no país e opera com cinco filiais os segmentos de exploração e produção, gás,
lubrificantes, produtos químicos e energia renovável. A carteira de exploração e produção
da Total inclui atualmente 19 ativos, localizados nas bacias de Campos, Santos,
Barreirinhas, Ceará, Espírito Santo, Foz do Amazonas e Pelotas.

Sobre a Total
A Total é um ator majoritário no setor de energia que produz e comercializa combustíveis, gás natural e eletricidade de baixo carbono. Nossos 100.000 funcionários estão comprometidos com uma energia melhor, mais segura, mais barata, mais limpa e acessível ao maior número de pessoas possível. Ativos em mais de 130 países, nossa ambição é nos tornarmos o principal responsável em energia.

Sobre a Zema

Fundado em 1923 em Araxá, Minas Gerais, o Grupo Zema é uma das maiores empresas do Brasil. Por mais de 15 anos, consta nas classificações nacionais e regionais das melhores empresas onde se trabalhar. Presente em dez estados brasileiros e com, aproximadamente, 5.300 funcionários, ela opera em diversas frentes com ênfase em lojas de varejo, mobília, eletrodomésticos, vestuário, concessionárias e serviços financeiros.

Veículo híbrido é o primeiro passo para a eletrificação no Brasil, apontam engenheiros

No 7º Simpósio SAE BRASIL de Veículos Elétricos e Híbridos, especialistas discutiram estratégias para o avanço da mobilidade elétrica

A mobilidade elétrica é caracterizada por grandes mudanças na arquitetura dos veículos, cujo custo indica que o Brasil apostará na hibridização como primeiro passo para alcance de volume de produção global, com diversas possibilidades de tecnologias, e aproveitamento da matriz energética. Esta foi uma das mensagens do 7º Simpósio SAE BRASIL de Veículos Elétricos e Híbridos, realizado em São Paulo, dias 12 e 13 de novembro, sob a direção do engenheiro Ricardo Takahira, membro da Comissão Técnica de Veículos Elétricos e Híbridos da SAE BRASIL. O encontro – que integrou a programação do 30º Salão Internacional do Automóvel – reuniu lideranças de montadoras, sistemistas, centros de pesquisa, distribuidores de energ ia, universidades e órgãos do poder público em quatro painéis de palestras e debates. O simpósio ainda contou com a presença de Otacílio Gomes Junior, diretor geral SAE BRASIL, além de Renato Mastrobuono e Gábor Deák, conselheiros da SAE BRASIL.

Para abrir as discussões, Rodrigo Amado, gerente de Desenvolvimento de Tecnologia de Materiais Automotivos da CBMM, disse que as tecnologias compartilhadas, elétricas, autônomas e conectadas representam os pilares de investimento em mobilidade e destacou as contribuições do nióbio para os futuros desenvolvimentos. “O nióbio pode ser utilizado em baterias para a melhoria de eficiência em carregamento e autonomia. Isso está em desenvolvimento, então é uma aposta de como o nióbio pode ajudar a mobilidade elétrica”, afirmou.

Infraestrutura – Infraestrutura para recarga de veículos pesados foi o foco de Valter Luiz Knihs, diretor industrial de Sistemas & eMobility da WEG, que apresentou novos desenvolvimentos em eletropostos para cargas rápidas ou lentas e destacou a necessidade da conectividade para os sistemas de recarga. “Tudo precisa ter informação disponível e acesso a qualquer momento porque não se pode chegar com o veículo pesado a um posto e se deparar com o local ocupado por alguém que ficará por duas horas”, comentou. Depois, Marcus Bittar, consultor de Desenvolvimento de Negócios SIMULIA para América Latina da Dassault Systems, abordou tecnologia de simulação já empregada, conhecida como Virtual Twin, que permite a criação de veículos com maior nível autonomia, com o objetivo de mi nimizar a necessidade de infraestrutura de recarga nas cidades. “Para o desenvolvimento de novos veículos, nós precisamos investir maciçamente em tecnologias que permitam fazer do carro um computador”, resumiu.

Daniel Gabriel Lopes, diretor comercial da Hytron, apontou que a limitação da rede de energia elétrica favorece a utilização de veículos elétricos a hidrogênio, sendo o hidrogênio obtido via reforma de etanol. “No futuro, veículos elétricos a bateria serão utilizados para pequenas distâncias e veículos elétricos a hidrogênio para médias e grandes distâncias”, disse Lopes.

Num painel sobre políticas públicas, Fernando Campagnoli, especialista em Regulação de Serviços de Energia Elétrica na Superintendência de P&D e Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), falou sobre a Rede de Inovação no Setor Elétrico (RISE), aplicada à mobilidade elétrica, cuja finalidade é reunir agentes do setor elétrico, grupos de pesquisas e representantes da indústria para desenvolvimento de produtos com inserção no mercado, por meio de programas de P&D e eficiência energética. “A ANEEL não é uma agência de criar tecnologia, então precisa propiciar um ambiente regulatório para organizar os atores que efetivamente realizam esse trabalho”, contou. O Rota 2030 foi o foco da apresenta ção de Ricardo Zomer, analista de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), que destacou o objetivo do novo programa, que é fazer do setor automotivo nacional uma indústria competitiva em todo o globo. “O Rota 2030 não é só essa lei, mas uma estratégia com uma série de iniciativas que serão tomadas pelo governo, como a criação do Plano Nacional de Eletromobilidade, com propostas de políticas que devem ser atacadas a partir do próximo ano”, apontou Zomer.

Tendências – No segundo dia, Ricardo Abe, gerente de Engenharia de Produto da Nissan do Brasil, abriu as discussões com apresentação sobre sistema de célula a combustível a base de etanol em fase de desenvolvimento, chamado e-Bio Fuel-Cell, desenvolvido em protótipo de veículo comercial, que tem autonomia de 600 km com 30 litros de etanol. “É uma alternativa à célula a combustível de hidrogênio tradicional, com possibilidade de reduzir custo e obter eficiência similar ou superior”, afirmou. Em seguida, Régis Errerias, engenheiro de Produto da General Motors do Brasil, apresentou estudo de caso sobre o modelo elétrico Bolt EV, que possui autonomia de 383 Km, e destacou inovações técnicas que permitiram otimização de deslocamento, economia e confiab ilidade, entre outros aspectos. “O veículo elétrico pode ser tão grande e luxuoso quanto um carro convencional e apresentar autonomia estendida”, afirmou.

Ainda sobre tendências, Newton Santos, gerente de Vendas, Engenharia de Aplicações e Projetos da BorgWarner, falou sobre o módulo P2 de hibridização do powertrain como primeiro passo para a melhoria da eficiência energética. “Representa o casamento de duas tecnologias, o motor elétrico e o motor a combustão – se for etanol, melhor ainda, com o mínimo de alteração na arquitetura do veículo, o que permite baratear o desenvolvimento”, avaliou. Marcio Renato Alfonso, CEO da Caoa Chery, mostrou estudo em andamento que faz comparativo entre diferentes motorizações, com o objetivo de conceituar um veículo REx (de “range extender” ou extensor de autonomia). “Precisamos encontrar um ponto de equilíbrio para entregar o máximo possível, de modo que o consumidor c onsiga absorver”, apontou.

Motorsport – O último painel contou com sessão de perguntas sobre motorsport. Lucas Di Grassi, CEO da Roborace e piloto de Fórmula E, falou sobre a criação da Roborace, competição de veículos elétricos com direção autônoma, que visa promover o desenvolvimento de tecnologias e comunicar à população que os veículos autônomos são seguros. Di Grassi também destacou a importância da criação de uma equipe brasileira por meio de financiamento privado. “Nós perdemos muitos talentos para fora”, apontou. O painel também reuniu professores de universidades responsáveis por orientar estudantes no desenvolvimento de carros elétricos do tipo Fórmula para a Competição Fórmula SAE BRASIL. Neste assunto, F&aacut e;bio Delatore, professor do Centro Universitário FEI, disse que um desafio é encontrar alunos dispostos a desenvolverem o trabalho. “As pessoas são imediatistas”, disse. Fernando Arruda, professor da Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens), também apontou o desafio de identificar pessoas aficionadas pelo conhecimento e pelo automobilismo. “O objetivo é abrir as portas para essas pessoas e dar acesso a tecnologias que atinjam alta performance”, afirmou. José Antenor Pomílio, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), contou que os próprios estudantes estão se colocando em novos desafios com o objetivo de terem melhor controle sobre todos os elementos do projeto

Troller Brasil Festival: confira como foi o grande evento off-road em Itu

O Troller Brasil Festival realizado no último fim de semana em Itu, no interior de São Paulo, reuniu 180 carros e cerca de 500 participantes numa grande festa off-road. Maior evento do ano promovido pela marca, o rali marcou o encerramento da temporada em grande estilo, com tudo que os fãs do esporte gostam.

A prova durou cerca de 5h30, com circuitos diferentes para as categorias Master, Graduado, Turismo e Expedition, além da Imprensa, especial para jornalistas. A categoria Passeio também foi ampliada com a adição da Amigos 4×4, permitindo a participação de convidados com utilitários de outras marcas, ao lado dos Trollers T4. A competição teve a supervisão da CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo.

Com tempo seco e quente, contrariando a previsão de chuva que só apareceu no dia anterior, o rali transcorreu conforme o programado com passagem por diversos tipos de trilhas e desafios. “Depois de três etapas da Copa Troller debaixo de temporal, tivemos uma prova sem chuva que valorizou a paisagem, passando por fazendas das regiões de Indaiatuba, Salto e Cabreúva”, diz José Gilberto Schefer Jr., diretor de prova da Copa Troller.

© 2018 Cadu Rolim

© 2018 Cadu Rolim

 

Premiação

O Troller Brasil Festival teve também outras atrações para os participantes, incluindo uma experiência de realidade virtual em simulador 4D de pilotagem e arrecadou 800 kg de alimentos que foram doados para o Fundo Social de Solidariedade de Itu. A premiação dos vencedores ocorreu na noite de sábado, seguida de uma grande festa com a banda Viva a Noite.

Na categoria Master, os vencedores foram Gustavo Schmidt e Tigo Poisl, de São José, SC. Na Graduados, a taça ficou com Juvenil Sampaio de Souza e Marcos Fernando Evangelista, de Curitiba, PR.

A categoria Turismo teve como campeões Amarildo Senke e Rodrigo Dionizio Silva, de São José dos Pinhais, PR. Na Expedition, Ricardo Rubio Lopes e Daniela Censon Lopes, de Rio Claro, SP, chegaram em primeiro. Na categoria Imprensa, a dupla campeã foi formada por Marcus Copetti, do RS, e Ronaldo Amâncio, de SP. A classificação completa pode ser conferida neste link, no site da Troller.

IQA anuncia calendário de treinamentos para 2019

Polos da indústria automotiva, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo receberão cursos sobre ferramentas da qualidade aplicadas ao setor

O Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) divulga o calendário de treinamentos sobre ferramentas da qualidade para 2019. Haverá a oferta de cursos oficiais em São Paulo (Campinas, São Paulo e Sorocaba), Bahia (Camaçari), Paraná (Curitiba) e Rio Grande do Sul (Caxias do Sul e Porto Alegre).

De acordo com Rodrigo Lopes, coordenador de Marketing do IQA, o calendário anual é formatado a partir de criteriosa pesquisa, que visa identificar as principais demandas do mercado. “Nós oferecemos cursos sobre as mais usuais ferramentas da qualidade, que podem ser empregadas na indústria, no comércio e na área de serviços”, conta Lopes.

Entre os novos treinamentos, destaque para formação de auditores líderes em três sistemas de gestão da qualidade (ISO 9001:2015, ISO 14001:2015 e ISO 45001:2018), que serão ofertadas pelo IQA em parceria com a Global PCS, companhia acreditada pelo International Register of Certificated Auditors (IRCA).

Também entram no calendário três novos cursos VDA, destinados a empresas que fornecem para filiais de montadoras alemãs. Tratam-se dos treinamentos VDA RPP – Processo de Produção Robusto (1ª edição de 2007), VDA MLA – Garantia do Nível de Maturidade para Peças Novas (2ª edição 2008) e Fórmula Q – VW.

Representante oficial de entidades internacionais de referência em qualidade, como a alemã VDA-QMC, o IQA disponibiliza treinamentos com certificados que são válidos e reconhecidos internacionalmente. “Temos reconhecimento mundial para o oferecimento de treinamentos equivalentes aos originais”, afirma Rodrigo Lopes.

O calendário completo de treinamentos está disponível para consulta no site do IQA (www.iqa.org.br/treinamentos/calendario-2019). Para solicitação de cursos em datas extras e novos locais, basta entrar em contato por telefone (11) 5091-4545 ou e-mail treinamentos@iqa.org.br

Mobilidade elétrica: a nova realidade global

Diante de algumas definições internacionais para o impedimento da comercialização de veículos diesel, com repercussões no aumento de vendas dos veículos híbridos e elétricos no mundo, vale a pena o Brasil refletir sobre o que realmente tem acontecido no planeta e analisar como tem reagido e se preparado frente ao novo cenário mundial, sobretudo, alguns meses depois da publicação do programa Rota 2030 (MP843).

Parece que o País finalmente acordou para o que acontece internacionalmente, embora o mundo não esteja mudando tão a passos largos como se esperava, em vista das projeções dos especialistas de mercado de veículos movidos à eletricidade. Os brasileiros já testemunham o aumento da oferta e do uso de ônibus e caminhões elétricos, cenário que já aponta por onde certa massificação pode acontecer.

Os desafios são grandes em toda a parte principalmente ao se tratar da frota puramente elétrica, que necessita de infraestrutura de recarga. Com subsídios em vários países, veículos leves crescem também à medida que as condições são criadas para modelos de negócios de uso compartilhado, situação normalmente relacionada a veículos elétricos mais caros, porém com vantagens em emissões e, principalmente, em uso contínuo com o menor custo por quilometro rodado.

Especialistas da indústria já se preocupam com a capacitação da mão de obra para esta transição, outros apostam que a mudança já começou com primeiros resultados de faturamento. Somado a isto, o hidrogênio e outras formas de produção de energia elétrica também começam a sair do papel.

No cenário nacional, um plano de eletromobilidade poderia ter o mesmo efeito que o RenovaBio ou plano de energia? Os patamares de pesquisa e desenvolvimento podem crescer com chamadas temáticas como as da ANEEL? Ou a comparação com políticas públicas europeias podem ajudar o Brasil a entender o processo de popularização dos veículos elétricos pelo mundo? Não somos a Noruega, nem tampouco a China, então qual receita serve para o Brasil?

A boa notícia é que modelos lançados no Exterior não demoram tanto para vir ao Brasil. Resta somente saber quando a cadeia será verticalizada com volumes maiores e quais são esses volumes para viabilizar uma localização com investimentos. Veículos elétricos americanos ou asiáticos, quais sistemistas têm a melhor estratégia para a introdução dos veículos elétricos no País? Ainda não se pode esquecer dos biocombustíveis.

Existem ainda muitas dúvidas, mas algo é certo: o Brasil tem quem faça, como Lucas Di Grassi, piloto de Formula-E e Stock Car, além de CEO da Roborace, a primeira plataforma de motorsport autônoma do planeta. Um exemplo para os universitários que também constroem veículos elétricos do zero com orçamentos bem curtos, mas que já conquistaram prêmios valiosos no Exterior, em preparação para a era da eletromobilidade.

Quem tiver interesse em discutir o assunto está convidado para o 7º Simpósio SAE BRASIL de Veículos Elétricos e Híbridos, que reunirá lideranças de montadoras, sistemistas, centros de pesquisa, distribuidores de energia, universidades e órgãos do poder público para palestras e debates. O encontro será realizado em duas manhãs, dias 12 e 13 de novembro, no São Paulo Expo, em paralelo ao 30º Salão Internacional do Automóvel.

* Ricardo Takahira é engenheiro eletricista, consultor sênior da GFA Consulting Group alocado no Promob-e GIZ e chairperson do 7º Simpósio SAE BRASIL de Veículos Elétricos e Híbridos